Opinión.
Breno Altman*
O Conselho da Internacional Socialista, entidade que coordena os partidos de inspiração social-democrata, reuniu-se nos dias 22 e 23 de junho, em Nova Iorque. A imprensa não deu muito bola para o evento, mas trata-se de um momento importante para entender o que pensa e como age essa família política. A organização foi fundada, em 1951, com o intuito de agrupar a esquerda não-comunista, então ensanduichada pela guerra fria. Estão entre seus principais membros o Partido Socialista Francês, o Partido Social-Democrata Alemão, o Partido Socialista Operário Espanhol e o Partido Trabalhista Inglês. Os filiados alinhavam-se ao campo capitalista, aceitavam a hegemonia norte-americana e majoritariamente renunciavam ao marxismo. Mas defendiam a ampliação do bem-estar social e adotavam circunstancialmente posturas antiimperialistas. Esse programa permitiu aos social-democratas uma posição forte enquanto a expansão dos direitos trabalhistas se constituía em uma das estratégias contra a influência do campo socialista. Revelava-se funcional a existência de uma corrente política pró-ocidental que disputasse, com os comunistas, a direção do movimento operário.
Sua trajetória, contudo, sofreu um cavalo-de-pau a partir dos anos oitenta. As demandas da reestruturação produtiva e o enfraquecimento do bloco soviético tornaram obsoletos os paradigmas da social-democracia. Dispensadas de seu papel de contenção política, as conquistas sociais viraram estorvo para os grandes monopólios. Os partidos da Internacional Socialista se viram diante de uma escolha: caso preservassem o velho programa, romperiam com as elites de seus próprios países e assumiriam uma política de confrontação; se preferissem salvaguardar o pacto de conciliação firmado na guerra fria, teriam que abandonar antigas bandeiras e aderir aos cânones do neoliberalismo. Seus dirigentes preferiram o segundo caminho.
A reunião em Nova Iorque, porém, ignorou solenemente esses acontecimentos. Como se os social-democratas nada tivessem que ver com as políticas de privatização, desregulamentação do Estado e liberdade ao capital financeiro que conduziram o capitalismo a presente crise. Ou com as guerras de agressão levadas a cabo para defender os interesses das grandes potências. Sintomático, aliás, que a IS seja atualmente presidida pelo grego George Papandreou, o primeiro-ministro à testa do colapso econômico de seu país e da ofensiva contra os direitos dos trabalhadores helênicos. Sob sua batuta foram aprovados, no encontro realizado na sede da ONU, quatro documentos principais, versando sobre economia global, situação no Oriente Médio, mudanças climáticas e regras para desarmamento nuclear. Uma versão em espanhol está disponível no sítio www.internacionalsocialista.org .
O malabarismo do palavreado apresenta-se como curiosa pantomima. A sacada: ocultar o que se passou com promessas sobre o que se passará. Critica-se a “ideologia neoliberal” e fala-se em “nova regulação financeira”, por exemplo, mas não há palavra sobre a política desenvolvida pelos governos social-democratas nos últimos vinte anos. Menos ainda se fala nas atuais medidas contra a crise adotadas pelas administrações da Grécia, Espanha e Portugal, as três comandadas por partidos da Internacional Socialista. Cúmplices econômicos e militares do Consenso de Washington, Papandreou e seus amigos apelam para cortes nos gastos sociais, passando aos pobres a conta da fortuna angariada pelos ricos.
Outro ato falho da cúpula socialista está em relatório paralelo aos documentos principais, acerca da situação venezuelana. A moção acusa o presidente Chávez de “autoritário”, assumindo o discurso fabricado por Washington e a oposição de direita. A resolução demonstra, além da submissão de seus líderes a Casa Branca, inconformismo com a esquerda que preserva uma política contra-hegemônica. Deixa poucas duvidas de que lado estará a Internacional Socialista nos momentos das definições a sério.
E quando uma organização que se reivindica de tradições progressistas aceita ser linha auxiliar do conservadorismo, é porque perdeu sentido histórico e sobreveio a falência do projeto que representa. No caso da Internacional Socialista, a bem da verdade, trata-se da terceira bancarrota. Herdeira da Segunda Internacional, foi à lona pela primeira vez quando votou os créditos militares exigidos pelas burguesias nacionais européias às vésperas do conflito mundial de 1914. Reconstruída, bateu outra vez na lona em 1940 por incapacidade de organizar a resistência contra o nazismo.
O novo colapso da IS é determinado pela associação com governos e políticas de direita que levaram o capitalismo a sua pior crise desde 1929. Ao contrário das ocasiões anteriores, nas quais simplesmente fecharam as portas, dessa feita os social-democratas parecem fazer de conta que ainda respiram, ainda que por aparelhos.
* Breno Altman é jornalista e diretor editorial do sítio Opera Mundi
Publicado en : http://www.pt.org.br/portalpt/opinioes/breno-altman:-a-mais-nova-falencia-da-internacional-socialista-8891.html
lundi 5 juillet 2010
mercredi 30 juin 2010
Qué piensan en Washington de los países de América Latina
Entrevista con Michael Shifter, presidente de Inter-American Dialogue, considerado el laboratorio de ideas sobre asuntos latinoamericanos más influyente de Estados Unidos.
Infobae ¿Cómo evalúan en Washington la creación de organismos regionales que cuestionan la participación de EEUU (una OEA sin EEUU, Unasur)?
Michael Shifter. En general, Washington recibe bien estos nuevos mecanismos que están surgiendo en la región, porque son vistos como complementarios con la OEA y otros foros de los que participan los Estados Unidos. Es preferible tener instituciones débiles que no tener ningún tipo de instituciones. Hay cierto escepticismo sobre cuán sólidos y coherentes pueden llegar a ser estos nuevos organismos regionales, especialmente ante las divisiones políticas entre los diferentes gobiernos. Incluso dejando de lado a los EEUU, hay una gran desconfianza entre varios países de América Latina. Hasta ahora Unasur jugó un rol positivo en algunos casos, como en la reducción de las tensiones entre Colombia y Venezuela, pero los desafíos institucionales son considerables. Washington sigue de cerca cómo evoluciona esto; es claro que la región cambió y que la influencia de los Estados Unidos declinó notablemente. Algunos podrán extrañar los viejos tiempos de hegemonía estadounidense, pero la mayoría está de acuerdo en que Washington tiene que entender y relacionarse mejor con estas nuevas realidades.
Entrevista completa en: http://www.thedialogue.org/page.cfm?pageID=32&pubID=2410
Infobae ¿Cómo evalúan en Washington la creación de organismos regionales que cuestionan la participación de EEUU (una OEA sin EEUU, Unasur)?
Michael Shifter. En general, Washington recibe bien estos nuevos mecanismos que están surgiendo en la región, porque son vistos como complementarios con la OEA y otros foros de los que participan los Estados Unidos. Es preferible tener instituciones débiles que no tener ningún tipo de instituciones. Hay cierto escepticismo sobre cuán sólidos y coherentes pueden llegar a ser estos nuevos organismos regionales, especialmente ante las divisiones políticas entre los diferentes gobiernos. Incluso dejando de lado a los EEUU, hay una gran desconfianza entre varios países de América Latina. Hasta ahora Unasur jugó un rol positivo en algunos casos, como en la reducción de las tensiones entre Colombia y Venezuela, pero los desafíos institucionales son considerables. Washington sigue de cerca cómo evoluciona esto; es claro que la región cambió y que la influencia de los Estados Unidos declinó notablemente. Algunos podrán extrañar los viejos tiempos de hegemonía estadounidense, pero la mayoría está de acuerdo en que Washington tiene que entender y relacionarse mejor con estas nuevas realidades.
Entrevista completa en: http://www.thedialogue.org/page.cfm?pageID=32&pubID=2410
mardi 29 juin 2010
Consejo de la IS en Naciones Unidas, Nueva York

21-22 de junio de 20
Informe sobre Venezuela.
Renée Fregosi del PS de Francia y Jesús Rodríguez, Secretario General de la UCR de Argentina presentaron el Informe de la Misión de la IS que visitó Venezuela a comienzos de 2010.
Texto completo del informe: http://www.socialistinternational.org/images/dynamicImages/File/InformeMisi_nVenezuela.pdf
Renée Fregosi del PS de Francia y Jesús Rodríguez, Secretario General de la UCR de Argentina presentaron el Informe de la Misión de la IS que visitó Venezuela a comienzos de 2010.
Texto completo del informe: http://www.socialistinternational.org/images/dynamicImages/File/InformeMisi_nVenezuela.pdf
lundi 28 juin 2010
Razones
Opinión.
por Serrano Ribarroya
En editoriales, análisis y comentarios, algunos agudos y brillantes, se aborda el reciente proceso electoral colombiano. El núcleo de esas opiniones, vertidas en medios tanto latinoamericanos -por supuesto, colombianos- como europeos, nos ilustran sobre las razones que han llevado a Juan Manuel Santos a la Presidencia de la República, así como sobre las causas de la derrota de Antanas Mockus.
Decimos de entrada que esas razones y causas contempladas por los analistas no nos convencen. Y adelantamos una hipótesis seguramente incómoda. Santos ganó porque tenía que ganar. Tenía que ganar porque las clases dominantes de Colombia -el establecimiento- no contemplaban otra posibilidad, y ello, sin recurrir al fraude masivo y mediante un proceso electoral limpio, democrático. También porque la izquierda -a la que no le sirve el argumento de la alta abstención, alrededor del 60%- se muestra por el momento incapaz de presentar una alternativa creíble, viable y coherente a los ciudadanos.
Santos ganó porque tenía que ganar. Prometió, y cumplirá, continuidad. No sólo en las políticas de seguridad respecto a las FARC y otras formas de criminalidad. Continuidad también en la ausencia de políticas redistributivas, en la ausencia de políticas de lucha contra la desigualdad social, en la ausencia de políticas de erradicación de la pobreza y la indigencia. Continuidad asimismo en la "timidez" de la lucha contra los paramilitares. Continuidad en la política de protección de los intereses de los más ricos, y, de paso, de amplios sectores de la clase media colombiana. Un programa, podemos convenir sin esfuerzo, triunfador. Los partidos del establecimiento -el ganador de la U, el Conservador y el llamado del Cambio Radical, pero también el supuesto opositor, el Liberal, que no se sabe por qué razón es miembro de pleno derecho de la Internacional Socialista,- todos, detrás del Presidente electo, para que nada cambie. Algún sesudo analista apunta que cambiará el talante. Curiosa forma de cambiar la repugnante desigualdad e injusticia que corrompen la sociedad colombiana, una de las más injustas y desiguales del mundo.
Precisamente en esa corrupción apabullante que recorre los rincones, no todos, de Colombia, encontramos una de las razones por las cuales el doctor Mockus no podía ganar las elecciones. Qué gran desconocimiento de su país de nacimiento, quizá, en realidad, no de origen. La corrupción en Colombia como en casi todas partes, se combate ante todo aniquilando las causas de la desigualdad social. Pero el doctor Mockus se remite a un combate moral, de legalidad. En una versión benevolente podríamos afirmar que el candidato derrotado se comporta de forma ingenua. En otra versión más política afirmaríamos que estamos ante un representante larvado de la derecha, con tintes apolíticos, "apartidistas" y populistas de guante blanco. Y para candidato de la derecha los colombianos han tenido la posibilidad de votar por el representante más genuino de esa opción, el presidente electo.
Santos ganó porque prometió, y cumplirá, que nada cambiaría. Mockus perdió porque no convenció de que, en el fondo, el tampoco quería cambiar el estado de cosas, a pesar de que lanzó un mensaje claro: rechazó una alianza con el Polo, es decir, negó cualquier compromiso con el progreso social.
La izquierda colombiana, para vencer en las elecciones, precisa, no sólo el fin de la violencia política -volveremos en otra ocasión sobre este asunto-, y, por tanto, de un incremento de la participación electoral, sino también un programa que integre políticas claras de seguridad y combate contra el crimen y el terrorismo, así como políticas redistributivas de crecimiento.
por Serrano Ribarroya
En editoriales, análisis y comentarios, algunos agudos y brillantes, se aborda el reciente proceso electoral colombiano. El núcleo de esas opiniones, vertidas en medios tanto latinoamericanos -por supuesto, colombianos- como europeos, nos ilustran sobre las razones que han llevado a Juan Manuel Santos a la Presidencia de la República, así como sobre las causas de la derrota de Antanas Mockus.
Decimos de entrada que esas razones y causas contempladas por los analistas no nos convencen. Y adelantamos una hipótesis seguramente incómoda. Santos ganó porque tenía que ganar. Tenía que ganar porque las clases dominantes de Colombia -el establecimiento- no contemplaban otra posibilidad, y ello, sin recurrir al fraude masivo y mediante un proceso electoral limpio, democrático. También porque la izquierda -a la que no le sirve el argumento de la alta abstención, alrededor del 60%- se muestra por el momento incapaz de presentar una alternativa creíble, viable y coherente a los ciudadanos.
Santos ganó porque tenía que ganar. Prometió, y cumplirá, continuidad. No sólo en las políticas de seguridad respecto a las FARC y otras formas de criminalidad. Continuidad también en la ausencia de políticas redistributivas, en la ausencia de políticas de lucha contra la desigualdad social, en la ausencia de políticas de erradicación de la pobreza y la indigencia. Continuidad asimismo en la "timidez" de la lucha contra los paramilitares. Continuidad en la política de protección de los intereses de los más ricos, y, de paso, de amplios sectores de la clase media colombiana. Un programa, podemos convenir sin esfuerzo, triunfador. Los partidos del establecimiento -el ganador de la U, el Conservador y el llamado del Cambio Radical, pero también el supuesto opositor, el Liberal, que no se sabe por qué razón es miembro de pleno derecho de la Internacional Socialista,- todos, detrás del Presidente electo, para que nada cambie. Algún sesudo analista apunta que cambiará el talante. Curiosa forma de cambiar la repugnante desigualdad e injusticia que corrompen la sociedad colombiana, una de las más injustas y desiguales del mundo.
