vendredi 9 avril 2010

La democracia en América Latina y Venezuela

Por Asdrúbal Aguiar

"Una evaluación crítica del estado de la democracia en América Latina, de modo particular en Venezuela, exige clarificar antes la idea de la democracia. El recién bautizado “socialismo del siglo XXI” – copia matizada pero consecuente con el modelo constitucional cubano de 1976, reformado en 1992 – e instalado en ésta con propósitos de expansión regional y vocación polarizante, así lo demanda."

"...el estado actual de la democracia en Venezuela a la luz de la Carta Democrática Interamericana y en contraste con sus predicados no puede ser menos paradójico. La práctica gubernamental y la correspondiente a los demás poderes del Estado muestra un permanente desafío a los estándares de la democrácia contenidos en aquélla, pero los órganos de la propia OEA, por lo general, no se atreven a concluir de modo preciso acerca de la naturaleza antidemocrática del régimen venezolano."

Artículo completo en: http://www.escenariosalternativos.org/default.asp?seccion=escenarios2&subseccion=escenarios2&nota=3782

jeudi 8 avril 2010

Bolivia después de las elecciones: ¿a dónde va el evismo?

por Pablo Stefanoni

The triumph of Evo Morales in the 6th December elections, with 64% of the votes, completely reshapes the Bolivian political field and consolidates the first new way in politics since 1952. However, there is a lot of confusion about the exact nature of the Bolivian process, between those who believe they see non-existent eco-communitary and anti-modern transformations, and those who are in complete denial of the indigenous identities. This article sustains that political-sociological rapprochement would allow light to be thrown on the social bases (and ambivalences) of the current process of change: in particular, enabling popular nationalism to be identified, which acts as a unifying nucleus of the governing party. Although it is showing a more indigenous face today than in the 1950s, popular nationalism has recuperated almost entirely the modernizing, industrial and economic development imagery of the past.

Texto completo: PDF
Publicado en: http://www.nuso.org/upload/articulos/3669_1.pdf

mercredi 7 avril 2010

Caudillismo militar

por Luis Losada Soucre

Lo que Felipe González describe tan acertadamente no es otra cosa que la alianza cívica militar en la que pretenden solaparse los ideólogos del régimen.

"El socialismo del siglo XXI que se nos ofrece desde Venezuela no es otra cosa que un caudillismo rural y militar, con una manguera de petróleo".

Así describió recientemente el ex Presidente socialista español, Felipe González, a la revolución bolivariana. Declaración inolvidable por su altísimo poder de recordación.

Opinión de alto impacto para la reflexión pública, que sepulta a lo aludido en una estacada, simplemente por la imposibilidad de ser superada.

Pero más allá del tono lapidario de sus palabras, si se analizan conceptual y fríamente las dos frases completas que conforman sus declaraciones, se llega a la conclusión de que no se trata sólo de una impronta mediática feliz, sino que parecen sustentadas por un conocimiento bastante hondo sobre la realidad del país, sin la mascarada prepotente y simuladora con la que muchos líderes europeos observan los procesos políticos y sociales de América Latina.

En efecto, ningún venezolano lo ha dicho mejor, aun cuando tuvieran las ideas en la punta de la lengua. Al afectado futurismo con que se denomina a esta receta de socialismo a la venezolana, el líder del PSOE no duda en pulverizarlo con un calificativo antagónico: el caudillismo y, por extensión, las montoneras de antaño. Y por si fuera insuficiente, le agrega el singular matiz de ruralidad, de tercer mundo, de república bananera.

Insatisfecho con sus propios aciertos dialécticos, Felipe González abunda tan sibilino como eficazmente, al incluir la invariable bota militar que caracteriza a cualquier régimen autoritario en todos los anales de la historia universal.

La charretera que ancestralmente y por esencia, siempre ha estado dispuesta a asaltar la civilidad para perpetuarse en el poder.

En síntesis, lo que Felipe González describe tan aceradamente no es otra cosa que la alianza cívica militar, en la que pretenden solaparse los ideólogos del régimen, cuando intentan definir a este neo-socialismo tropical en ciernes, y en plena etapa de transición hacia un comunismo, ya confeso y convicto por su líder prominente e insustituible, al declararse marxista mesiánico y autodidacta, ya que jamás necesitó leer y mucho menos analizar El Capital, la obra cumbre de Carlos Marx.

Frente a tan evidente anacronismo a la modernidad política, Felipe González da el tirón definitivo a la manta encubridora, advirtiendo que ese caudillismo rural y militar que se ha entronizado en Venezuela, sólo puede explicarse con la más grande de las metáforas capitalistas: la manguera de petróleo con la que el régimen agota las arcas del erario público, para empapar, subyugar y comprar conciencias propias y ajenas, dentro y fuera del maleable, pragmático y comúnmente mercenario orden democrático internacional.

Publicado en Tal Cual digital: http://www.talcualdigital.com/Avances/Viewer.aspx?id=33253&secid=44

mardi 6 avril 2010

Livro debate desafios da esquerda após governo Lula

Realizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), o lançamento do livro “Brasil, entre o passado e o futuro” (Ed. Boitempo e Ed. Fundação Perseu Abramo) transformou-se em um animado debate sobre as perspectivas da esquerda ao fim do governo Lula. Coordenadores da edição, o sociólogo e secretário-executivo do CLACSO, Emir Sader, e o assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, fizeram um convite à sociedade para discutir as possibilidades de aprofundamento no período pós-Lula dos avanços econômicos e sociais conquistados pelo atual governo.

“Nas grandes transformações pelas quais o Brasil passou, sempre houve uma certa simultaneidade entre as reflexões sobre e país e as manifestações artísticas. Isso aconteceu nos anos 30, no final dos anos 50 até a metade dos anos 60 e acontece no momento que estamos vivendo nesses últimos anos”, disse Garcia. Após citar “contribuições inestimáveis” como as de Gilberto Freyre, Sérgio Buarque e Caio Prado nos anos 30 e as de Raymundo Faoro e Celso Furtado no final dos anos 50, Garcia fez um lamento: “É curioso que, no momento atual, onde estamos passando por uma transformação mais intensa graças às mudanças na economia e na estrutura social do país, o pensamento brasileiro seja tão acanhado”.