Precisamente en esa corrupción apabullante que recorre los rincones, no todos, de Colombia, encontramos una de las razones por las cuales el doctor Mockus no podía ganar las elecciones. Qué gran desconocimiento de su país de nacimiento, quizá, en realidad, no de origen. La corrupción en Colombia como en casi todas partes, se combate ante todo aniquilando las causas de la desigualdad social. Pero el doctor Mockus se remite a un combate moral, de legalidad. En una versión benevolente podríamos afirmar que el candidato derrotado se comporta de forma ingenua. En otra versión más política afirmaríamos que estamos ante un representante larvado de la derecha, con tintes apolíticos, "apartidistas" y populistas de guante blanco. Y para candidato de la derecha los colombianos han tenido la posibilidad de votar por el representante más genuino de esa opción, el presidente electo.
Santos ganó porque prometió, y cumplirá, que nada cambiaría. Mockus perdió porque no convenció de que, en el fondo, el tampoco quería cambiar el estado de cosas, a pesar de que lanzó un mensaje claro: rechazó una alianza con el Polo, es decir, negó cualquier compromiso con el progreso social.
La izquierda colombiana, para vencer en las elecciones, precisa, no sólo el fin de la violencia política -volveremos en otra ocasión sobre este asunto-, y, por tanto, de un incremento de la participación electoral, sino también un programa que integre políticas claras de seguridad y combate contra el crimen y el terrorismo, así como políticas redistributivas de crecimiento.
vendredi 25 juin 2010
Cambio histórico
por Margarita Carrera
Sin duda la renuncia de Carlos Castresana como jefe de la Comisión Internacional contra la Impunidad en Guatemala (Cicig) provocó una revolución en el ambiente jurídico y político de nuestro país. Al mismo tiempo, al tener el valor de desnudar la corrupción que nos gobierna.
Las mafias reaccionaron de inmediato y, para intimidar al pueblo guatemalteco, el 10 de junio utilizaron “la táctica de Shock”: el aparecimiento de tres cabezas humanas en lugares distintos de la capital. Así, la respuesta de los grupos de terror no se hizo esperar.
El mensaje era sin duda este que señala Carlos Sánchez Alfaro —tomado de Internet—: “Tenemos carta blanca para seguir con el clima de violencia sin que nadie con agudeza detectivesca nos descubra”.
O, como diría monseñor Romero: “Le pedimos a las organizaciones de derechos humanos, le suplicamos a las organizaciones de derechos humanos, le ordenamos a las organizaciones de derechos humanos que tomen cartas en el asunto, porque Guatemala va rumbo a la mano dura, a la mano dura de camisas blancas, de golpes de militares encubiertos…”
De manera que la renuncia de Castresana ha causado una especie de terremoto. No solo despertó el asombro de todos, sino logró su cometido: que la Corte de Constitucionalidad ordenara repetir el proceso de elección de Fiscal General, ordenando a Conrado Arnulfo Reyes dejar el cargo.
Asimismo, el presidente de la Corte Suprema de Justicia debe volver a reintegrar a la Comisión Postuladora. Pero, según Gustavo Porras (elPeriódico, 10 de junio), “ahora estamos peor que cuando comenzamos; estas estructuras demostraron que mueven muchos recursos y no se puede confrontarlas”.
En otras palabras, estamos en manos de unos cuantos poderosos capaces de enviar estos temibles mensajes.
En cambio, según Mario Antonio Sandoval (Prensa Libre, 11 de junio): “Con esta decisión la CC demuestra una vez más su importancia como ente cuyo oficio principal es la interpretación del texto de la Carta Magna, cuyos primeros 25 años de vigencia se cumplieron hace pocos días…” .
Lo cierto es que los señalamientos de Castresana provocaron un histórico cambio en Guatemala. Favorable si tenemos en cuenta que ahora se tendrá cuidado en no nombrar a ningún hombre o mujer señalados de corruptos para cualquier puesto público, sobre todo para ser miembros de la Corte de Constitucionalidad y el Tribunal Supremo Electoral.
Mi opinión es que aún vivimos la época del conflicto armado, solo que ahora se ha hecho más sofisticado. De todas formas los poderosos que siempre han gobernado tienen que demostrar que no cualquiera puede conmover sus estructuras. Que estas son sólidas y hechas para durar por mucho tiempo.
Sin embargo, la lección ha sido transmitida, a ver si aprendemos algo. El riesgo que enfrenta cualquiera que quiera investigar la verdad de los crímenes hace pensar dos veces qué se dice y, sobre todo, a quién se denuncia.
Uno de los señalamientos que hizo Castresana antes de presentar su dimisión en el puesto fue el de apuntar cómo el Fiscal General estaba vinculado con grupos ligados al crimen organizado.
Claro que esto condujo a Conrado Arnulfo Reyes a dejar el cargo. La opinión favorable a Castresana es que debe a toda costa preservarse la cooperación y entendimiento entre el Estado y la Cicig.
Todo esto sucede en las alturas; aparentemente el pueblo no interviene para nada. Declaro que soy fiel admiradora de personas con el valor, el talento y la ética de Carlos Castresana.
Publicado en Prensa libre (Guatemala), 24/06/10
Sin duda la renuncia de Carlos Castresana como jefe de la Comisión Internacional contra la Impunidad en Guatemala (Cicig) provocó una revolución en el ambiente jurídico y político de nuestro país. Al mismo tiempo, al tener el valor de desnudar la corrupción que nos gobierna.
Las mafias reaccionaron de inmediato y, para intimidar al pueblo guatemalteco, el 10 de junio utilizaron “la táctica de Shock”: el aparecimiento de tres cabezas humanas en lugares distintos de la capital. Así, la respuesta de los grupos de terror no se hizo esperar.
El mensaje era sin duda este que señala Carlos Sánchez Alfaro —tomado de Internet—: “Tenemos carta blanca para seguir con el clima de violencia sin que nadie con agudeza detectivesca nos descubra”.
O, como diría monseñor Romero: “Le pedimos a las organizaciones de derechos humanos, le suplicamos a las organizaciones de derechos humanos, le ordenamos a las organizaciones de derechos humanos que tomen cartas en el asunto, porque Guatemala va rumbo a la mano dura, a la mano dura de camisas blancas, de golpes de militares encubiertos…”
De manera que la renuncia de Castresana ha causado una especie de terremoto. No solo despertó el asombro de todos, sino logró su cometido: que la Corte de Constitucionalidad ordenara repetir el proceso de elección de Fiscal General, ordenando a Conrado Arnulfo Reyes dejar el cargo.
Asimismo, el presidente de la Corte Suprema de Justicia debe volver a reintegrar a la Comisión Postuladora. Pero, según Gustavo Porras (elPeriódico, 10 de junio), “ahora estamos peor que cuando comenzamos; estas estructuras demostraron que mueven muchos recursos y no se puede confrontarlas”.
En otras palabras, estamos en manos de unos cuantos poderosos capaces de enviar estos temibles mensajes.
En cambio, según Mario Antonio Sandoval (Prensa Libre, 11 de junio): “Con esta decisión la CC demuestra una vez más su importancia como ente cuyo oficio principal es la interpretación del texto de la Carta Magna, cuyos primeros 25 años de vigencia se cumplieron hace pocos días…” .
Lo cierto es que los señalamientos de Castresana provocaron un histórico cambio en Guatemala. Favorable si tenemos en cuenta que ahora se tendrá cuidado en no nombrar a ningún hombre o mujer señalados de corruptos para cualquier puesto público, sobre todo para ser miembros de la Corte de Constitucionalidad y el Tribunal Supremo Electoral.
Mi opinión es que aún vivimos la época del conflicto armado, solo que ahora se ha hecho más sofisticado. De todas formas los poderosos que siempre han gobernado tienen que demostrar que no cualquiera puede conmover sus estructuras. Que estas son sólidas y hechas para durar por mucho tiempo.
Sin embargo, la lección ha sido transmitida, a ver si aprendemos algo. El riesgo que enfrenta cualquiera que quiera investigar la verdad de los crímenes hace pensar dos veces qué se dice y, sobre todo, a quién se denuncia.
Uno de los señalamientos que hizo Castresana antes de presentar su dimisión en el puesto fue el de apuntar cómo el Fiscal General estaba vinculado con grupos ligados al crimen organizado.
Claro que esto condujo a Conrado Arnulfo Reyes a dejar el cargo. La opinión favorable a Castresana es que debe a toda costa preservarse la cooperación y entendimiento entre el Estado y la Cicig.
Todo esto sucede en las alturas; aparentemente el pueblo no interviene para nada. Declaro que soy fiel admiradora de personas con el valor, el talento y la ética de Carlos Castresana.
Publicado en Prensa libre (Guatemala), 24/06/10
jeudi 24 juin 2010
Completar el restablecimiento de relaciones con Colombia
La normalización plena de las relaciones diplomáticas entre el Ecuador y Colombia, con el nombramiento de los respectivos embajadores, quedó en suspenso hasta que culminara el proceso electoral en el país vecino. Una vez que, tras triunfar en las elecciones del domingo, el nuevo presidente de Colombia, Juan Manuel Santos, se prepara a tomar posesión de sus funciones, resulta necesario que se retome el proceso para el pleno restablecimiento de las relaciones diplomáticas entre los dos países.Tras las desafortunadas declaraciones del candidato presidencial en relación al ataque militar colombiano al campamento clandestino de las FARC en territorio ecuatoriano, se ha escuchado un cambio de discurso en el presidente electo: Santos expresó que pretende trabajar con los países vecinos para desarrollar una agenda de cooperación e integración en todos los frentes. Al mismo tiempo, al revelar que recibió una llamada telefónica del presidente Correa para felicitarlo por el triunfo electoral, señaló que quedaron "en buscar al forma para establecer una especie de ruta crítica a fin de mejorar aún más las relaciones y acelerar ese proceso (de restablecimiento de las relaciones), que va bastante adelantado". Santos declaró también, días atrás, su disposición a entregar los discos duros de las computadoras de Reyes, uno de los pedidos del Gobierno del Ecuador todavía no atendidos por Colombia.Son positivas, pues, las señales para completar el restablecimiento de las relaciones diplomáticas. Solo con la normalización plena de ellas les será posible a los Gobiernos responder a la tradicional amistad entre los dos pueblos vecinos y, a la par, desarrollar una agenda común en temas como seguridad y desarrollo de las poblaciones en la zona de frontera, atención a los refugiados colombianos en territorio ecuatoriano, intercambio comercial e integración entre ambos países...
Opinión de Diario HOY (Quito, Ecuador)
Publicado el 23/Junio/2010
Opinión de Diario HOY (Quito, Ecuador)
Publicado el 23/Junio/2010
mercredi 23 juin 2010
La independencia latinoamericana
Por Antonio Zapata
Años atrás se pensaba que la independencia era consecuencia de la formación de nacionalidades criollas que habrían precedido a la emancipación. En efecto, para el Perú se postulaba que había una conciencia nacionalista que cobró cuerpo en el siglo XVIII y que había nacido con la consagración de Santa Rosa como primera santa americana. Ese espíritu criollo habría ido robusteciéndose para finalmente concretarse al crearse los Estados libres de Latinoamérica comenzando el siglo XIX.
Hoy en día esa interpretación ha sido puesta en cuestión. En efecto, se postula que esa nacionalidad criolla fue una consecuencia de la independencia y no su fundamento. En realidad, el imperio español estalló en el centro y la onda alcanzó las colonias americanas. El punto de partida se halla en la prisión de los reyes españoles por Napoleón en Bayona y la cesión del reino al hermano de Bonaparte, José, el famoso “Pepe Botella”.
En ese momento se abrió una honda crisis de legitimidad. La gente se planteó una acuciante pregunta, ¿a quién obedecer? Como no hubo una respuesta válida, la elite asumió que el poder volvía a las ciudades. El pensamiento político de la época concebía la existencia de un pacto entre el monarca y sus gobernados, para ejercer el poder legítimo. En consecuencia, al romper el monarca el pacto, por los sucesos de Bayona, el poder volvía a sus gobernados, que lo ejercerían hasta reconstituir ese compromiso.
El principal historiador de esta nueva corriente de interpretación viene al Perú la próxima semana. Se trata del profesor José Carlos Chiaramonte, quien dará una charla magistral en la PUCP a propósito de los 200 años de la revolución argentina de mayo.
El profesor Chiaramonte ha elaborado una versión que surge de la convergencia entre las ciencias políticas y la historia. Su presentación es mucho más conceptual que los simples relatos, y en tanto ello, constituye un parecer sobre la dinámica de nuestras sociedades.
Uno de sus libros principales se titula Nación y Estado en Iberoamérica. Ahí sostiene que al romperse el pacto colonial, las elites actuaron pensando con los criterios del derecho natural, que se aprendía en los centros de enseñanza dieciochescos. Se sostenía que las ciudades eran la base del reino y que, por lo tanto, los cabildos ejercerían el poder en búsqueda de restablecer la legitimidad política.
La revolución de la independencia atravesó una primera fase de profundo localismo. Cada ciudad rebelde tomaba el poder, formaba su junta y constituía una pequeña fuerza armada. Sólo en una segunda fase, los grandes líderes, San Martín y Bolívar, lograron constituir ejércitos centralizados capaces de derrotar a los realistas. Así, el ejército habría formado al Estado independiente y éste habría creado las nacionalidades criollas.
En el Perú, la historiografía ha ofrecido varias explicaciones para el control político que conservó el virrey, en contraste con la mayor parte de Latinoamérica. Pero, quizá nuestra excepcionalidad no sea tan elevada. Ahí está Francisco de Zela que se levantó en Tacna en 1811; además, la gran revuelta del Cusco conducida por los hermanos Angulo y el cacique Pumacahua fue en 1814.
El Perú del interior participó del mismo movimiento general que se registraba en Latinoamérica.
Por su parte, Lima se mantuvo fiel a España y depositó su confianza en Abascal. Pero, este es un fenómeno regular, porque en la historia peruana, las provincias suelen ser más revolucionarias que la conservadora capital. Sobre este período crucial de la cuna latinoamericana, tendremos ocasión de escuchar la autorizada opinión del doctor Chiaramonte este lunes 21 a las 6:30 p.m. en la PUCP.
Publicado en La República (Lima), 22 de junio de 2010
Años atrás se pensaba que la independencia era consecuencia de la formación de nacionalidades criollas que habrían precedido a la emancipación. En efecto, para el Perú se postulaba que había una conciencia nacionalista que cobró cuerpo en el siglo XVIII y que había nacido con la consagración de Santa Rosa como primera santa americana. Ese espíritu criollo habría ido robusteciéndose para finalmente concretarse al crearse los Estados libres de Latinoamérica comenzando el siglo XIX.