O livro, segundo Garcia, não tem a pretensão de preencher um vazio que “só se preenche a partir de um movimento mais intenso da sociedade” mas tem o objetivo de chamar a atenção sobre o Brasil atual: “Grande parte da chamada intelectualidade progressista, na qual incluo a mim e ao Emir, estamos, senão calados, um pouco tímidos. O lugar de debate atual foi ocupado por sub-intelectuais de direita que resolveram fazer de sua atividade intelectual medíocre uma forma, inclusive, de construir carreira nos grandes órgãos de comunicação do país. Todos os dias tropeçamos na indigência intelectual, quando não mesmo na fúria, que esse setor tem expressado em seus pensamentos”.

Segundo Emir Sader, a análise do governo Lula é fundamental para que o Brasil avance ainda mais: “Qualquer avaliação que se tenha do governo Lula, é preciso reconhecer que é um período de enormes transformações. Vivemos um período em que o velho insiste em sobreviver e o novo tem dificuldades em encontrar suas formas de existir. O velho é o neoliberalismo, e o novo é aquilo que vai superar o neoliberalismo”, disse.

O enfrentamento ao neoliberalismo, na opinião de Emir, já acontece no Brasil, mas pode ir mais longe: “Eles propõem ajuste fiscal, nós propomos prioridade às políticas sociais. Eles propõem tratado de livre comércio, nós propomos integração regional. Esses são dois avanços significativos, mas chegamos a um certo limite, não só porque está terminando o mandato de Lula, mas porque precisamos pensar mais a fundo que Estado e que sociedade queremos ter. Pensar quais são as transformações que o Brasil precisa e qual é o bloco social, político e cultural que pode levar isso a cabo”.

Para tanto, afirma o sociólogo, é preciso um debate amplo na sociedade: “Nós podemos ganhar a eleição do jeito que está, apenas comparando um governo com o outro. Mas, nós tivemos um governo relativamente moderado e que, no entanto, recebeu uma reação duríssima da direita. Imagina como será com as transformações que teremos pela frente. Temos que democratizar a relação do Estado com a sociedade e criar uma nova articulação entre as instâncias de poder político e as mobilizações sociais”.

Emir afirma que novos setores sociais estão chegando à cidadania econômica e social: “Agora, falta chegar à cidadania política. A tarefa mais importante da esquerda hoje é restabelecer as suas relações com os novos setores sociais. O governo está fazendo o seu papel ao desenvolver políticas econômicas e sociais distributivas que pela primeira vez mudaram positivamente o cenário da desigualdade no Brasil. Mas, quem tem que organizar e apoiar esses setores são os movimentos sociais e os partidos políticos. O Estado está promovendo direitos fundamentais que antes não existiam, agora precisamos de novos sujeitos políticos para mudar a configuração. Não tem como fazer uma política deste tamanho para depois ter que negociar com Temer e Stephanes num universo pequenininho. É preciso desenvolver sujeitos econômicos e sociais que superem os obstáculos hoje colocados, por exemplo, à política agrária ou à política de comunicações”.

Avanço da democracia
Marco Aurélio Garcia concorda que a sucessão de Lula é uma oportunidade para o avanço da democracia no país: “Estamos fazendo mudanças no marco democrático e com o aprofundamento da democracia, muito longe de algumas visões apocalípticas que dizem que o país está à beira de um projeto totalitário. Os que dizem isso podem repetir todos os dias, e vão continuar repetindo, mas vão enfrentar o descrédito da sociedade brasileira, que se deu conta que a opinião pública não é a opinião publicada. Há uma defasagem cada dia maior, e quem insistir nessa tese corre o risco de se isolar cada vez mais politicamente”.

Falar que o atual governo apenas deu continuidade à política econômica do governo do PSDB, segundo Garcia, é outra tese fadada ao fracasso: “O governo Lula tem importantes pontos de ruptura com a política anterior. Não é uma ruptura total, mas é uma ruptura substantiva e que prepara transformações futuras mais relevantes”.

Transformações
Emir Sader aponta algumas transformações que, segundo ele, ainda precisam acontecer: “O Banco Central, de fato, continua sendo independente. O Lula torce pro Corinthians e torce pra taxa de juros não subir. É preciso acabar com esse jogo de tensões, pois a política monetária deve estar atrelada a uma política maior de desenvolvimento. O Brasil continua a ter a taxa de juros mais alta do mundo”.

Outro tema grave a resolver, disse Emir, é o modelo do agronegócio: “Não é uma questão passível de ser resolvida por um decreto. A produção de soja para exportação e o uso de transgênicos não estão circunscritos a algumas grandes empresas, mas, infelizmente, estão estendidos a uma enorme quantidade de pequenas e médias empresas. Esse governo fez mais coisa em relação ao campo do que o se diz por aí, mas é preciso ser ainda mais substantivo”.

“Outro fator é algo que não depende do governo, mas espero que venha a depender, que é a democratização da imprensa. Não haverá democracia no Brasil enquanto não se constituir democraticamente a opinião pública formada pelas múltiplas vozes do Brasil e não por cinco ou seis famílias proprietárias de empresas e financiadas, em grande parte, pelas agências de publicidade. São empresas privadas movidas por dinâmicas de lucro”, acrescentou Emir.

Avançar na democratização dos meios de comunicação deve ser uma das tarefas fundamentais de um eventual governo de Dilma Rousseff, segundo Emir: “Eles fabricam a opinião pública nos Jardins em São Paulo e na Zona Sul do Rio de Janeiro, só que o povo já não respeita. O povo vota em quem faz política social, só que no cotidiano nós não discutimos os temas mais importantes para o Brasil. Em certo momento, parecia que o Renan Calheiros era o principal problema do Brasil. Depois, foi o Sarney. É preciso possibilitar a essas novas forças sociais e políticas uma imprensa que chegue a elas, que fale de seu mundo e que permita que elas se expressem”.

Derrota estratégica
Emir Sader admite que “não faltarão aqueles que dirão que é um livro chapa-branca”, mas defende a reflexão sobre o governo: “Nós estávamos certos quando, num momento difícil no começo desse governo, escolhemos este espaço para continuar. Achávamos que era possível o governo mudar, e o governo mudou para muito melhor. Os que falaram que o governo mordeu a maçã da traição e estava expulso do paraíso da esquerda e quiseram criar uma alternativa revolucionária estavam errados. Não só teoricamente, mas também desapareceram da cena política. Foi o fracasso de um diagnóstico equivocado”.

O caminho, segundo o sociólogo, é aprofundar as conquistas obtidas: “Quem se pergunta se a Dilma estará à esquerda do Lula deve perceber que o Lula está à esquerda do que ele foi no começo do governo. Precisamos aprofundar isso que está aí, com muito debate e muita mobilização. Estamos num momento extraordinário, às vésperas de impor uma derrota estratégica de longo prazo para a direita e ganhar um grande espaço de avanço. Agora não se trata mais de herança maldita, mas sim de herança bendita. Temos que ganhar as eleições, mas temos que ganhar para transformar o Brasil. Ou o governo Lula será um parêntesis ou será uma ponte para sairmos definitivamente do atraso. Acho que temos condições de caminhar no sentido da superação do neoliberalismo”.

Enlace:http://devel.fpabramo.org.br/conteudo/livro-debate-desafios-da-esquerda-apos-governo-lula

mardi 30 mars 2010

Construir alternativas y hacer oposición

Por Escenarios Alternativos

Existe coincidencia en que en la Argentina se asiste al fin de ciclo del peronismo gobernante, y en torno a este fenómeno se alzan diferentes motivaciones para hacer frente al kirchnerismo declinante. Los partidos políticos, los medios de comunicación y los grupos de interés, fijan en la agenda pública sus prioridades en donde figuran desde la venganza personal y las revanchas sectoriales, hasta las apetencias políticas legítimas de diferentes líderes políticos.

A ese conjunto tan heterogéneo, tanto en su naturaleza como en sus objetivos, se lo está denominando “oposición”, sin hacer el distingo correspondiente y llevando el juego político a la regla de suma cero con el que el matrimonio Kirchner ha operado durante toda su gestión y la que no piensa abandonar aún frente a una correlación de fuerzas adversas como la que hoy se plasma en el Poder Legislativo.

Del mismo modo en que las grandes políticas de Estado –ausentes en nuestro país- necesitan de un amplio consenso de las fuerzas políticas, fijar los límites y las reglas de juego a un Poder Ejecutivo impermeable al diálogo son materias en las que todo el arco opositor puede cerrar filas, aunque en ese arco figuren expresiones ideológicas, partidarias y doctrinarias antagónicas. Sin embargo, cuando se trate de cuestiones de política pública, la tensión de ese arco cederá ante las diferencias naturales que lo componen y la cohesión flaqueará indudablemente.

El lenguaje mediático fija estos dos bandos “oficialismo” y “oposición”, creando a esta última como un todo compacto enfrentado en forma monolítica y sin posibilidad de consenso, reproduciendo la lógica del peronismo gobernante. Por su parte el kirchnerismo interpela a líderes políticos –como Elisa Carrió- que refuerzan esta idea de posiciones irreductibles y de diálogo de sordos.

Por estas razones, la oposición debe ser de calidad, debe mantener su identidad y no sucumbir ante la idea tentadora de formar un todo, poderoso pero cuya altura y alcance depende de frágiles zancos.

La UCR como oposición

Un caso claro de este fenómeno de lo que se acaba de describir es el papel que le toca representar a la UCR como segunda minoría en el Poder Legislativo. Antes de la elección de junio de 2009, algunos sectores poderosos alentaban la constitución de listas en las que unieran sus fuerzas candidatos de distintos partidos, sólo considerando el daño electoral que se le podía hacer al oficialismo. El “rejunte” propuesto no fue aceptado por la UCR que acordó una coalición con programas e ideas compartidas por sus integrantes.

Algo similar ocurrió cuando se debía elegir a las autoridades para presidir las Cámaras. Muchas fueron las voces –sobre todo del peronismo llamado disidente- que querían arrebatarle ese lugar a la primera minoría, como forma de hacer sentir el rigor de la nueva situación al matrimonio Kirchner. Sin embargo, la UCR respetó la regla y la tradición parlamentaria que se corresponde con el régimen presidencialista argentino y que consagra dicho lugar a la primera minoría de los cuerpos legislativos.

Por estas razones, el radicalismo no tiene la responsabilidad de “juntar” a las distintas expresiones opositoras en la formación de un bloque, porque no puede depender de liderazgos individuales y porque no puede desconocerse que estamos en las estribaciones de un período electoral en el que la ciudadanía necesita ofertas variadas y no simplemente asegurarle que los Kirchner no gobernarán más.

Un ejemplo de esta situación es la necesidad de replantear el Presupuesto Nacional, o coparticipar el producido de la llamada ley del cheque, pero otro asunto es definir cómo reformular el presupuesto o distribuir el impuesto. En este último caso, cada fuerza tendrá una propuesta que surja de los lineamientos partidarios.

En su declaración de Córdoba el radicalismo subraya: “En la Argentina de este tiempo con mayoría social opositora, la responsabilidad principal de la UCR es la de contribuir a la construcción del sujeto político oposición como alternativa de cambio y opción progresista moderna en la vida política que instale una variante superadora frente al populismo que, independientemente del ropaje que utilice - neoliberal, tecnocrático o movimientista - desprecia la democracia representativa, subestima el papel de los partidos políticos y reduce a los ciudadanos al papel de consumidores o espectadores del mundo del espectáculo.”

La eterna interna

El PJ está procesando sus problemas políticos a su usanza. Las lealtades con el kirchnerismo son cada vez más difíciles de sostener y los que ya se abrieron no encuentran el modo de encolumnarse o hacer encolumnar en un nuevo liderazgo partidario, presidido nuevamente por Néstor Kirchner.