Hoy en día esa interpretación ha sido puesta en cuestión. En efecto, se postula que esa nacionalidad criolla fue una consecuencia de la independencia y no su fundamento. En realidad, el imperio español estalló en el centro y la onda alcanzó las colonias americanas. El punto de partida se halla en la prisión de los reyes españoles por Napoleón en Bayona y la cesión del reino al hermano de Bonaparte, José, el famoso “Pepe Botella”.
En ese momento se abrió una honda crisis de legitimidad. La gente se planteó una acuciante pregunta, ¿a quién obedecer? Como no hubo una respuesta válida, la elite asumió que el poder volvía a las ciudades. El pensamiento político de la época concebía la existencia de un pacto entre el monarca y sus gobernados, para ejercer el poder legítimo. En consecuencia, al romper el monarca el pacto, por los sucesos de Bayona, el poder volvía a sus gobernados, que lo ejercerían hasta reconstituir ese compromiso.
El principal historiador de esta nueva corriente de interpretación viene al Perú la próxima semana. Se trata del profesor José Carlos Chiaramonte, quien dará una charla magistral en la PUCP a propósito de los 200 años de la revolución argentina de mayo.
El profesor Chiaramonte ha elaborado una versión que surge de la convergencia entre las ciencias políticas y la historia. Su presentación es mucho más conceptual que los simples relatos, y en tanto ello, constituye un parecer sobre la dinámica de nuestras sociedades.
Uno de sus libros principales se titula Nación y Estado en Iberoamérica. Ahí sostiene que al romperse el pacto colonial, las elites actuaron pensando con los criterios del derecho natural, que se aprendía en los centros de enseñanza dieciochescos. Se sostenía que las ciudades eran la base del reino y que, por lo tanto, los cabildos ejercerían el poder en búsqueda de restablecer la legitimidad política.
La revolución de la independencia atravesó una primera fase de profundo localismo. Cada ciudad rebelde tomaba el poder, formaba su junta y constituía una pequeña fuerza armada. Sólo en una segunda fase, los grandes líderes, San Martín y Bolívar, lograron constituir ejércitos centralizados capaces de derrotar a los realistas. Así, el ejército habría formado al Estado independiente y éste habría creado las nacionalidades criollas.
En el Perú, la historiografía ha ofrecido varias explicaciones para el control político que conservó el virrey, en contraste con la mayor parte de Latinoamérica. Pero, quizá nuestra excepcionalidad no sea tan elevada. Ahí está Francisco de Zela que se levantó en Tacna en 1811; además, la gran revuelta del Cusco conducida por los hermanos Angulo y el cacique Pumacahua fue en 1814.
El Perú del interior participó del mismo movimiento general que se registraba en Latinoamérica.
Por su parte, Lima se mantuvo fiel a España y depositó su confianza en Abascal. Pero, este es un fenómeno regular, porque en la historia peruana, las provincias suelen ser más revolucionarias que la conservadora capital. Sobre este período crucial de la cuna latinoamericana, tendremos ocasión de escuchar la autorizada opinión del doctor Chiaramonte este lunes 21 a las 6:30 p.m. en la PUCP.
Publicado en La República (Lima), 22 de junio de 2010
mardi 22 juin 2010
Red de Centros Progresistas



La Fundación Chile 21, la Fundación Perseu Abramo de Brasil, la Fundación Liber Seregni de Uruguay y el Centro de Estudios Políticos, Económicos y Sociales (CEPES) de Argentina constituyeron hace unos años una red de centros progresistas en el Cono Sur, cuyo principal objetivo es desarrollar un diálogo sistemático en torno a los grandes desafíos que enfrentan los sectores progresistas para perfeccionar y profundizar la democracia, consolidar y acelerar el crecimiento, disminuir las enormes brechas en la distribución del ingreso que presenta la región y favorecer la inclusión y cohesión social.
Visite los sitios web de las fundaciones que conforman la Red de Centros Progresistas
lundi 21 juin 2010
El marxismo de Chávez
OPINION.
por Oswaldo Barreto
¿Qué importancia ha tenido que Hugo Chávez, político consolidado en el poder, se haya declarado marxista?
Artículo completo en: http://www.talcualdigital.com/Avances/Viewer.aspx?id=36600&secid=45
por Oswaldo Barreto
¿Qué importancia ha tenido que Hugo Chávez, político consolidado en el poder, se haya declarado marxista?
Artículo completo en: http://www.talcualdigital.com/Avances/Viewer.aspx?id=36600&secid=45
vendredi 18 juin 2010
Colombia y Venezuela: ¿democracias delegativas o autoritarismos competitivos?
Mauricio Uribe López
Resumen. Desde los 50, Colombia y Venezuela registraron una temprana transición a la democracia que abrió paso a sendos pactos elitistas, el Frente Nacional en el primer caso y el Punto Fijo en el segundo, y que dio lugar a la emergencia de las «democracias pactadas». Este esquema estalló durante los 90: en el caso de Colombia, por el hartazgo de la población frente a la incapacidad del Estado para poner fin al conflicto armado; en el de Venezuela, por la corrupción que acompañó el giro neoliberal. Hoy ambos países se sitúan en una zona gris entre la democracia delegativa y el autoritarismo competitivo. Por diferentes motivos, se encuentran alejados de los parámetros de la democracia liberal.
Publicado en Nueva Sociedad número 227.
Texto completo: http://www.nuso.org/upload/articulos/3694_1.pdf
Resumen. Desde los 50, Colombia y Venezuela registraron una temprana transición a la democracia que abrió paso a sendos pactos elitistas, el Frente Nacional en el primer caso y el Punto Fijo en el segundo, y que dio lugar a la emergencia de las «democracias pactadas». Este esquema estalló durante los 90: en el caso de Colombia, por el hartazgo de la población frente a la incapacidad del Estado para poner fin al conflicto armado; en el de Venezuela, por la corrupción que acompañó el giro neoliberal. Hoy ambos países se sitúan en una zona gris entre la democracia delegativa y el autoritarismo competitivo. Por diferentes motivos, se encuentran alejados de los parámetros de la democracia liberal.
Publicado en Nueva Sociedad número 227.
Texto completo: http://www.nuso.org/upload/articulos/3694_1.pdf
jeudi 17 juin 2010
ENSAYO Contra la idea de México
Mauricio Tenorio Trillo
El autor presenta un ensayo radical sobre México y lo mexicano, una enjundiosa, lúcida, risueña anatomía de esa tumba viva que es la idea folklórica de México, la idea triunfal, deformante como ninguna, del México de rebozo, ancestralidad, muralismo, pirámides, violencia y calaveras. Ese México de exportación que habita nuestras cabezas y gobierna nuestras emociones, parece gritar Mauricio Tenorio, debe morir para que México pueda verse como es y reinventarse a sí mismo.
Publicado en Nexos, junio de 2010
Texto completo del ensayo:
http://www.nexos.com.mx/?P=leerarticulo&Article=73228
El autor presenta un ensayo radical sobre México y lo mexicano, una enjundiosa, lúcida, risueña anatomía de esa tumba viva que es la idea folklórica de México, la idea triunfal, deformante como ninguna, del México de rebozo, ancestralidad, muralismo, pirámides, violencia y calaveras. Ese México de exportación que habita nuestras cabezas y gobierna nuestras emociones, parece gritar Mauricio Tenorio, debe morir para que México pueda verse como es y reinventarse a sí mismo.
Publicado en Nexos, junio de 2010
Texto completo del ensayo:
http://www.nexos.com.mx/?P=leerarticulo&Article=73228
mercredi 16 juin 2010
The End of Deference: Iran, Brazil and Turkey and the Nuclear Fuel Swap
Ian Anthony
Summary: The US has regarded Iran’s nuclear programme with suspicion since the 1980s, when senior figures in the Iranian establishment mentioned possible nuclear weapon ambitions. Other members of the international community became alarmed in 2002, when the Iranian representative to the International Atomic Energy Agency (IAEA) described a more ambitious nuclear programme than previously revealed, and one with some disturbing features. Iran and outside interlocutors, principally member states of the EU, have subsequently tried to remove concerns that Iran is seeking a nuclear weapon. This diplomatic effort has failed, and each side is now fully convinced that the other is duplicitous and acting in bad faith. This analysis looks at the implications of the nuclear fuel swap agreed on 17 May 2010 between Brazil, Iran and Turkey in the context of Iran’s nuclear programme as well as the reasons and expectations of the Brazilian and Turkish emerging powers with regard to their deal with the Iranian proliferator power.
Publicado por el Real Instituto Elcano
Texto completo del documento (en inglés):
http://www.realinstitutoelcano.org/wps/portal/rielcano_eng/Content?WCM_GLOBAL_CONTEXT=/elcano/Elcano_in/Zonas_in/ARI96-2010
Summary: The US has regarded Iran’s nuclear programme with suspicion since the 1980s, when senior figures in the Iranian establishment mentioned possible nuclear weapon ambitions. Other members of the international community became alarmed in 2002, when the Iranian representative to the International Atomic Energy Agency (IAEA) described a more ambitious nuclear programme than previously revealed, and one with some disturbing features. Iran and outside interlocutors, principally member states of the EU, have subsequently tried to remove concerns that Iran is seeking a nuclear weapon. This diplomatic effort has failed, and each side is now fully convinced that the other is duplicitous and acting in bad faith. This analysis looks at the implications of the nuclear fuel swap agreed on 17 May 2010 between Brazil, Iran and Turkey in the context of Iran’s nuclear programme as well as the reasons and expectations of the Brazilian and Turkish emerging powers with regard to their deal with the Iranian proliferator power.
Publicado por el Real Instituto Elcano
Texto completo del documento (en inglés):
http://www.realinstitutoelcano.org/wps/portal/rielcano_eng/Content?WCM_GLOBAL_CONTEXT=/elcano/Elcano_in/Zonas_in/ARI96-2010
mardi 15 juin 2010
Desempleo en América latina aumentó 0,8 puntos en 2009
Boletín CEPAL/OIT:
La tasa de desempleo subió de 7,3% a 8,1% durante 2009, menos de lo que se temía originalmente, señalan la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL) y la Organización Internacional del Trabajo (OIT) en su boletín, Coyuntura laboral en América Latina y el Caribe, publicado en este mes de junio.
En su tercer boletín conjunto, ambas organizaciones revisan el impacto laboral de la crisis económica y de la incipiente recuperación de las economías de América Latina y el Caribe a lo largo de 2009. Concluyen que el impacto laboral de la crisis no fue tan fuerte como se pronosticó inicialmente.
Si bien la crisis causó una caída en los niveles de empleo, aumentos de la tasa de desempleo y un deterioro en la calidad del empleo, el impacto fue amortiguado por la recuperación económica que se inició a mediados de 2009 a nivel global, las políticas anticíclicas aplicadas y la estabilidad del poder de compra de los salarios a causa de la inflación descendiente, con lo cual se frenó la caída de la demanda interna.
Además, el desempleo aumentó menos de lo esperado, en parte por el hecho de que muchos jóvenes dejaron de buscar trabajo ante las condiciones desfavorables del mercado laboral. Hacia fines de 2009, en muchos países ya se observaban importantes mejoras en los indicadores laborales, y en el cuarto trimestre la tasa de empleo a nivel regional alcanzó el mismo nivel registrado el mismo trimestre del año anterior. Este proceso se vio acompañado por una mayor calidad del empleo, ya que en todos los países con datos disponibles, el empleo formal volvió a crecer. El mejoramiento del mercado laboral continuó a inicios de 2010, si bien varios países todavía están lejos de superar el impacto de la crisis y el grado de reactivación difiere significativamente de un país a otro en la región, señalan.
El boletín Coyuntura laboral en América Latina y el Caribe también analiza algunas políticas adoptadas durante la crisis y que han ampliado las oportunidades de las mujeres y promovido la equidad de género. Entre ellas destacan las medidas orientadas a proteger los ingresos de los trabajadores más vulnerables, lo cual beneficia indirectamente a las mujeres por su alta concentración en estos grupos, y los programas de apoyo a la retención y promoción del empleo que han puesto especial atención en la inclusión de mujeres. Destacan además los programas de apoyo al empleo que reconocen la necesidad de fortalecer la protección a la maternidad y evitar que la crisis genere un aumento de la discriminación en contra de las mujeres. También han tenido un impacto positivo las políticas de aumento de la inversión pública que se han orientado hacia la expansión de la infraestructura social y de cuidado, lo que generará empleo femenino en el mediano plazo y contribuirá a la equidad de género a través de una mayor oferta de servicios que repercutirá en una mejor distribución de las responsabilidades domésticas.
La tasa de desempleo subió de 7,3% a 8,1% durante 2009, menos de lo que se temía originalmente, señalan la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL) y la Organización Internacional del Trabajo (OIT) en su boletín, Coyuntura laboral en América Latina y el Caribe, publicado en este mes de junio.
En su tercer boletín conjunto, ambas organizaciones revisan el impacto laboral de la crisis económica y de la incipiente recuperación de las economías de América Latina y el Caribe a lo largo de 2009. Concluyen que el impacto laboral de la crisis no fue tan fuerte como se pronosticó inicialmente.
Si bien la crisis causó una caída en los niveles de empleo, aumentos de la tasa de desempleo y un deterioro en la calidad del empleo, el impacto fue amortiguado por la recuperación económica que se inició a mediados de 2009 a nivel global, las políticas anticíclicas aplicadas y la estabilidad del poder de compra de los salarios a causa de la inflación descendiente, con lo cual se frenó la caída de la demanda interna.
Además, el desempleo aumentó menos de lo esperado, en parte por el hecho de que muchos jóvenes dejaron de buscar trabajo ante las condiciones desfavorables del mercado laboral. Hacia fines de 2009, en muchos países ya se observaban importantes mejoras en los indicadores laborales, y en el cuarto trimestre la tasa de empleo a nivel regional alcanzó el mismo nivel registrado el mismo trimestre del año anterior. Este proceso se vio acompañado por una mayor calidad del empleo, ya que en todos los países con datos disponibles, el empleo formal volvió a crecer. El mejoramiento del mercado laboral continuó a inicios de 2010, si bien varios países todavía están lejos de superar el impacto de la crisis y el grado de reactivación difiere significativamente de un país a otro en la región, señalan.