El diputado Felipe Solá, los Rodríguez Saá no saben si irán por fuera o por dentro del partido. Eduardo Duhalde sostiene que irá por dentro testimoniando su compromiso con el sistema de partidos y Carlos Reutemann, Francisco de Narváez y Mauricio Macri juegan a la seducción mediática. Pero en conjunto siguen esperando que aclare un panorama en el que hasta Carlos Menem volvió a los primeros planos con sus presencias o faltazos a su butaca de senador.

No hay a la vista un liderazgo definido para hacer frente al kirchnerismo que mantendrá su postura inflexible. Con su actitud y su situación objetiva no podrá evitar que el Congreso se convierta en un escenario del humor político y social, pero le quitará la atribución de ser una herramienta de transformación, mediante el veto y la cooptación.

En este panorama, la sociedad presenciará triunfos y derrotas de la oposición e irá juzgando el comportamiento de los líderes políticos ante cada discusión que se plantee.

lundi 29 mars 2010

Carta abierta de Ricardo Lagos Escobar

Por Ricardo Lagos Escobar, ex Presidente de la República de Chile y Fundador Honorario de Chile 21.

"La tarea de Chile hoy: reconstruir y avanzar"

“Tenemos que avanzar para construir la unidad nacional en tres direcciones fundamentales: cuál es el Chile al que queremos llegar; cómo financiamos de una manera adecuada la reconstrucción y qué medidas concretas implementamos de inmediato”. Son los ejes que desarrolla el ex mandatario en esta carta abierta con miras a levantar al país tras el terremoto del Bicentenario.

Texto completo de la carta abierta:
http://www.chile21.cl/2010/03/24/carta-abierta-de-ricardo-lagos-escobar/

vendredi 26 mars 2010

Opinión : MALVINAS ARGENTINAS Y PETRÓLEO

por Jorge Lapeña, Roberto Echarte, Raúl Olocco, Julio César Aráoz, Daniel Montamat, Emilio Apud, Alieto Guadagni, Ennrique Devoto. Ex secretarios de Energía.

I - NUESTROS INTERESES PERMANENTES

Frente a la decisión británica de avanzar en tareas de exploración petrolífera en la Plataforma Continental en el mar que rodea las Islas Malvinas, manifestamos que esa actitud menoscaba nuestros derechos a la explotación económica exclusiva de dichos recursos.

Es por ello que expresamos nuestra adhesión a los reclamos formulados desde el Gobierno Nacional y otros órganos de la sociedad civil respecto a la defensa de nuestros intereses permanentes.

Gran Bretaña mantiene aún resabios de su historia colonial, que en América se expresa actualmente casi con exclusividad en la ocupación del archipiélago de Malvinas. Estimamos que en el futuro la cuestión de fondo será inexorablemente resuelta conforme al derecho internacional, resguardando los intereses de los habitantes.

Pero es indudable que la explotación de eventuales reservas de hidrocarburos en la inmensa superficie marina que circunda las islas que pertenece a la plataforma continental argentina -por ser la continuación sumergida de nuestro territorio- constituye un hecho nuevo, típico del colonialismo en el Siglo XXI.

II - LA POLÍTICA PETROLERA ARGENTINA DEBE APUNTALAR SUS RECLAMOS SOBERANOS

Los Ex Secretarios de Energía, en nuestro documento “PROPUESTA DE UNA POLITICA DE ESTADO PARA EL SECTOR ENERGETICO ARGENTINO” (2009) hemos propuesto al Gobierno nacional y a las fuerzas políticas los lineamientos de una política de Estado para el sector tendiente a ser aplicada sin discontinuidades en los próximos 20 años. Esa política incluye como tema prioritario la exploración y explotación de los hidrocarburos de todas las cuencas sedimentarias de nuestra plataforma continental como forma de revertir la actual decadencia productiva.

En este contexto afirmamos que no es conducente la queja sin el acompañamiento de la acción. Es correcto denunciar que no corresponde explotar riquezas de un territorio en disputa, pero además es perentorio afrontar la exploración del mar argentino en su inmensa superficie casi virgen, sin conflicto alguno jurisdiccional y con el invalorable apoyo logístico que significa todo el territorio argentino y la industria petrolera argentina con experiencia de más de un siglo.

Este capítulo de nuestro documento merece en consecuencia un tratamiento urgente por lo que ponemos a consideración del Gobierno (Poder Ejecutivo y Congreso Nacional) y de las fuerzas políticas una propuesta específica.

III - UNA POLÍTICA DE ESTADO PARA EL DESARROLLO PETROLERO EN EL 'OFF SHORE' ARGENTINO

Principales contenidos a desarrollar:

a) Diseñar un Plan Estratégico para la exploración de hidrocarburos durante la década 2011-2021 en el Mar Continental Argentino, (incluidas Malvinas), que pertenece a nuestra zona económica exclusiva. Este plan debería denominase "Plan Argentino para el Desarrollo Hidrocarburífero en el Mar”. (PDHM).

b) El PDHM, deberá ser aprobado por una Ley del Congreso Nacional.

c) El PDHM estará destinado a estimular la actividad exploratoria mediante la movilización de aportes y esfuerzos de capitales genuinos de riesgo dispuestos a cooperar coordinadamente con el Estado nacional en la exploración de hidrocarburos.

d) Se promoverá una amplia participación de empresas e inversores de todo el mundo, priorizando a la región.

e) Para ello resulta imprescindible que la estabilidad jurídica y la previsibilidad tributaria sean consagradas por esta ley, de manera que los inversores que asuman el riesgo exploratorio cuenten con reglas claras, competitivas y estables.

f) La licitación pública abierta será el instrumento central para promover la actividad exploratoria.

g) Se deberá crear un organismo del Estado, autónomo, en reemplazo de Enarsa, el que entre otras funciones tendrá la de constituir la autoridad de aplicación de la Ley.

h) Se adecuará la estructura funcional de la actual Secretaría de Energía de acuerdo a este nuevo escenario.

Aquí arriba presentan: 1) Mapa Fisiográfico; 2) Mapa de las Cuencas Sedimentarias Argentinas con ubicación y superficie de las mismas; 3) Mapa de las Cuencas Sedimentarias en el Atlántico Sur en la zona de Malvinas; 4) La exploración británica en 2010.

Publicado en Escenarios Alternativos: http://http//www.escenariosalternativos.org/default.asp?seccion=escenarios2&subseccion=escenarios2&nota=3790

jeudi 25 mars 2010

Colombia y Ecuador en 2009: El tortuoso camino hacía un restablecimiento de las relaciones

By Michael Shifter and Adam Siegel

This article explores the stormy state of Colombia-Ecuador relations in the past year, but suggests that the many problems between the two countries are longstanding and stem from diverging interests that began years before the March 2008 crisis.

Full article: http://www.thedialogue.org/page.cfm?pageID=32&pubID=2320

mercredi 24 mars 2010

¿Comando México-Estados Unidos?

Editorial de El Universal (México)

México utilizó ya el último cartucho que le restaba: las Fuerzas Armadas. Después de eso no hay otro recurso para combatir al narcotráfico más que la ayuda del extranjero. Por eso, el general brigadier Benito Medina Herrera declara hoy en estas páginas: “No podemos decir que el Ejército no puede, no... es que no solamente es el Ejército, todo México no puede solo, necesitamos de la colaboración de la comunidad internacional”.

El llamado no es por ocurrencia, se da en el marco del debate que detonó la secretaria de Seguridad Interna de Estados Unidos, Janet Napolitano, luego de que declarara que la intervención militar no había ayudado a resolver el problema del narcotráfico en México. Pero quizá más importante, la declaración del general se emite a un par de días de la visita de la secretaria de Estado, Hillary Clinton, a la ciudad de México, donde evaluará con el gobierno del presidente Felipe Calderón la dirección que deberá tomar la guerra contra el narco, esta vez con la participación activa del poderoso vecino del norte.

¿Será que el Ejército mexicano está dispuesto a trabajar con su contraparte estadounidense? El cambio de postura sería significativo ya que hasta hace poco la Secretaría de la Defensa Nacional había considerado impensable participar activamente en operaciones junto a militares del país vecino.

Si ese fuera el caso, lo que tendríamos en puerta sería una cooperación similar a la que hace más de 10 años idearon Colombia y Estados Unidos. En vez de sólo brindar asesoría y ayuda en especie a México a través de la Iniciativa Mérida, las Fuerzas Armadas estadounidenses crearían un grupo de trabajo bilateral, la especialización de batallones antinarcóticos, incluso mantendrían bases en suelo y mar mexicanos.

El escenario fue planteado ya por Héctor Aguilar Camín y Jorge Castañeda: “No tiene sentido declararle la guerra al narco si no se cuenta con el Ejército, la policía y el servicio de inteligencia necesarios. La única manera de poseerlos es con ayuda externa. En nuestro caso, sólo puede venir de Estados Unidos”.

Una cooperación bilateral más estrecha podría fortalecer a las debilitadas instituciones mexicanas y sus cuerpos de seguridad. Pero México no es Colombia. Allá no han tenido la traumática historia de México relacionada con las ambiciones del gigante norteamericano. Las implicaciones a la soberanía no serían tan bien aceptadas aquí como lo fueron en Colombia.

Es posible que las demandas del Ejército mexicano al final sólo sean las mismas de siempre: mayor control del consumo de drogas y del tráfico de armas. Sea como fuere, lo inédito es que las Fuerzas Armadas mexicanas aceptan por primera vez su disposición a trabajar más a fondo con las estadounidenses.

22 de marzo de 2010
Enlace: http://www.eluniversal.com.mx/editoriales/47750.html

mardi 23 mars 2010

Opinión. ¡Qué oso!

por Guillermo Santos Calderón.

Después de haber vivido el proceso electoral que se inició el pasado domingo, junto con el conteo de votos y el escrutinio, habría que decir que Colombia hizo un oso monumental.

No se entiende cómo un proceso así, que estaba en la mira del mundo por significar el cambio de una era política vigente hace ocho años, se dejó casi al garete, en lugar de asegurarlo y dar el ejemplo de democracia que se esperaba. Esto era lo que había que garantizar.

Salir con argumentos como el de que hackers tumbaron el sitio de Internet de la Registraduría, con la consecuencia de que los medios de comunicación no pudieron seguir los resultados parciales, es casi lo mismo que demostrar abiertamente la falta de planeación y aseguramiento de estos procesos.

Afirman que lo que ocurrió fue algo conocido como negación de servicio o denial of service, que sucede cuando se lanzan muchas solicitudes de acceso a una misma página de Internet para que esta no las pueda procesar y se caiga. Estos ataques se detectaron hace mucho tiempo y existen soluciones para evitarlos. Tan fáciles como acudir a compañías expertas en seguridad informática como LocKnet. Pero, tal como parece, los responsables nunca pensaron que pudieran ser atacados por hackers y no se tomaron las prevenciones ni las medidas requeridas para contrarrestarlos.

Dada la importancia de este proceso electoral, por la situación política que se está viviendo, un ataque informático como el que dicen ocurrió era un fruto bajito de recoger, por lo que se ha debido prevenir. No se hizo y ahí están los resultados.

No se puede negar que los tarjetones eran complicados de diligenciar, por lo que la demora en marcarlos generó unas enormes filas en muchos sitios de votación. Por esto mismo se podría concluir que, cuando los datos de entrada son complicados de diligenciar, los procesos para ingresarlos a las aplicaciones correspondientes pueden tomar un tiempo más largo que el previsto. Esto, como en el Runt, se habría podido detectar con la ejecución de pilotos adecuados -con un piloto se simulan los procesos para ver qué dificultades se presentan y corregirlas a tiempo-. No se hicieron o, si se hicieron, seguramente no fue en la mejor forma.