El boletín Coyuntura laboral en América Latina y el Caribe también analiza algunas políticas adoptadas durante la crisis y que han ampliado las oportunidades de las mujeres y promovido la equidad de género. Entre ellas destacan las medidas orientadas a proteger los ingresos de los trabajadores más vulnerables, lo cual beneficia indirectamente a las mujeres por su alta concentración en estos grupos, y los programas de apoyo a la retención y promoción del empleo que han puesto especial atención en la inclusión de mujeres. Destacan además los programas de apoyo al empleo que reconocen la necesidad de fortalecer la protección a la maternidad y evitar que la crisis genere un aumento de la discriminación en contra de las mujeres. También han tenido un impacto positivo las políticas de aumento de la inversión pública que se han orientado hacia la expansión de la infraestructura social y de cuidado, lo que generará empleo femenino en el mediano plazo y contribuirá a la equidad de género a través de una mayor oferta de servicios que repercutirá en una mejor distribución de las responsabilidades domésticas.
lundi 14 juin 2010
Cuba: las morbosidades políticas y los cisnes negros
Haroldo Dilla Alfonso
Resumen. Tras cuatro años, la gestión de Raúl Castro no ha producido grandes avances. Las tímidas medidas de apertura prometidas no se han profundizado. La crisis de la economía se prolonga y si no se agudiza es gracias a los subsidios del gobierno venezolano. Desde el punto de vista político, la disidencia interna se ha renovado, con la aparición de nuevas figuras y grupos, y ha tenido un hito trágico en la muerte por huelga de hambre de Orlando Zapata, aunque sin que ello se refleje en cambios en el sistema político. En suma, Cuba se encuentra hoy en una situación que Gramsci hubiera definido como «morbosidad política», en la que lo viejo no termina de morir y lo nuevo no termina de nacer.
Publicado en Nueva Sociedad, 227
Texto completo: http://www.nuso.org/upload/articulos/3693_1.pdf
Resumen. Tras cuatro años, la gestión de Raúl Castro no ha producido grandes avances. Las tímidas medidas de apertura prometidas no se han profundizado. La crisis de la economía se prolonga y si no se agudiza es gracias a los subsidios del gobierno venezolano. Desde el punto de vista político, la disidencia interna se ha renovado, con la aparición de nuevas figuras y grupos, y ha tenido un hito trágico en la muerte por huelga de hambre de Orlando Zapata, aunque sin que ello se refleje en cambios en el sistema político. En suma, Cuba se encuentra hoy en una situación que Gramsci hubiera definido como «morbosidad política», en la que lo viejo no termina de morir y lo nuevo no termina de nacer.
Publicado en Nueva Sociedad, 227
Texto completo: http://www.nuso.org/upload/articulos/3693_1.pdf
vendredi 11 juin 2010
Argentina: renace la UCR y comienza la pugna Cobos-Alfonsín

por Rogelio Núñez
La Unión Cívica Radical ha pasado en poco tiempo en Argentina de estar casi desahuciada como partido político (sacó sólo el 2,3% de los votos en 2003 y apoyó a un candidato extrapartidario en 2007) a vivir en estos momento una segunda juventud. El más que centenario partido argentino incluso puede darse el lujo de contar con varios posibles candidatos a la presidencia en 2011: el hasta ahora favorito, el vicepresidente Julio Cobos, y la nueva estrella ascendente, Ricardo Alfonsín [en la foto], hijo del expresidente Raúl Alfonsín.
Texto completo del artículo:
jeudi 10 juin 2010
Declining Inequality in Latin America: A Decade of Progress?
By Editors: Luis Lopez-Calva & Noral Lustig
In Declining Inequality in Latin America: A Decade of Progress? (Brookings Press, 2010) editors Felipe Lopez-Calva and Nora Lustig bring together leading scholars and policymakers to examine the decline of inequality in the region. Since the late 1990s, income concentration has fallen throughout Latin America. The book’s contributors take an in-depth look at four countries—Argentina, Brazil, Mexico and Peru—to determine the primary impetus to this trend. The book reveals two leading factors that may account for the reduced inequality: the narrowing of the earnings gap between skilled and low-skilled workers and the increase of government transfers to the poor.
Publicado y texto completo en:
http://www.thedialogue.org/PublicationFiles/Lustig%20LopezCalva%20Decline%20Inequality%20LA%2005-2010.pdf
In Declining Inequality in Latin America: A Decade of Progress? (Brookings Press, 2010) editors Felipe Lopez-Calva and Nora Lustig bring together leading scholars and policymakers to examine the decline of inequality in the region. Since the late 1990s, income concentration has fallen throughout Latin America. The book’s contributors take an in-depth look at four countries—Argentina, Brazil, Mexico and Peru—to determine the primary impetus to this trend. The book reveals two leading factors that may account for the reduced inequality: the narrowing of the earnings gap between skilled and low-skilled workers and the increase of government transfers to the poor.
Publicado y texto completo en:
http://www.thedialogue.org/PublicationFiles/Lustig%20LopezCalva%20Decline%20Inequality%20LA%2005-2010.pdf
mardi 8 juin 2010
La física rara vez se equivoca
Yoani Sánchez
A cada paso oigo gente que se queja del calor, esa presencia pegajosa que con la sequía se hace aún más difícil de llevar. Todos sabemos qué le sucede a la presión en el interior de una caldera si se le aplica más temperatura, de manera que para este verano se pronostican problemas y tensiones. Junio se ha iniciado a la espera de esos cambios que discurren con una lentitud agotadora, con una tibieza que empeora el escenario. Desde los primeros días del mes se les ha permitido a algunos barberos usufructuar sus locales de trabajo y han pasado de ser empleados del estado a pagarle a éste impuestos fijos y bastante altos. Por un lado, los nuevos cuentapropistas ganan en autonomía, pero –por otro– el precio de un pelado se ha disparado hasta casi el doble, en vista de que ahora ellos deben correr con los gastos del local, retribuir al fisco y tratar de tener para sí algunos dividendos.
En el punto en que todo parece más torpe es alrededor de las esperadas liberaciones de presos políticos, tan comentadas en la prensa extranjera como silenciadas en la nacional. Se suponía que ya por estos días estuvieran saliendo de prisión esos hombres que hasta el propio Silvio Rodríguez ha reconocido que recibieron condenas “demasiado duras”. El traslado de seis de ellos a otras cárceles cercanas a sus lugares de origen tiene el tufo de la maniobra dilatoria, de la burla oficial a tantas expectativas. No basta con pedir que ocurran las transformaciones. Hay que empujar para que se logren cuanto antes porque, en la peculiar alquimia de nuestra situación actual, la demora puede ser un elemento explosivo.
A cada paso oigo gente que se queja del calor, esa presencia pegajosa que con la sequía se hace aún más difícil de llevar. Todos sabemos qué le sucede a la presión en el interior de una caldera si se le aplica más temperatura, de manera que para este verano se pronostican problemas y tensiones. Junio se ha iniciado a la espera de esos cambios que discurren con una lentitud agotadora, con una tibieza que empeora el escenario. Desde los primeros días del mes se les ha permitido a algunos barberos usufructuar sus locales de trabajo y han pasado de ser empleados del estado a pagarle a éste impuestos fijos y bastante altos. Por un lado, los nuevos cuentapropistas ganan en autonomía, pero –por otro– el precio de un pelado se ha disparado hasta casi el doble, en vista de que ahora ellos deben correr con los gastos del local, retribuir al fisco y tratar de tener para sí algunos dividendos.
En el punto en que todo parece más torpe es alrededor de las esperadas liberaciones de presos políticos, tan comentadas en la prensa extranjera como silenciadas en la nacional. Se suponía que ya por estos días estuvieran saliendo de prisión esos hombres que hasta el propio Silvio Rodríguez ha reconocido que recibieron condenas “demasiado duras”. El traslado de seis de ellos a otras cárceles cercanas a sus lugares de origen tiene el tufo de la maniobra dilatoria, de la burla oficial a tantas expectativas. No basta con pedir que ocurran las transformaciones. Hay que empujar para que se logren cuanto antes porque, en la peculiar alquimia de nuestra situación actual, la demora puede ser un elemento explosivo.
Para colmo ha llegado este verano sin lluvias, con los ventiladores ronroneando todo el día y las facturas eléctricas llevándose nuestros salarios. Un sofoco perenne se percibe en las largas colas de los ómnibus, un bochorno que nos acompaña en la ya trabajosa pesquisa detrás de los alimentos. Abanicos que sólo logran echar aire caliente sobre nuestras caras, baños a golpe de jarrito y cubo de los que uno sale con las gotas de sudor brotando de nuevo sobre la piel. Son días en que mis amigos pierden la paciencia y buscan entre los papeles familiares a ver si aparece el acta de nacimiento del abuelo español. En los ojos de muchos se lee una frase no expresada: “Ya no aguanto más”. Tranquilos, les digo, quizás el calor es el catalizador que nos hace falta, el empujón que necesita una población aletargada para exigir que las prometidas aperturas no demoren un mes más.
Publicado en: http://www.desdecuba.com/generaciony/
La visión del Partido dos Trabalhadores
Atuação junt o a emergentes reforça posição do Brasil por reforma da ONU
"O Brasil continuou a insistir que a normalidade hondurenha só seria possível com a volta de Zelaya ao poder. Quando houve eleições, os Estados Unidos apressaram-se em reconhecer a vitória de Porfírio 'Pepe' Lobo. A resposta do presidente Lula foi diferente. "Não dá para fazer concessão a golpista. Ponto pacífico", afirmou."
"André Luiz Reis da Silva, professor de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, entende que, diferentemente do que apontam algumas críticas, muitas vezes vindas de outros países, o Brasil não deixou o Mercosul de lado. "Como o Brasil se agigantou ao longo da década, ocorreu uma difusão de interesses. O Mercosul não é nosso único espaço de atuação, o Brasil é um ator global", argumenta."
Artículo completo en:http://www.pt.org.br/portalpt/noticias/internacional-1/atuacao-junt-o-a-emergentes-reforca-posicao-do-brasil-por-reforma-da-onu-5591.html
"O Brasil continuou a insistir que a normalidade hondurenha só seria possível com a volta de Zelaya ao poder. Quando houve eleições, os Estados Unidos apressaram-se em reconhecer a vitória de Porfírio 'Pepe' Lobo. A resposta do presidente Lula foi diferente. "Não dá para fazer concessão a golpista. Ponto pacífico", afirmou."
"André Luiz Reis da Silva, professor de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, entende que, diferentemente do que apontam algumas críticas, muitas vezes vindas de outros países, o Brasil não deixou o Mercosul de lado. "Como o Brasil se agigantou ao longo da década, ocorreu uma difusão de interesses. O Mercosul não é nosso único espaço de atuação, o Brasil é um ator global", argumenta."
Artículo completo en:http://www.pt.org.br/portalpt/noticias/internacional-1/atuacao-junt-o-a-emergentes-reforca-posicao-do-brasil-por-reforma-da-onu-5591.html
lundi 7 juin 2010
ELECCIÓN PRESIDENCIAL [EN MÉXICO]
por Rubén Aguilar Valenzuela
Texto completo del artículo:
http://www.infolatam.com/entrada/eleccion_presidencial-21164.html
"Si hoy fueran las elecciones para la Presidencia de la República, el PRI ganaría con 34% de los votos seguido del PAN con 22% y el PRD con 8 por ciento. Después vendría el PVEM y el PT con el 4%, el Panal con 3% y Convergencia con 2% (Reforma 10.05.30)".
"A dos años de las elecciones, los candidatos con mayor intención de votos son: Enrique Peña Nieto (PRI) que oscila entre 34 y 40%, Santiago Creel (PAN) entre 12 y 14% y Andrés Manuel López Obrador (PRD-PT-Convergencia) entre 12 y 14 por ciento".
http://www.infolatam.com/entrada/eleccion_presidencial-21164.html
vendredi 4 juin 2010
DERECHO COMÚN Y JUSTICIA INDÍGENA
por José Valencia
"En el derecho ordinario, existen principios para dirimir discrepancias entre normas legales, pero otro panorama se presenta al producirse disonancias o abiertas contradicciones entre el derecho común y cánones sustentados en la religión o la tradición ancestral. ¿Cómo sortear estas situaciones de conflicto cuando el mismo derecho general (Constitución del Ecuador, art. 171) reconoce la vigencia y la aplicación de tradiciones jurídicas ancestrales?"
Texto completo del artículo publicado en HOY (Quito, Ecuador):
"En el derecho ordinario, existen principios para dirimir discrepancias entre normas legales, pero otro panorama se presenta al producirse disonancias o abiertas contradicciones entre el derecho común y cánones sustentados en la religión o la tradición ancestral. ¿Cómo sortear estas situaciones de conflicto cuando el mismo derecho general (Constitución del Ecuador, art. 171) reconoce la vigencia y la aplicación de tradiciones jurídicas ancestrales?"
Texto completo del artículo publicado en HOY (Quito, Ecuador):
jeudi 3 juin 2010
Colombia. Carta Abierta del Polo al Partido Verde
mercredi 2 juin 2010
ELECCIONES EN COLOMBIA - OPINIÓN
¿Todo está consumado?
por Pedro Medellín Torres
"El establecimiento va a tener que hacer otro "esfuercito", en dinero y especie, si es que quiere ganar en la segunda vuelta, porque no todo está consumado."
Artículo completo en:
http://www.eltiempo.com/opinion/columnistas/pedromedellntorres/todo-esta-consumado_7733650-1
por Pedro Medellín Torres
"La clase política se la jugó a fondo. El miedo que a unos le producía que la propuesta de eliminar el clientelismo terminara con una revocatoria del Congreso, y a otros que el rescate de la legalidad acabara llevándolos ante las cortes internacionales, los forzó a mover toda su fuerza electoral. Tuvieron que meterla toda, tratando de alcanzar esa mitad más uno que les asegurara la victoria en primera vuelta. Pero no pudieron ... Los resultados dependerán de lo que haga el Partido Verde".
Artículo completo en:
http://www.eltiempo.com/opinion/columnistas/pedromedellntorres/todo-esta-consumado_7733650-1
mardi 1 juin 2010
Opinión - La trampa de la renovación en el progresismo
Por Daniel Grimaldi.
Texto completo del artículo: http://www.chile21.cl/2010/05/28/la-trampa-de-la-renovacion-en-el-progresismo/
Politólogo. Investigador asociado a la Fundación Chile 21
Una cosa es la renovación de dirigentes, otra la renovación de la organización del partido y otra muy distinta, la renovación de la izquierda chilena. Estas tres dimensiones se confunden hoy en el debate en Chile, instalando la idea que el recambio de dirigentes en el socialismo democrático -hoy llamado progresismo- implica por añadidura los otros dos cambios, llevándonos a falsas expectativas de las “transformaciones posibles”.
Una cosa es la renovación de dirigentes, otra la renovación de la organización del partido y otra muy distinta, la renovación de la izquierda chilena. Estas tres dimensiones se confunden hoy en el debate en Chile, instalando la idea que el recambio de dirigentes en el socialismo democrático -hoy llamado progresismo- implica por añadidura los otros dos cambios, llevándonos a falsas expectativas de las “transformaciones posibles”.
Texto completo del artículo: http://www.chile21.cl/2010/05/28/la-trampa-de-la-renovacion-en-el-progresismo/
lundi 31 mai 2010
Opinión : Teoría del caos
por Rocío San Miguel
El Gobierno venezolano avanzará en medidas populistas de amplia aceptación que renovaron las esperanzas de una nación en busca de su propio paradigma social; sirviéndose Chávez de la teoría del caos, que agota psicológica y físicamente a quienes aspiren a la democracia.
Brazil and Iran: A diplomatic triumph or a missed opportunity?
By Peter Hakim
Source: América Economía
Full text: http://www.thedialogue.org/page.cfm?pageID=32&pubID=2379
A “triumph of diplomacy” was how Brazilian President Lula da Silva portrayed Brazil and Turkey’s recent nuclear accord with Iran. And that’s what it looked like at first. The two countries managed to clinch a deal similar to the agreement that the US and other world powers had unsuccessfully pursued last year. But, shortly thereafter, US Secretary of State Clinton announced that the US, Russia, Britain, France, and China (i.e., the permanent members of the UN Security Council) had agreed to tighten sanctions on Iran—precisely what the Brazil/Turkey initiative was supposed to prevent. Lula’s diplomacy had not prevailed. This confusing sequence of events raises several critical questions about Brazil’s global agenda and influence.
Source: América Economía
Full text: http://www.thedialogue.org/page.cfm?pageID=32&pubID=2379
Seminario de liderazgo del Instituto Pablo Iglesias:Manuel Zafra, experto en política local, anima a jóvenes venezolanos de Acción Democrática a reivindicar la mentalidad ampliada, romper la espiral del silencio y combatir el populismo plebiscitario.
Noticia completa en: http://www.fundacionideas.es/sites/default/files/Seminario_Liderazgo_Politico.pdf
mardi 25 mai 2010
Elecciones en Colombia. Opinión
Apuesto por la equidad
por Francis Cajiao
"Si se propende decididamente a una sociedad más justa, mediante un modelo económico que promueva la dignidad humana, seguramente tendremos mayores posibilidades de consolidar una democracia que garantice educación, salud, empleo y oportunidades a todos los ciudadanos.
Los candidatos menos populares en las encuestas son los que tienen propuestas más claras en este sentido. Tal vez su papel de coleros en las adivinaciones estadísticas les ha conferido mayor libertad para proponer alternativas audaces y programas juiciosamente elaborados. Pardo [Partido Liberal, Internacional Socialista], Vargas y Petro [Polo Democrático, observador IS] no están improvisando propuestas y respuestas para mantener un índice de sintonía. Sus planteamientos estaban escritos antes de iniciarse la campaña y los han ido presentando en la medida de las posibilidades.
A mí, personalmente, me gusta mucho la propuesta de Rafael Pardo y su defensa sin ambigüedad de la educación pública, que, combinada con la propuesta de financiamiento enunciada por Petro, marcaría un cambio profundo para el país."
Artículo completo: http://www.eltiempo.com/opinion/columnistas/franciscocajiao/apuesto-por-la-equidad_7723886-1
por Francis Cajiao
"Si se propende decididamente a una sociedad más justa, mediante un modelo económico que promueva la dignidad humana, seguramente tendremos mayores posibilidades de consolidar una democracia que garantice educación, salud, empleo y oportunidades a todos los ciudadanos.
Los candidatos menos populares en las encuestas son los que tienen propuestas más claras en este sentido. Tal vez su papel de coleros en las adivinaciones estadísticas les ha conferido mayor libertad para proponer alternativas audaces y programas juiciosamente elaborados. Pardo [Partido Liberal, Internacional Socialista], Vargas y Petro [Polo Democrático, observador IS] no están improvisando propuestas y respuestas para mantener un índice de sintonía. Sus planteamientos estaban escritos antes de iniciarse la campaña y los han ido presentando en la medida de las posibilidades.
A mí, personalmente, me gusta mucho la propuesta de Rafael Pardo y su defensa sin ambigüedad de la educación pública, que, combinada con la propuesta de financiamiento enunciada por Petro, marcaría un cambio profundo para el país."
Artículo completo: http://www.eltiempo.com/opinion/columnistas/franciscocajiao/apuesto-por-la-equidad_7723886-1
vendredi 21 mai 2010
Tourism Development and Regional Integration in Central America
Lucy Ferguson
Summary: Since the signing of the Peace Agreements, tourism has emerged as a primary development strategy for Central American countries. At the same time, tourism has become a driving force for the regional political-economic integration project, facilitating consensus between governments over the regional developmental model. This article outlines the contours of the dual processes of regional integration and tourism development in contemporary Central America. It argues that a convergence of development priorities across the region around export-oriented growth and commitments to poverty reduction has placed tourism as a driver of the regional integration project.
Summary: Since the signing of the Peace Agreements, tourism has emerged as a primary development strategy for Central American countries. At the same time, tourism has become a driving force for the regional political-economic integration project, facilitating consensus between governments over the regional developmental model. This article outlines the contours of the dual processes of regional integration and tourism development in contemporary Central America. It argues that a convergence of development priorities across the region around export-oriented growth and commitments to poverty reduction has placed tourism as a driver of the regional integration project.
Full article:
http://http://www.realinstitutoelcano.org/wps/portal/rielcano_eng/Content?WCM_GLOBAL_CONTEXT=/elcano/Elcano_in/Zonas_in/ARI86-2010
jeudi 20 mai 2010
EUROLAT: OBJETIVOS CUMPLIDOS

por Luis Yáñez-Barnuevo
La IV Sesión Plenaria de la Asamblea Parlamentaria Eurolatinamericana (EUROLAT) que se ha reunido en Sevilla del 13 al 16 de mayo de 2010, tenía como objetivo principal promover los Acuerdos de Asociación Estratégicos entre la UE y ALC que se iban a tratar en la Cumbre de Jefes de Estado y Gobierno de la UE-ALC que sólo unos días después, el 17 y 18, se iba a celebrar en Madrid.
Visto los resultados de dicha Cumbre, bien podemos decir que EUROLAT cumplió plenamente sus objetivos porque en Madrid se han firmado los Acuerdos UE-América Central, los Acuerdos con Perú y Colombia y se ha acordado relanzar las negociaciones para un gran Acuerdo de Asociación Estratégica de la UE con MERCOSUR.
Y es que ese conjunto de acuerdos, junto con los ya existentes con México y Chile, constituyen el despliegue político-jurídico-económico que va construyendo una comunidad de intereses y valores eurolatino-americana; es decir va a sentar las bases a la creación de un bloque de más de sesenta países, mil millones de ciudadanos, una cuarta parte de los miembros de NNUU y un 25% del PIB mundial, que responda como un todo armónico a los retos y desafíos de la globalización.
Visto los resultados de dicha Cumbre, bien podemos decir que EUROLAT cumplió plenamente sus objetivos porque en Madrid se han firmado los Acuerdos UE-América Central, los Acuerdos con Perú y Colombia y se ha acordado relanzar las negociaciones para un gran Acuerdo de Asociación Estratégica de la UE con MERCOSUR.
Y es que ese conjunto de acuerdos, junto con los ya existentes con México y Chile, constituyen el despliegue político-jurídico-económico que va construyendo una comunidad de intereses y valores eurolatino-americana; es decir va a sentar las bases a la creación de un bloque de más de sesenta países, mil millones de ciudadanos, una cuarta parte de los miembros de NNUU y un 25% del PIB mundial, que responda como un todo armónico a los retos y desafíos de la globalización.
Asuntos como el cambio climático, la reforma de la OMC, el fenómeno de la emigración y otros, fueron tratados en Sevilla, ciudad anfitriona en la que además se produjo un franco debate con el Ministro de Asuntos Exteriores de España, Miguel Ángel Moratinos, con el ex-presidente de Perú, Alejandro Toledo, todo ello en un clima de convivencia y diálogo que augura un buen futuro.
La seguridad social y las transformaciones sociales latinoamericanas
Ernesto Aldo Isuani
Summary.
In recent decades, Latin America has seen three phenomena related to systems of social security: a deterioration of labour market conditions and the resulting impact on poverty and equality levels; reforms –implemented by many countries– and the problem of continuing the expansion experienced in the post-war period, as much in the area of pensions as in that of health care; and the expansion of State social spending, although with a regressive bias. Starting with an analysis of Carmelo Mesa-Lago’s work, the article analyzes these three tendencies and concludes that it is necessary to deeply revise the current focus –which ties social security to the formal labour market– in order to bring in basic protection that reaches the most vulnerable sectors of our societies.
Summary.
In recent decades, Latin America has seen three phenomena related to systems of social security: a deterioration of labour market conditions and the resulting impact on poverty and equality levels; reforms –implemented by many countries– and the problem of continuing the expansion experienced in the post-war period, as much in the area of pensions as in that of health care; and the expansion of State social spending, although with a regressive bias. Starting with an analysis of Carmelo Mesa-Lago’s work, the article analyzes these three tendencies and concludes that it is necessary to deeply revise the current focus –which ties social security to the formal labour market– in order to bring in basic protection that reaches the most vulnerable sectors of our societies.
Publicado en Nueva Sociedad, 226
Texto completo: http://www.nuso.org/upload/articulos/3682_1.pdf
mercredi 19 mai 2010
México y su lucha contra el narcotráfico
La compleja situación de México en materia de seguridad, derivada de los nefastos efectos del narcotráfico y la delincuencia organizada, sigue ahondándose día a día tras el secuestro de Diego Fernández de Cevallos, ex candidato presidencial del gobernante Partido de Acción Nacional (PAN), así como el asesinato por sicarios de unas 4.000 personas en lo que va corrido del año. Lo anterior genera gran preocupación dentro y fuera del país, mientras aumentan las críticas al manejo que le ha venido dando el actual gobierno.
Texto completo del editorial de El Espectador:
Texto completo del editorial de El Espectador:
mardi 18 mai 2010
El relanzamiento de las negociaciones Europa - MERCOSUR
por Julio Brudman
"... Para Barroso y otros funcionarios de Bruselas, Europa tiene que abrir mercados para enfrentar la parálisis que se viene. En los cálculos que manejan, un acuerdo con el MERCOSUR dejaría un saldo comercial equilibrado o favorable a Europa. Pero en el actual clima de crisis y tensión socio-política, las voces sectoriales contrarias, lideradas por el agro francés, se hacen sentir con fuerza política. Aunque las condiciones estructurales para avanzar sean mejores que nunca antes, el ánimo de la coyuntura opera para mantener estancado un acuerdo que sería mutuamente beneficioso".
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"... Para Barroso y otros funcionarios de Bruselas, Europa tiene que abrir mercados para enfrentar la parálisis que se viene. En los cálculos que manejan, un acuerdo con el MERCOSUR dejaría un saldo comercial equilibrado o favorable a Europa. Pero en el actual clima de crisis y tensión socio-política, las voces sectoriales contrarias, lideradas por el agro francés, se hacen sentir con fuerza política. Aunque las condiciones estructurales para avanzar sean mejores que nunca antes, el ánimo de la coyuntura opera para mantener estancado un acuerdo que sería mutuamente beneficioso".
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lundi 17 mai 2010
EUROLAT - Mensaje a la VI Cumbre Unión Europea–América Latina y Caribe de Madrid de 18 de mayo de 2010
Sábado, 15 de mayo de 2010 – Sevilla (España)
Apoyar los diversos procesos de integración regional en América Latina que constituyen la base de la Asociación Estratégica;
Apoyar el proceso tendente a la conclusión del Acuerdo de Asociación Unión Europea con Centroamérica y la reanudación de las negociaciones de un Acuerdo de Asociación con Mercosur;
Apoyar el proceso tendente a la firma del Acuerdo Comercial Multipartito entre la Unión Europea y los países de la Comunidad Andina y la actualización y mejora del Acuerdo Político y de Cooperación de 2003 entre la UE y la CAN;
Apoyar la creación de la Fundación Europa- América Latina y el Caribe, cuyos objetivos principales deberían ir dirigidos a contribuir a la preparación de las Cumbres, al seguimientos de las decisiones y líneas de acción política en ellas decididas, y a servir de foro de diálogo y de coordinación en los períodos entre Cumbres para el conjunto de actores políticos, institucionales, académicos y de la sociedad civil que se ocupan del refuerzo de las relaciones euro-latinoamericanas; crear, bajo supervisión y coordinación de dicha Fundación, un Observatorio de la Migración en el área euro-latinoamericana, encargado del seguimiento permanente y detallado de todas las cuestiones vinculadas con los flujos migratorios en dicha área;
Insistir en que las políticas y prácticas migratorias de ambas regiones aseguren tanto el respeto de los derechos fundamentales de todos los migrantes, como una gestión ordenada, informada y segura de los flujos migratorios, con base en el principio de la responsabilidad compartida.