El Estado no puede seguir fallando en el uso de la tecnología en este tipo de servicios tan importantes para los ciudadanos, como las elecciones o el Runt. Hay algo de fondo en la gerencia de proyectos de implementación de sistemas informáticos dentro del Estado. Son muchos ya los fracasos. Es hora de evitar el ridículo ante el mundo. ¡Qué oso!

lundi 22 mars 2010

Las posibilidades del retorno

Por M. de los Angeles Fernández*


Michelle Bachelet terminó su mandato con clamores de retorno para el 2014. Académicos como Jocelyn-Holt advierten del escaso “techo histórico” de esta aspiración, ya que son varios los ex presidentes que se quedaron con las ganas. Sin embargo, su caso pudiera ser distinto, y no por ser mujer. Deja el poder con un índice de popularidad inédito en la historia política reciente. Poco importa si su fundamento está en el cariño, así como los intentos por desacreditarlo. Lo que cuentan son los resultados. Interesa observar ahora las decisiones que adoptará para mantener dicha popularidad en el tiempo. Juega a su favor la poca probabilidad de que se intente erosionar su figura y su legado mientras las urgencias de la reconstrucción acaparen la agenda. Si ello sucede, no deja de concitar curiosidad por cuanto la suya fue una gestión suficientemente vilipendiada en ejercicio. Así como su popularidad resulta difícilmente atrapable mediante códigos tradicionales, no es aventurado pensar que contenga, además, la resiliencia necesaria para enfrentar los embates que surgirán, muy probablemente, cuando se involucre en la política contingente.


Pero una cosa es detentar la Presidencia desde el punto de vista formal y otra, tener la autoridad informal, relacionada con la capacidad de satisfacer expectativas que, a menudo, no son explícitas. Como algunos creen que la Presidencia tiene capacidades taumatúrgicas, se le adjudican responsabilidades por la llegada de la derecha a La Moneda. De hecho, se afirma que no habría realizado esfuerzos suficientes para impedir el desgaste de la Concertación. Sin embargo, ¿podía haber hecho ella otra cosa? Accedió a la Presidencia premunida, además del apoyo electoral, tan sólo de sus atributos personales y una biografía seductora. Su paso por la Presidencia ha supuesto para ella no sólo aprendizajes, sino también la adquisición de elementos de los que carecía para incidir políticamente al interior de la coalición. Nos referimos a capital político, traducido en redes de apoyo, máquina electoral y poderes de patronazgo, así como poder informal, especialmente frente a sus socios políticos.


Así como Bachelet finaliza con un baúl de recursos nuevos, podría suponerse que ahora valorará, además de la lealtad y confianza personales, otros factores, como la capacidad. De haberlo hecho antes, pudiera haberse ahorrado algunos cambios de gabinete. También es esperable que aprecie la importancia de tejer redes de apoyo amplias y diversas. La Presidenta menos partidaria de todos ha sido, al mismo tiempo, la más fraccionalista, no dudando en privilegiar a su sector de procedencia al interior del PS, la Nueva Izquierda.

“Bachelet finalizó su Presidencia con un baúl de recursos nuevos…”.

* Directora Ejecutiva de Chile 21.

Publicado en el Diario La Segunda (17.03.2010)











vendredi 19 mars 2010

Is This Time Different For Latin American Economies?

By Claudio LoserThe common wisdom these days is that Latin America has learned its lessons after 30 years of general mismanagement, and that now the situation is truly different. In an attempt to find out, I focused on the predictors of external crises described in the book "This Time is Different" by Kenneth Rogoff and Carmen Reinhart.

Download document: www.thedialogue.org/page.cfm?pageID=32&pubID=2309

jeudi 18 mars 2010

A diplomacia brasileira e as visões sobre a inserção externa do Brasil: institucionalismo pragmático x autonomistas

por Miriam Gomes Saraiva

Resumen: Embora a política externa brasileira seja marcada em geral pela continuidade, existem atualmente duas correntes no Ministério de Relações Exteriores –os institucionalistas pragmáticos e os autonomistas- que, embora partam de um núcleo comum de crenças que marcam a sociedade brasileira e a diplomacia em geral, têm visões de mundo e, consequentemente, estratégias e prioridades diferentes. Em termos gerais, os institucionalistas pragmáticos, que foram mais fortes durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, defendem um maior apoio aos regimes internacionais como forma do país conseguir insumos para seu desenvolvimento e sua ascensão internacional. Os autonomistas, por seu turno, que vêm se destacando no governo de Lula, propõe uma postura mais autônoma e proativa do Brasil na política internacional como estratégia para o país atingir o status de potência global. Têm, portanto, uma postura mais reformista em relação à ordem internacional. Nos quadros políticos mas por fora da diplomacia vem consolidando-se uma corrente originariamente ligada ao Partido do Trabalhadores que têm idéias próprias sobre as relações do Brasil com países latino-americanos, e que vêm encontrando espaços no governo de Lula. A consolidação da democracia, a globalização e a ascensão do Brasil como potência pode ter impacto nas percepções destas correntes.

Lea análisis completo en: http://http://www.realinstitutoelcano.org/wps/portal/rielcano/contenido?WCM_GLOBAL_CONTEXT=/elcano/elcano_es/zonas_es/america+latina/ari46-2010

mardi 16 mars 2010

Opinión - Tropical mafia

por Yoani Sánchez

Un chaparrón de sucesos está cayendo sobre Cuba. Las primeras gotas llegaron apenas comenzar enero, con la muerte por desnutrición y frío de varias decenas de pacientes del Hospital Psiquiátrico habanero. El aguacero de problemas arreció al fallecer Orlando Zapata Tamayo, empujado hacia el final por la desidia de sus carceleros y la testarudez de nuestros gobernantes. Sobrevino entonces la huelga de hambre del periodista Guillermo Fariñas y con ella nuestras vidas cayeron al centro de un tornado político y social cuyos vientos huracanados crecen cada día.