Texto completo del mensaje en diferentes versiones lingüísticas en:
http://www.europarl.europa.eu/intcoop/eurolat/default_en.htm
La Asamblea Parlamentaria Euro-latinoamericana, reunida en Sevilla del 13 al 15 de mayo de 2010, aprobó un mensaje a la VI Cumbre UE/ALC que contiene entre otras la siguientes propuestas y recomendaciones:
Apoyar los diversos procesos de integración regional en América Latina que constituyen la base de la Asociación Estratégica;
Apoyar el proceso tendente a la conclusión del Acuerdo de Asociación Unión Europea con Centroamérica y la reanudación de las negociaciones de un Acuerdo de Asociación con Mercosur;
Apoyar el proceso tendente a la firma del Acuerdo Comercial Multipartito entre la Unión Europea y los países de la Comunidad Andina y la actualización y mejora del Acuerdo Político y de Cooperación de 2003 entre la UE y la CAN;
Apoyar la creación de la Fundación Europa- América Latina y el Caribe, cuyos objetivos principales deberían ir dirigidos a contribuir a la preparación de las Cumbres, al seguimientos de las decisiones y líneas de acción política en ellas decididas, y a servir de foro de diálogo y de coordinación en los períodos entre Cumbres para el conjunto de actores políticos, institucionales, académicos y de la sociedad civil que se ocupan del refuerzo de las relaciones euro-latinoamericanas; crear, bajo supervisión y coordinación de dicha Fundación, un Observatorio de la Migración en el área euro-latinoamericana, encargado del seguimiento permanente y detallado de todas las cuestiones vinculadas con los flujos migratorios en dicha área;
Insistir en que las políticas y prácticas migratorias de ambas regiones aseguren tanto el respeto de los derechos fundamentales de todos los migrantes, como una gestión ordenada, informada y segura de los flujos migratorios, con base en el principio de la responsabilidad compartida.
Texto completo del mensaje en diferentes versiones lingüísticas en:
http://www.europarl.europa.eu/intcoop/eurolat/default_en.htm
mercredi 12 mai 2010
Uruguay. Reflexiones sobre los resultados de las elecciones locales.
Uruguay. Reflexiones sobre los resultados de las elecciones locales.El partido de gobierno reflexiona frente a su nuevo espejo, el partido conservador celebra sus espejismos
Paradoja: los perdedores festejan, y los ganadores parecen estar tristes
Diez aportes para la reflexión.
- El FA obtuvo el 47, 42% de los votos válidos de todo el país, a sólo 2,59% de la mayoría absoluta.
- Los votos sumados de los dos grandes partidos tradicionales, solo superan por 3,51% al Frente Amplio.
- El FA ganó los tres más grandes departamentos del país, Montevideo, Canelones y Maldonado, por márgenes abrumadores.
- Ganó ademas en forma contundente la intendencia de Rocha, derrotando por amplio margen a todos los demás partidos sumados.
- Concretó la utopía en Artigas, centenario feudo colorado que por primera vez pasará a ser gobernado por la izquierda y además, también por primera vez por un corazón femenino.
- El Partido Nacional no aumentó la votación de octubre y el Partido Colorado, otro festejante, disminuyó en decenas de miles los votos obtenidos en la última elección.
- Los sufragios que perdió el FA son casi exactamente los mismos que se volcaron al voto en blanco o anulado, votos que no se trasladaron a los partidos tradicionales. Todos los analistas coinciden en que son sufragios de izquierda que exigen cambios en la estructura frentista.
- Cerrado el escrutinio el Frente Amplio también ganó en Florida, sumando un sexto departamento a la izquierda nacional, aunque la diferencia a su favor es mínima y puede variar al computarse los votos observados.
- Los dos departamentos clave que perdió el FA por escasísimo margen, Salto y Paysandú, causa de la actual desazón, fueron obtenidos por una alianza no declarada de los dos partidos tradicionales. Uno apoyando al Partido Colorado en Salto y otro apoyando al Partido Nacional en Paysandú.
- Y como siempre, lo único permanente, deben ser los cambios. Es la hora de la reflexión, la serenidad y el realismo.
Ganadores y perdedores del domingo: http://www.larepublica.com.uy/politica/409900-ganadores-y-perdedores-del-domingo
Publicado en: La república, 11 de mayo de 2010.
mardi 11 mai 2010
Asamblea Parlamentaria Euro-Latinoamericana (EUROLAT)
IV Sesión Plenaria Ordinaria14 -15 de Mayo de 2010, Palacio de Congresos y Exposiciones (FIBES)
Sevilla, España
Sevilla acoge el 13 y 15 de mayo la IV Sesión Plenaria de la Asamblea Parlamentaria Euro-Latinoamérica (Eurolat), en la que participa una delegación de diputados europeos socialistas, entre ellos, Luis Yáñez, portavoz de los socialistas europeos en Eurolat; Dagmar Roth-Behrendt, vicepresidenta del Parlamento Europeo (PE); Luís Capoulas Santos, vicepresidente primero de Eurolat; Ramón Jáuregui, presidente de la Comisión Parlamentaria Mixta UE-México; María Muñiz, presidenta de la Comisión Parlamentaria Mixta UE-Chile; Emine Bozkurt, presidenta de la Delegación del PE para las relaciones con los países de Centroamérica, y Edite Estrela, presidenta de la comisión de asuntos sociales de Eurolat.
Durante esta sesión se aprobará el informe de María Muñiz sobre "Migración en las relaciones Unión Europea, América Latina y Caribe”, que entre otras propuestas, recoge la creación del Observatorio de las Migraciones en la futura Fundación EUROLAC. También se votarán los informes de Ramón Jáuregui sobre “La Asociación UE-América Latina en la perspectiva de la VI Cumbre de Madrid en Mayo de 2010” y de Bernadette Vergnaud sobre la "Reforma de la OMC.
En esta decidida apuesta de los socialistas por seguir consolidando las relaciones entre la UE y América Latina como la mejor forma de hacer frente a los desafíos actuales -tales como la seguridad, la energía o el cambio climático-, la profundización de las relaciones estratégicas birrregionales será uno de los asuntos clave de las reuniones, ya que en los últimos meses se han producido avances en las negociaciones de los acuerdos con los socios latinoamericanos, como es el caso de Centroamérica y Mercosur.
Proyecto de orden del día: http://www.europarl.europa.eu/intcoop/eurolat/assembly/plenary_sessions/seville_2010/draft_agenda_plenary/815896es.pdf
http://http://www.europarl.europa.eu/intcoop/eurolat/assembly/plenary_sessions/seville_2010/joint_programme_es.pdf
lundi 10 mai 2010
Rusia en América Latina (y viceversa)
Vladimir M. Davydov
Summary.
With the disappearance of the Soviet Union, Russia’s power shrank on the international stage. The relationship with Latin American countries, many of whom had enjoyed diplomatic ties with the old Russian State since the 19th century, suffered this change. However, since the middle of the 1990s, relationships have gained strength: commercial exchange has increased, visits by heads of State have multiplied and strategic associations (particularly with Brazil) have strengthened. The article analyzes the different aspects of the Russian-Latin American relationship, and maintains that it demonstrates a rising tendency in the new world order.
Summary.
With the disappearance of the Soviet Union, Russia’s power shrank on the international stage. The relationship with Latin American countries, many of whom had enjoyed diplomatic ties with the old Russian State since the 19th century, suffered this change. However, since the middle of the 1990s, relationships have gained strength: commercial exchange has increased, visits by heads of State have multiplied and strategic associations (particularly with Brazil) have strengthened. The article analyzes the different aspects of the Russian-Latin American relationship, and maintains that it demonstrates a rising tendency in the new world order.
Texto completo: PDF
Publicado en:Nueva Sociedad, 226.
vendredi 7 mai 2010
Opinión - El PRD, atrapado en su adolescencia
por José Contreras
El Partido de la Revolución Democrática [PRD, México] llega este miércoles a su cumpleaños número 21 sin haber superado aún la inmadurez de la adolescencia. La breve vida del PRD ha estado caracterizada por los dramáticos altibajos electorales, por la dependencia patológica hacia el caudillo en turno y por la guerra intestina, a veces canibalesca, entre corrientes, por acceder al poder. Una constante en la vida de este partido ha sido su incapacidad para sostener sus avances electorales, que los ha tenido, y muy importantes.
El Partido de la Revolución Democrática [PRD, México] llega este miércoles a su cumpleaños número 21 sin haber superado aún la inmadurez de la adolescencia. La breve vida del PRD ha estado caracterizada por los dramáticos altibajos electorales, por la dependencia patológica hacia el caudillo en turno y por la guerra intestina, a veces canibalesca, entre corrientes, por acceder al poder. Una constante en la vida de este partido ha sido su incapacidad para sostener sus avances electorales, que los ha tenido, y muy importantes.
El PRD fue fundado el 5 de mayo de 1989 por un grupo de políticos que habían renunciado al PRI en 1987, entre los que destacaban Cuauhtémoc Cárdenas, Porfirio Muñoz Ledo e Ifigenia Martínez. El Partido Socialista de México, que encabezaba Heberto Castillo, cedió su registro al naciente PRD, el cual se nutrió con diversas corrientes de la izquierda tradicional y con algunos membretes, como el Partido del Frente Cardenista de Reconstrucción Nacional, de donde proviene su actual dirigente, Jesús Ortega Martínez. Desde su fundación, el PRD dependió de la figura del ingeniero Cárdenas, quien tomaba decisiones sobre la conducción del partido y sobre la definición de candidaturas a cargos de elección popular más allá del periodo en que fungió como dirigente formal. Fue el ingeniero el que alentó el crecimiento de Andrés Manuel López Obrador, a quien hizo dirigente del partido y luego candidato a jefe de Gobierno del Distrito Federal, hasta que el liderazgo del tabasqueño rebasó al de Cárdenas y se convirtió en el nuevo caudillo.
Con el transcurso de los años muchos personajes serios de izquierda dejaron el PRD, como Gilberto Rincón Gallardo, Jorge Alcocer, Joel Ortega Juárez, José Woldenberg y recientemente los hermanos René Arce y Víctor Hugo Círigo. Los que quedan en el PRD están agrupados en diversas corrientes de expresión y se disputan, muchas veces con violencia y con trampas, el control del partido y el acceso al poder.
En varios momentos de su vida el PRD ha logrado importantes avances electorales, pero hay quienes piensan que los perredistas ni cuenta se han dado de ello. En 1997, con sólo ocho años de edad, el PRD logró una importante victoria al arrasar al PRI en el Distrito Federal tanto en diputaciones locales como en federales, lo que llevó a los priistas a perder el control de la Cámara de Diputados. El PRD se colocó como la segunda fuerza electoral del país, pero tres años después perdió varios distritos en el DF y estuvo a punto de perder la jefatura de Gobierno. Y volvió a su histórico tercer lugar. En el 2006, el PRD estuvo a medio punto porcentual de ganar la Presidencia de la República con Andrés Manuel López Obrador como candidato. Se colocó nuevamente como segunda fuerza electoral, ahora por encima del PRI, pero los perredistas, de la mano de López Obrador, optaron por el camino de la confrontación y las acciones de resistencia y dilapidaron con ello todo el capital político que habían ganado. En las elecciones federales del 2009, el PRD perdió más de la mitad de las curules que había obtenido en el 2006 y regresó una vez más a su lugar histórico de tercera fuerza nacional, que se resiste a dejar.
El PRD celebrará su cumpleaños número 21 con la fractura más severa que ha sufrido desde su fundación, en donde la dirigencia formal está en manos del líder de Nueva Izquierda, Jesús Ortega, pero otras corrientes y miles de militantes siguen los dictados de Andrés Manuel López Obrador. El PRD no está precisamente en su mejor momento. El hecho de que su principal fundador, Cuauhtémoc Cárdenas, no acuda a las celebraciones de los aniversarios desde hace varios años lo confirma.
Publicado en: La crónica de hoy, 5 de mayo de 2010.
Publicado en: La crónica de hoy, 5 de mayo de 2010.
jeudi 6 mai 2010
President Spandex?
By Michael ShifterThe man who once mooned an auditorium of students, dressed up as a superhero to teach civics lessons, and cleaned up Bogotá while he was at it just might become Colombia's next president: Antanas Mockus.
Source: Foreign Policy
Full text: http://www.thedialogue.org/page.cfm?pageID=32&pubID=2351
mercredi 5 mai 2010
La brevedad de las consignas
por Yoani Sánchez
Hoy me desperté con el ruido de los altavoces gritando consignas y el claxon de los ómnibus que devolvían a sus provincias a miles de participantes en la manifestación del primero de mayo. El desfile fue anunciado durante semanas por todos los medios oficiales como “una digna respuesta a la campaña mediática” contra el gobierno cubano. En los centros laborales todos tuvieron que poner por escrito su compromiso de asistir, de no ausentarse a la cita “con la Patria”. Muchos estudiantes de pre universitario y tecnológico durmieron ayer en las escuelas para ser llevados –muy temprano– a la Plaza de la Revolución, pues nada podía quedar al azar en esta congregación por el día de los trabajadores. Curiosamente, no se vieron pancartas pidiendo mejorías salariales o criticando las radicales reducciones de personal que se suceden por estos días.
Hoy me desperté con el ruido de los altavoces gritando consignas y el claxon de los ómnibus que devolvían a sus provincias a miles de participantes en la manifestación del primero de mayo. El desfile fue anunciado durante semanas por todos los medios oficiales como “una digna respuesta a la campaña mediática” contra el gobierno cubano. En los centros laborales todos tuvieron que poner por escrito su compromiso de asistir, de no ausentarse a la cita “con la Patria”. Muchos estudiantes de pre universitario y tecnológico durmieron ayer en las escuelas para ser llevados –muy temprano– a la Plaza de la Revolución, pues nada podía quedar al azar en esta congregación por el día de los trabajadores. Curiosamente, no se vieron pancartas pidiendo mejorías salariales o criticando las radicales reducciones de personal que se suceden por estos días.
Durante toda esta jornada, he estado evocando a Baby y Pablito, que en los años anteriores agitaban sus banderitas de papel en aquel enorme complejo arquitectónico donde los seres humanos nos vemos tan pequeños, tan anónimos. Recuerdo que iban con sus pulóveres rojos y antes de salir del barrio tocaban a las puertas para que nadie pudiera evadirse de sus responsabilidades con la Revolución. Fue precisamente en la sala de su casa donde se puso aquel libro que 8 013 966 cubanos tuvieron que firmar para hacer el socialismo irreversible. Los vendedores ilegales evitaban llamar a su puerta y los vecinos –al hablar de este matrimonio– se daban un toque con los dedos índices y del medio sobre el hombro, señal que indica en Cuba que alguien pertenece a las filas militares o al Ministerio del Interior.
Hace apenas unos meses, nos enteramos que la activa pareja emigraba hacia Estados Unidos pues se había ganado un cupo en la lotería de visas de ese país. Ella entregó el cargo de vigilancia que tenía en el CDR y él se libró del carnet del Partido Comunista en una reunión donde todos se quedaron boquiabiertos ante la noticia de la partida. Comenzaron a comprar públicamente leche y huevos en el mercado negro y unos días antes de partir regalaron parte de su ropa, incluyendo aquellos atuendos de colores intensos con que desfilaban. Subieron al avión y dejaron atrás una piel –o una máscara– que habían llevado encima largos años, pues desde Hialeah ahora siguen a la blogósfera alternativa cubana, están alarmados por lo que le ocurre a las Damas de Blanco y ya no hablan con veneración –sino con irritación– de nuestros gobernantes.
Su incondicionalidad ideológica fue tan breve como el color de las banderitas de papel que quedan en el suelo de la plaza y sobre las que cae el empecinado aguacero del primer día de mayo.
Publicado en: http://www.desdecuba.com/generaciony/
mardi 4 mai 2010
¿Es factible que en la Cumbre de Madrid se relancen las negociaciones UE-Mercosur?
por Félix PeñaResumen: Las negociaciones para un acuerdo de asociación entre la UE y el Mercosur se encuentran estancadas desde octubre de 2004. Hubo varios intentos para retornar a la mesa negociadora. No tuvieron éxito. Pero en los últimos meses se ha instalado la idea de que con ocasión de la VI Cumbre ALC-UE de Madrid se pudiera anunciar formalmente su relanzamiento. Se observan factores que podrían explicar la existencia de mayores incentivos para retomar el proceso negociador. Sin embargo, aún no está claro que estos sean suficientemente intensos. De allí la prudencia [en el caso de Francia, clara oposición] que manifiestan los negociadores –y el escepticismo de quienes no son negociadores– sobre las posibilidades reales de que tal relanzamiento se produzca a fin de concluir con un acuerdo en el segundo semestre del año. Si hubiera la necesaria voluntad política, los nudos que han trabado hasta el presente las negociaciones podrían ser resueltos con imaginación en el plano técnico, introduciendo mecanismos flexibles que permitan contemplar los intereses de ambas partes. De no ser relanzadas en Madrid, sería difícil imaginar que pudieran ser retomadas luego. Tampoco es fácil visualizar opciones realistas a un acuerdo bi-regional con compromisos comerciales preferenciales.
Texto compmep en: Real Instituto Elcano:
http://http://www.realinstitutoelcano.org/wps/portal/rielcano/contenido?WCM_GLOBAL_CONTEXT=/elcano/elcano_es/zonas_es/america+latina/ari65-2010lundi 3 mai 2010
Las secuelas regionales de la crisis de Honduras
por Carlos A. Romero
Summary. The crisis in Honduras has opened profound cracks in the regional political debate, not because it has been converted into a laboratory of ideas but because it is a kind of metaphysical morgue that holds the remains of processes, norms and ideas that were not able to effectively respond to the situation. It was clear that the interference of the international community in internal affairs of the people has its limits –even when in defense of the democratic system– and that the United States has national interests that transcend the supposedly good intentions of President Obama. In this context, the article sustains that Honduras could be a starting point to critically consider Latin America’s regional configuration and the continent’s place in the international structure.
Texto completo: PDF
Publicado en: http://www.nuso.org/upload/articulos/3686_1.pdf
Summary. The crisis in Honduras has opened profound cracks in the regional political debate, not because it has been converted into a laboratory of ideas but because it is a kind of metaphysical morgue that holds the remains of processes, norms and ideas that were not able to effectively respond to the situation. It was clear that the interference of the international community in internal affairs of the people has its limits –even when in defense of the democratic system– and that the United States has national interests that transcend the supposedly good intentions of President Obama. In this context, the article sustains that Honduras could be a starting point to critically consider Latin America’s regional configuration and the continent’s place in the international structure.
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Publicado en: http://www.nuso.org/upload/articulos/3686_1.pdf
lundi 26 avril 2010
Comparaçao entre Lula e FHC é inevitável
por Fernando Ferro*
Em 2002, no plano federal, o povo queria mudanças e eles prometiam continuidade; agora, a grande maioria da população quer manter o ritmo mudancista, com crescimento econômico, geração de empregos e inclusão social, e eles querem retroceder. A tática é tentar desconstruir os êxitos alcançados a partir de 2003.Certamente o PT e seus aliados não terão dificuldades para remover as densas camadas de mistificação montadas para embelezar o retumbante malogro dos governos de FHC. Já em 2006, independentemente da histeria da maior parte da mídia, o povo separou o joio do trigo.
Insiste-se que o governo Lula seria simples continuação do de FHC, mas a maioria da população sabe que não é. Exemplo: em oito anos, FHC criou 780 mil empregos, registrados no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) para celetistas, enquanto em sete anos e meio o governo Lula gerou 12 milhões. Esse dado é estarrecedor e tanto mais grave quando se considera que há quem pense que não é necessariamente um símbolo do fracasso de FHC, porque entre suas prioridades não estava a geração de empregos. Com Lula, o salário mínimo teve aumento real de 53%, desmentindo a cantilena neoliberal de que esse aumento quebraria a previdência e os pequenos municípios. A dívida externa foi eliminada, e a interna, reduzida em mais de 20 pontos percentuais. A dívida com o FMI foi quitada e o país se tornou credor da instituição, além de construir uma reserva cambial de US$ 240 bilhões.
O Brasil de Lula, com políticas heterodoxas, firmeza e em defesa do interesse nacional, conseguiu superar os graves reflexos da crise mundial iniciada em 2008, a qual teria levado o país à UTI se ocorrida no ortodoxo governo de Fernando Henrique. Este, diante das crises periféricas que enfrentava, recorria ao FMI para pedir um empréstimo, aumentava impostos e as taxas de juros e arrochava os salários. Em 2008, Lula apostou no consumo e, em vez de aumentar os impostos, aplicou uma desoneração gigantesca. Foi dessa maneira que o Brasil superou a crise.
O povo percebe em seu dia a dia as alterações que vão se processando e que se expressam nas taxas mais baixas de inflação da história, no sucesso dos programas sociais e na maior oferta de oportunidades em muitos aspectos da vida.Com políticas públicas e desatrelados do elitismo, fortalecemos a economia interna, com a inclusão de 30 milhões de pessoas à classe média. A vitória frente a FHC não se deu apenas nos números da economia, nos indicadores sociais e na política externa. O avanço na consolidação dos espaços da democracia é igualmente importante: o conjunto de conferências realizadas (saúde, idosos, comunicação etc.) revela a participação popular na construção de políticas públicas. Até o PAC foi também elaborado a partir de contribuições de lideranças populares e empresariais, inovando na forma de governar e consolidando instrumentos de democracia direta.
A oposição busca desqualificar e negar a realidade, guiando-se, sem respeitabilidade democrática, pela memória de Carlos Lacerda. Qual é o presente de uma oposição que hoje usa discurso moralista hipócrita, fingindo ignorar inúmeros comprometimentos com diferentes e repetidos casos de corrupção, onde a crise de Brasília é apenas a mais visível? Não há como José Serra escapar de ser o anti-Lula: a eleição será plebiscitária e marcada pela confrontação entre os dois polos. As comparações podem ir além de Lula e FHC, envolvendo também os governos estaduais e municipais e temas como ética, gestão, soberania nacional etc.
A comparação é tão importante e necessária que o candidato tucano usa discurso defensivo e matreiro do pós-Lula. Quer pegar carona na popularidade de Lula, a quem não consegue atacar, e revela que não houve nem haverá pós-FHC. Essa é a síntese de um confronto de projeto que nos é amplamente favorável. A história nos diz que não há futuro sem presente e passado. Mas os tucanos tentam desesperadamente esconder o seu.
*Fernando Ferro é engenheiro eletricista, é deputado federal pelo PT-PE, líder do partido na Câmara dos Deputados e vice-presidente da Comissão de Energia e Minas do Parlamento Latino-Americano (Parlatino).
Texto publicado na coluna Tendências/Debates do jornal Folha de S. Paulo, edição de 20/04/2010: http://www.pt.org.br/portalpt/opinioes/comparacao-entre-lula-e-fhc-e-inevitavel-4167.html
De maneira pretensiosa, a oposição decidiu que vai fugir às comparações entre os governos Lula e Fernando Henrique Cardoso [FHC], como se as eleições deste ano fossem realizadas em outro planeta. O debate é inevitável, com ou sem a participação da oposição e de seus porta-vozes na mídia. Os demo-tucanos querem, na prática, esconder que fizeram parte do fracassado governo FHC (1995-2002), que quebrou o país três vezes, levou ao apagão de 2001 e rastejou perante o FMI.
Em 2002, no plano federal, o povo queria mudanças e eles prometiam continuidade; agora, a grande maioria da população quer manter o ritmo mudancista, com crescimento econômico, geração de empregos e inclusão social, e eles querem retroceder. A tática é tentar desconstruir os êxitos alcançados a partir de 2003.Certamente o PT e seus aliados não terão dificuldades para remover as densas camadas de mistificação montadas para embelezar o retumbante malogro dos governos de FHC. Já em 2006, independentemente da histeria da maior parte da mídia, o povo separou o joio do trigo.
Insiste-se que o governo Lula seria simples continuação do de FHC, mas a maioria da população sabe que não é. Exemplo: em oito anos, FHC criou 780 mil empregos, registrados no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) para celetistas, enquanto em sete anos e meio o governo Lula gerou 12 milhões. Esse dado é estarrecedor e tanto mais grave quando se considera que há quem pense que não é necessariamente um símbolo do fracasso de FHC, porque entre suas prioridades não estava a geração de empregos. Com Lula, o salário mínimo teve aumento real de 53%, desmentindo a cantilena neoliberal de que esse aumento quebraria a previdência e os pequenos municípios. A dívida externa foi eliminada, e a interna, reduzida em mais de 20 pontos percentuais. A dívida com o FMI foi quitada e o país se tornou credor da instituição, além de construir uma reserva cambial de US$ 240 bilhões.
O Brasil de Lula, com políticas heterodoxas, firmeza e em defesa do interesse nacional, conseguiu superar os graves reflexos da crise mundial iniciada em 2008, a qual teria levado o país à UTI se ocorrida no ortodoxo governo de Fernando Henrique. Este, diante das crises periféricas que enfrentava, recorria ao FMI para pedir um empréstimo, aumentava impostos e as taxas de juros e arrochava os salários. Em 2008, Lula apostou no consumo e, em vez de aumentar os impostos, aplicou uma desoneração gigantesca. Foi dessa maneira que o Brasil superou a crise.
O povo percebe em seu dia a dia as alterações que vão se processando e que se expressam nas taxas mais baixas de inflação da história, no sucesso dos programas sociais e na maior oferta de oportunidades em muitos aspectos da vida.Com políticas públicas e desatrelados do elitismo, fortalecemos a economia interna, com a inclusão de 30 milhões de pessoas à classe média. A vitória frente a FHC não se deu apenas nos números da economia, nos indicadores sociais e na política externa. O avanço na consolidação dos espaços da democracia é igualmente importante: o conjunto de conferências realizadas (saúde, idosos, comunicação etc.) revela a participação popular na construção de políticas públicas. Até o PAC foi também elaborado a partir de contribuições de lideranças populares e empresariais, inovando na forma de governar e consolidando instrumentos de democracia direta.
A oposição busca desqualificar e negar a realidade, guiando-se, sem respeitabilidade democrática, pela memória de Carlos Lacerda. Qual é o presente de uma oposição que hoje usa discurso moralista hipócrita, fingindo ignorar inúmeros comprometimentos com diferentes e repetidos casos de corrupção, onde a crise de Brasília é apenas a mais visível? Não há como José Serra escapar de ser o anti-Lula: a eleição será plebiscitária e marcada pela confrontação entre os dois polos. As comparações podem ir além de Lula e FHC, envolvendo também os governos estaduais e municipais e temas como ética, gestão, soberania nacional etc.
A comparação é tão importante e necessária que o candidato tucano usa discurso defensivo e matreiro do pós-Lula. Quer pegar carona na popularidade de Lula, a quem não consegue atacar, e revela que não houve nem haverá pós-FHC. Essa é a síntese de um confronto de projeto que nos é amplamente favorável. A história nos diz que não há futuro sem presente e passado. Mas os tucanos tentam desesperadamente esconder o seu.
*Fernando Ferro é engenheiro eletricista, é deputado federal pelo PT-PE, líder do partido na Câmara dos Deputados e vice-presidente da Comissão de Energia e Minas do Parlamento Latino-Americano (Parlatino).
Texto publicado na coluna Tendências/Debates do jornal Folha de S. Paulo, edição de 20/04/2010: http://www.pt.org.br/portalpt/opinioes/comparacao-entre-lula-e-fhc-e-inevitavel-4167.html
vendredi 23 avril 2010
Mar del Plata, sede de la XX Cumbre Iberoamericana
La XX Cumbre Iberoamericana se celebrará los días 3 y 4 de diciembre en la ciudad argentina de Mar del Plata.Los mandatarios iberoamericanos centrarán sus deliberaciones sobre el tema Educación e Inclusión Social.También, los bicentenarios de la independencia de varios países iberoamericanos formarán parte de las celebraciones de la Conferencia Iberoamericana en este año 2010.Enlace: http://segib.org/cumbres/mar-del-plata-sede-de-la-xx-cumbre-iberoamericana/
mercredi 21 avril 2010
Fábrica papelera en la ribera del río Uruguay - Botnia
Texto completo del fallo de la Corte Internacional sobre el caso Botnia en FR:
Texto completo del fallo de la Corte Internacional sobre el caso Botnia en EN:
Las democracias malas de centroamérica. Para entender lo de Honduras, una introducción a Centroamérica
Summary.The rise in crime in Honduras is not the result of the coup d’état. But the military mob revealed that associated with the security forces were people who, in many cases, were denounced as those responsible for the disappearances and persecutions in the 80s. The central argument of the article is that, in many Latin American countries, the State plays a primordial role in the reproduction of criminal violence. Not only for the inefficiency and negligence of the institutions, but also because in many cases the State itself, through its institutions and agents, is directly responsible for the crimes and acts of violence suffered by the population. The crisis in Honduras confirms the necessity of an ample democratic reform of the state institutions, based on respect of law and human rights.