Paralelamente a estas borrascas, una secuencia de posibles escándalos por corrupción ha venido a poner en jaque al poder en Cuba. Según rumores, se ha sabido de allegados a ministros con maletas de dólares escondidas en las cisternas, vuelos comerciales cuyos dividendos iban a manos de unos pocos y fábricas de jugos cuyas enormes plusvalías eran sacadas a toda velocidad del país. Entre los implicados, parece haber hombres que bajaron de la Sierra Maestra y que se enriquecieron otorgando licitaciones a empresarios extranjeros que les daban comisiones muy suculentas. El Estado ha sido saqueado desde el propio Estado. El desvío de recursos ha llegado a niveles en los que robar un poco de leche de una bodega parece un juego de niños. Los jerarcas del poder en esta Isla toman a manos llenas y a la carrera, como si intuyeran que el chubasco de hoy terminará por desplomarles el techo sobre las cabezas. Da la impresión de que el país está en liquidación y muchos – desde un uniforme verde olivo – aprovechan para llevarse lo poco que nos queda.

La callada prensa, mientras tanto, nos habla de glorias pasadas, de aniversarios por cumplirse y afirma que la Revolución nunca ha estado más fuerte. Tras el telón, una serie de purgas se suceden y las auditorías palpan las vísceras de nuestras finanzas para determinar que no queda nada por hacer ante el avance de la corrupción. La generación de los históricos no sólo nos señaló el camino de la simulación, sino que nos ha sembrado la idea de que las arcas de la nación se manejan como el bolsillo personal. Las aguas negras de las miserias éticas y morales, que ellos mismos han alimentado y propiciado, acabarán por ahogarnos a todos.

lundi 15 mars 2010

Informe de Peter Hakim, presidente de Inter-American Dialogue al Subcomité del Hemisferio Occidental. Cámara de Representantes. Estados Unidos

El primer año de la administración de Obama ha demostrado hasta qué punto es difícil es mejorar la calidad de las relaciones US-America latina y desarrollar lazos regionales más productivos. Discutiblemente, ningún acontecimiento desde la elección de John F. Kennedy en 1960 fue acogido con mas satisfacción en América Latina o creado mayores expectativas para mejorar los lazos de la región con Estados Unidos que la victoria electoral de Barack Obama en noviembre de 2008.

vendredi 12 mars 2010

Encuesta de la CEPAL

75% de líderes de opinión latinoamericanos asegura que la paridad de género en política fortalece la democracia

El sondeo se realizó a fines de 2009 y comienzos de 2010 a personalidades de la región provenientes del mundo público y privado.

Noticia completa en: http://www.eclac.cl/cgi-bin/getProd.asp?xml=/prensa/noticias/comunicados/0/38650/P38650.xml&xsl=/prensa/tpl/p6f.xsl&base=/tpl/top-bottom.xsl

jeudi 11 mars 2010

Entrevista a Víctor Hugo D’Paola, fundador del Movimiento al Socialismo venezolano

Definir el régimen como de izquierda es difícil"

Para Víctor Hugo D’Paola, este es un gobierno militarista que verá marcado su futuro por las elecciones parlamentarias del 26 septiembre.

por Douglas Gómez Barrueta

Militó 12 años en el Partido Comunista de Venezuela, fue fundador del Movimiento al Socialismo, senador en el Congreso de la República y uno de los dirigentes masistas que se negó a apoyar en 1998 al Hugo Chávez de liquiliqui.

También estuvo en la campaña presidencial de Francisco Arias Cárdenas con Izquierda Democrática, partido que desapareció para darle espacio a otros movimientos con mayores posibilidades de alcanzar el poder.

Víctor Hugo D’Paola habla como camina. Lo hace sin apuros o atropellos. Medita, piensa, reflexiona cada una de las palabras que ofrece, al igual que lo hace con cada uno de los pasos que da.

Mirando hacia atrás sin rencor es su libro más reciente, en él las reflexiones y confidencias develan los de sencuentros con José Vicente Rangel y Arias Cárdenas o narra la felicidad de Cilia Flores, Desirée Santos Amaral, Luis Tascón y Darío Vivas tomando vino en París.

Pero también muestra la admiración por amigos que ya no están como Moisés Moleiro o Bayardo Sardi; describe la incertidumbre de su viaje al desierto de los Saharauis o a la Haití del golpista coronel Raoul Cedras.

D’Paola es optimista sobre el futuro político inmediato, no tiene dudas de que las elecciones parlamentarias de septiembre marcarán el camino de los comicios presidenciales de 2012.

"Puede lograrse una victoria significativa, que puede marcar el cambio de rumbo en el país. No se pueden separar las elecciones legislativas de 2010 de las presidenciales de 2012.

Cuando Chávez dice que vamos contra él, en parte tiene razón. Se trata de una acción parlamentaria, una mayoría que se oponga a la marcha hacia el totalitarismo, que produzca cambios fundamentales para crear condiciones para que en 2012 podamos elegir un presidente distinto".

Es de izquierda el gobierno de Hugo Chávez?

El Presidente se ha venido definiendo fidelista, pero ha hecho eso con diferentes personalidades. Ha declarado ser peronista en Argentina, admirador de Velasco Alvarado en Perú, en China dijo que era maoísta, en la Rusia de Putin ha reivindicado el comunismo estalinista.

No se sabe en cuál izquierda pudiera ubicarse él, si consideramos que hay distintas formas de entender la izquierda. Pero no sólo eso, sino que en el régimen priva esencialmente una visión militarista.

El militarismo es una deformación antidemocrática que viene sobre todo de la derecha, del fascismo, a pesar de que algunos militares puedan adoptar ideas de la izquierda.

Por eso definir el régimen como de izquierda es difícil.

Pero en el gobierno pregonan que tienen banderas sociales, que ellos se ocupan de los pobres.

Banderas sociales las tienen, pero la centroizquierda también, al igual que la socialdemocracia, el fascismo también tuvo banderas de reivindicación social en Alemania e Italia. No basta definirse en lo social.

En definitiva ser de izquierda significa luchar por la igualdad social y al mismo tiempo tener ética, que es una condición fundamental para ser de izquierda.

Sin ética no hay izquierda y este gobierno ha tenido un choque permanente con la moral, uno de los más corruptos en la historia venezolana.

Pero en el gobierno hay gente de izquierda, eso es innegable, y esa gente ataca a los críticos del gobierno tildándolos de derechistas, de reformistas, de infiltrados.