Texto completo: PDF
Publicado en: http://www.nuso.org/revistaActual.php?n=226
mardi 20 avril 2010
¡Son los empleos, estúpido!
por Marino J. González
"El panorama económico sigue sin mejoras; La economía no crece, la inflación sigue sin control. Las encuestas de opinión pública continúan indicando que uno de los primeros problemas de los venezolanos es el empleo."
Artículo completo en: http://www.talcualdigital.com/Avances/Viewer.aspx?id=33677&secid=45
"El panorama económico sigue sin mejoras; La economía no crece, la inflación sigue sin control. Las encuestas de opinión pública continúan indicando que uno de los primeros problemas de los venezolanos es el empleo."
Artículo completo en: http://www.talcualdigital.com/Avances/Viewer.aspx?id=33677&secid=45
lundi 19 avril 2010
Informe de la CEPAL sobre comercio China-América Latina:
China será el segundo mercado para la región a mediados de la próxima década
Aprovechar las oportunidades en comercio e inversión con este socio estratégico requeriría esfuerzos concertados a nivel regional.
Noticia completa en:
http://http://www.eclac.cl/cgi-bin/getProd.asp?xml=/prensa/noticias/comunicados/2/39092/P39092.xml&xsl=/prensa/tpl/p6f.xsl&base=/tpl/top-bottom.xsl
Aprovechar las oportunidades en comercio e inversión con este socio estratégico requeriría esfuerzos concertados a nivel regional.
Noticia completa en:
http://http://www.eclac.cl/cgi-bin/getProd.asp?xml=/prensa/noticias/comunicados/2/39092/P39092.xml&xsl=/prensa/tpl/p6f.xsl&base=/tpl/top-bottom.xsl
vendredi 16 avril 2010
Elecciones presidenciales en Colombia. Polo Democrático Alternativo
"Con la declaración de Carlos Gaviria, donde asume la jefatura nacional de la campaña del candidato Presidencial Gustavo Petro, se inicia una nueva etapa en el Polo Democrático, un Polo unido por el “Cambio Seguro”.
Después de casi 7 meses, Carlos Gaviria reapareció en plaza pública, esta vez abrazando y luego levantando sus manos, agarradas junto a las del Candidato del Polo Gustavo Petro, en señal de victoria, imagen que quedó grabada entre los polistas como símbolo de Unidad."
"Cuando el barco amenaza hundirse es cuando tenemos que estar presentes” (Carlos Gaviria).
Noticia completa en: http://www.polodemocratico.net/Registraduria-ofrecio-plenas
jeudi 15 avril 2010
Opinión - Aunque sean “poquitos”
Tarcisio Bertone, secretario de Estado vaticanopor Camila Maturana
La visita del cardenal Tarsicio Bertone debía haber apoyado la idea de que la Iglesia chilena repudia los abusos sexuales donde quiera que se cometan, y que no amparará a delincuentes. No obstante, la estadía del representante papal sembró más dudas que certezas.
Artículo completo publicado en: http://www.prensaescrita.com/adiario.php?codigo=CHI&pagina=http://www.lanacion.cl
mercredi 14 avril 2010
Opinión - Beligerancia
por Yoani Sánchez
Hace un par de meses tuve el gusto de hablar en un hotel habanero con un periodista extranjero que había escrito un largo artículo contra mí. La charla fue muy amena, aunque le reproché el haber redactado un texto tan extenso sin entrevistar antes al objeto de su diatriba, una persona viva y fácilmente localizable en La Habana. Después de dos horas de preguntas y respuestas, nos dimos cuenta que ambos queríamos básicamente lo mismo: un marco de respeto para nuestras ideas. Él lleva a cabo una cruzada contra los medios hegemónicos imperantes en su país y yo trato de que los cubanos puedan sacudirse el monopolio informativo estatal. Visto así, se trata de aspiraciones similares.
Hace un par de meses tuve el gusto de hablar en un hotel habanero con un periodista extranjero que había escrito un largo artículo contra mí. La charla fue muy amena, aunque le reproché el haber redactado un texto tan extenso sin entrevistar antes al objeto de su diatriba, una persona viva y fácilmente localizable en La Habana. Después de dos horas de preguntas y respuestas, nos dimos cuenta que ambos queríamos básicamente lo mismo: un marco de respeto para nuestras ideas. Él lleva a cabo una cruzada contra los medios hegemónicos imperantes en su país y yo trato de que los cubanos puedan sacudirse el monopolio informativo estatal. Visto así, se trata de aspiraciones similares.
Entre las estrategias más usadas por el discurso oficial en Cuba está la de separar a los ciudadanos en compartimentos no conectados. En la medida que cada uno se niega a escuchar al otro, no pueden constatar que tienen observaciones afines sobre su realidad y deseos confluentes de mejorar el país. Por eso se sataniza al crítico y se le impide a los periodistas oficiales invitarlo a los estudios de la televisión a participar en esos paneles aburridos donde todos tienen el mismo punto de vista. Se repite la táctica de “echar a pelear” a personas que sentadas frente a una taza de café confirmarían sus afinidades en lugar de ahondar en sus diferencias. Siempre que escucho denigrar a alguien con adjetivos encendidos al estilo de “mercenario” o “vendepatria” me percato de que el emisor de tantas calumnias teme –en su interior– que en un debate no pueda dejar los gritos y argumentar sus ideas. Los que ofenden son, generalmente, los que temen a la sana polémica por estar carentes de razones.
He leído con sorpresa y optimismo el intercambio de cartas entre Silvio Rodríguez y Carlos Alberto Montaner. Cuando dos figuras que han sido colocadas en las antípodas pueden llevar a cabo una controversia sin apelar al alarido o a la amenaza, es señal de que las inyecciones de crispación ya no funcionan. De pronto hemos visto como el cantautor de la “utopía” y el “archienemigo” del gobierno han comenzado a mantener correspondencia y a debatir sus puntos de vista. Me pregunto si esa es la señal de arrancada para que en el interior del país un miembro del partido comunista pueda sentarse a dialogar con otro que pertenece a un grupo de la oposición. ¿Estaremos asistiendo al derrumbe de las paredes interiores que nos aislaron a unos de otros? ¿Cuántos más estarían dispuestos a dejar a un lado la injuria y sentarse a conversar? Quisiera creer que sí, que el mero hecho de responderle a un contrincante es la prueba de que se le respeta, la mejor forma de validar su existencia y su derecho a pronunciarse.
Publicado en: http://www.desdecuba.com/generaciony/
mardi 13 avril 2010
Sparks of War? Military Cooperation between Colombia and the US from a Strategic Perspective
by Vicente Torrijos R.Summary: The military cooperation agreement signed between Colombia and the US in November 2009 unleashed a flurry of debate in the continent regarding the scope of the fight against narcoterrorism and the presence of US forces in Latin America.
Military cooperation between Colombia and the US has continued since the very first Military Assistance Agreement in 1952. US assistance has broadened from the military sphere of defence to the wider area of security in order to encompass the fight against terrorism, drug trafficking and other threats to Colombia’s national security. Bilateral agreements have been signed against a backdrop of regional and international statements in this connexion, and after governments such as those of Ecuador and Peru refused them the use of their facilities.
The Supplemental Agreement for Cooperation and Technical Assistance in Defence and Security (SACTA) between the governments of the Republic of Colombia and the US was signed in November 2009, allowing the presence of US forces in Colombian bases. Colombia’s exceptionality triggered significant reactions, initiatives and political-strategic trends at both the regional and extra-regional levels. This ARI describes the process of cooperation between the Colombian and US governments, assesses the agreement and outlines the controversies and costs it has generated both inside Colombia and in the broader regional context.
Full text analysis in Real Instituto Elcano: http://http://www.realinstitutoelcano.org/wps/portal/rielcano_eng/Content?WCM_GLOBAL_CONTEXT=/elcano/Elcano_in/Zonas_in/ARI16-2010
vendredi 9 avril 2010
La democracia en América Latina y Venezuela
Por Asdrúbal Aguiar
"Una evaluación crítica del estado de la democracia en América Latina, de modo particular en Venezuela, exige clarificar antes la idea de la democracia. El recién bautizado “socialismo del siglo XXI” – copia matizada pero consecuente con el modelo constitucional cubano de 1976, reformado en 1992 – e instalado en ésta con propósitos de expansión regional y vocación polarizante, así lo demanda."
"...el estado actual de la democracia en Venezuela a la luz de la Carta Democrática Interamericana y en contraste con sus predicados no puede ser menos paradójico. La práctica gubernamental y la correspondiente a los demás poderes del Estado muestra un permanente desafío a los estándares de la democrácia contenidos en aquélla, pero los órganos de la propia OEA, por lo general, no se atreven a concluir de modo preciso acerca de la naturaleza antidemocrática del régimen venezolano."
Artículo completo en: http://www.escenariosalternativos.org/default.asp?seccion=escenarios2&subseccion=escenarios2¬a=3782
"Una evaluación crítica del estado de la democracia en América Latina, de modo particular en Venezuela, exige clarificar antes la idea de la democracia. El recién bautizado “socialismo del siglo XXI” – copia matizada pero consecuente con el modelo constitucional cubano de 1976, reformado en 1992 – e instalado en ésta con propósitos de expansión regional y vocación polarizante, así lo demanda."
"...el estado actual de la democracia en Venezuela a la luz de la Carta Democrática Interamericana y en contraste con sus predicados no puede ser menos paradójico. La práctica gubernamental y la correspondiente a los demás poderes del Estado muestra un permanente desafío a los estándares de la democrácia contenidos en aquélla, pero los órganos de la propia OEA, por lo general, no se atreven a concluir de modo preciso acerca de la naturaleza antidemocrática del régimen venezolano."
Artículo completo en: http://www.escenariosalternativos.org/default.asp?seccion=escenarios2&subseccion=escenarios2¬a=3782
jeudi 8 avril 2010
Bolivia después de las elecciones: ¿a dónde va el evismo?
por Pablo StefanoniThe triumph of Evo Morales in the 6th December elections, with 64% of the votes, completely reshapes the Bolivian political field and consolidates the first new way in politics since 1952. However, there is a lot of confusion about the exact nature of the Bolivian process, between those who believe they see non-existent eco-communitary and anti-modern transformations, and those who are in complete denial of the indigenous identities. This article sustains that political-sociological rapprochement would allow light to be thrown on the social bases (and ambivalences) of the current process of change: in particular, enabling popular nationalism to be identified, which acts as a unifying nucleus of the governing party. Although it is showing a more indigenous face today than in the 1950s, popular nationalism has recuperated almost entirely the modernizing, industrial and economic development imagery of the past.
Texto completo: PDF
mercredi 7 avril 2010
Caudillismo militar
por Luis Losada Soucre
Lo que Felipe González describe tan acertadamente no es otra cosa que la alianza cívica militar en la que pretenden solaparse los ideólogos del régimen.
"El socialismo del siglo XXI que se nos ofrece desde Venezuela no es otra cosa que un caudillismo rural y militar, con una manguera de petróleo".
Lo que Felipe González describe tan acertadamente no es otra cosa que la alianza cívica militar en la que pretenden solaparse los ideólogos del régimen.
"El socialismo del siglo XXI que se nos ofrece desde Venezuela no es otra cosa que un caudillismo rural y militar, con una manguera de petróleo".
Así describió recientemente el ex Presidente socialista español, Felipe González, a la revolución bolivariana. Declaración inolvidable por su altísimo poder de recordación.
Opinión de alto impacto para la reflexión pública, que sepulta a lo aludido en una estacada, simplemente por la imposibilidad de ser superada.
Pero más allá del tono lapidario de sus palabras, si se analizan conceptual y fríamente las dos frases completas que conforman sus declaraciones, se llega a la conclusión de que no se trata sólo de una impronta mediática feliz, sino que parecen sustentadas por un conocimiento bastante hondo sobre la realidad del país, sin la mascarada prepotente y simuladora con la que muchos líderes europeos observan los procesos políticos y sociales de América Latina.
En efecto, ningún venezolano lo ha dicho mejor, aun cuando tuvieran las ideas en la punta de la lengua. Al afectado futurismo con que se denomina a esta receta de socialismo a la venezolana, el líder del PSOE no duda en pulverizarlo con un calificativo antagónico: el caudillismo y, por extensión, las montoneras de antaño. Y por si fuera insuficiente, le agrega el singular matiz de ruralidad, de tercer mundo, de república bananera.
Insatisfecho con sus propios aciertos dialécticos, Felipe González abunda tan sibilino como eficazmente, al incluir la invariable bota militar que caracteriza a cualquier régimen autoritario en todos los anales de la historia universal.
La charretera que ancestralmente y por esencia, siempre ha estado dispuesta a asaltar la civilidad para perpetuarse en el poder.
En síntesis, lo que Felipe González describe tan aceradamente no es otra cosa que la alianza cívica militar, en la que pretenden solaparse los ideólogos del régimen, cuando intentan definir a este neo-socialismo tropical en ciernes, y en plena etapa de transición hacia un comunismo, ya confeso y convicto por su líder prominente e insustituible, al declararse marxista mesiánico y autodidacta, ya que jamás necesitó leer y mucho menos analizar El Capital, la obra cumbre de Carlos Marx.
Frente a tan evidente anacronismo a la modernidad política, Felipe González da el tirón definitivo a la manta encubridora, advirtiendo que ese caudillismo rural y militar que se ha entronizado en Venezuela, sólo puede explicarse con la más grande de las metáforas capitalistas: la manguera de petróleo con la que el régimen agota las arcas del erario público, para empapar, subyugar y comprar conciencias propias y ajenas, dentro y fuera del maleable, pragmático y comúnmente mercenario orden democrático internacional.
Publicado en Tal Cual digital: http://www.talcualdigital.com/Avances/Viewer.aspx?id=33253&secid=44
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