Algo parecido a lo que les decían a los fundadores del MAS. Ahora desde el gobierno nos tildan de conspiradores, de entregados al imperialismo norteamericano y de ser agentes del capitalismo. Y eso no es cierto, porque la oposición venezolana, aunque esté unida en muchas visiones, es muy dispareja, distinta.

En algunos casos tienen visiones opuestas.

Sí, hay gente que defiende posiciones neoliberales y otros que defienden otras posturas, pero la oposición está unida en la defensa de la democracia, la lucha por la vigencia de las instituciones democráticas, contra el autoritarismo que niegue todas libertad individual.

La acusación no pasa de ser una falsedad, un empeño en demostrar que quienes se oponen a ellos son impuros, dividir el país a través de un odio absurdo, un enfrentamiento innecesario.

Los buenos que son los que están con Chávez y los malos que somos el resto. Y eso no es así, sobre todo cuando las encuestas demuestran cada vez más que disminuye el respaldo al Presidente.

Este año hay elecciones legislativas, en los anteriores comicios la oposición prefirió no presentarse y prácticamente le entregó el Parlamento al chavismo. ¿La oposición es capaz de unirse para las elecciones de septiembre?

Cómo sería de grave el problema de no haberse presentado para las elecciones que en la propia Asamblea Nacional hay diez diputados disidentes, ya hay diez diputados opositores al gobierno.

El Parlamento es un escenario de lucha que no debió de ser dejado de lado nunca por la oposición democrática. Nosotros tenemos planteada la salida de Chávez, que se vaya, pero por la vía democrática en 2012, eligiendo otro Presidente distinto a él.

La unidad ha avanzado, no sólo porque 16 fuerzas políticas discuten sino porque también hay sectores de la sociedad civil participando dentro del proyecto unitario.

No hay dudas que puede lograrse una victoria significativa, que puede marcar el cambio de rumbo en el país. No se pueden separar las elecciones legislativas de 2010 de las presidenciales de 2012.

Cuando fundamos el MAS los comunistas nos decían trotskistas, aunque en la década de los 70 ya Trotsky había sido reivindicado históricamente como un revolucionario que no vendió al capitalismo como lo acusó el stalinismo.

mercredi 10 mars 2010

Corrupción en el Senado brasileño: síntoma de una crisis de larga duración

Marco Aurélio Nogueira

Summary. The crisis in the Brazilian Senate, which started with accusations of corruption against the president, spread to the Legislative Power and even the Executive. The article maintains that this crisis is a reflection of a general crisis in political parties and modern parliaments, resulting from the pressure of governmental decisiveness and social spontaneity, which limits the Legislature’s ability to act. At its heart, this is a consequence of a situation of wider institutional unease, a crisis of political subjectivity, in which political systems become incapable
of interacting with a culture and society produced by the new terms in globalized life.
Texto completo: PDF Portugues: PDF

mardi 9 mars 2010

América Latina consolida la recuperación

por Federico Steinberg

"... Algunos países de América Latina, como Brasil, Perú, Colombia, Uruguay o incluso México (que tiene una alta exposición a Estados Unidos y sufrió con intensidad la gripe A) crecerán a tasas asiáticas, en el entorno del 5%, mientras otros países como Venezuela podrían tener problemas por las consecuencias inflacionistas de la devaluación de su moneda. Incluso Chile, cuyo dinamismo se verá afectado por el terremoto, debería continuar creciendo a un ritmo considerable porque sus instituciones y la mayoría de su capital humano han quedado prácticamente intactos, algo que desgraciadamente no puede afirmarse de Haití".
Lea artículo completo en:
http://www.infolatam.com/entrada/america_latina_consolida_la_recuperacion-19344.html

lundi 8 mars 2010

Obama y América Latina: La maldición de lo 'local'

por Juan Gabriel Tokatlian


La política de los Estados Unidos hacia América Latina está sesgada por la política doméstica de esa nación. El resultado de esto es el fracaso, el descrédito y su pérdida influencia. Los ejemplos.
El ex Presidente de la Cámara de Representantes en Washington, “Tip” O’Neill, capturó la realidad de la vida política diaria de los Estados Unidos – y de todas partes- en una frase que se hizo célebre: “Toda política es local”. Cuando se la aplica a un contexto más amplio –tal vez según el principio de que “toda política exterior es política doméstica”, se transforma en una guía peligrosa. El abordaje de Washington hacia América Latina, tanto bajo Barack Obama como de su predecesor George W Bush, es un caso a tener en cuenta.
Resulta evidente que tanto la política interna como la exterior están imbricadas de modo que en la actualidad la mayoría de los asuntos son “intermésticos”; esto es, internacionales y domésticos de manera que ligan una multitud de actores gubernamentales y no gubernamentales con diferentes atributos de poder e intereses de poder. Aún así, la “sobre-primacía” de la política doméstica es un grave error que afecta metas globales esenciales, compromisos y responsabilidades. El primer año de gestión del presidente Obama ha sido, en términos de las relaciones de los Estados Unidos con América Latina, un vívido ejemplo de ese énfasis excesivo.
Ninguna de las políticas clave de Obama hacia la región ha sido capaz de contrarrestar la abrumadora influencia de la política doméstica. La creciente (y razonable) preocupación por la estabilidad de México a la luz del avance del crimen organizado relacionado con el narcotráfico, fue abordado con la fórmula tradicional: el coercitivo Plan Mérida que sólo satisface a los “halcones” de adentro y de afuera del Ejecutivo y del Legislativo. La quinta Cumbre de la Américas llevada a cabo en abril del 2009 en Trinidad & Tobago fue un fiasco, en gran parte porque Washington estaba poco interesado en una actualización del diálogo sobre comercio: los proteccionistas del Congreso y entre los sectores empresarios tornaron imposible cualquier renovación seria del debate económico acerca de la economía en el hemisferio occidental.
El acuerdo militar de agosto de 2009 entre los Estados Unidos y Colombia por el cual las tropas norteamericanas pueden utilizar siete bases colombianas fue abiertamente cuestionado por la mayoría de los países de Sudamérica (en particular por Brasil). En cualquier caso es esencialmente inútil desde el punto de vista de mejorar la lucha contra las drogas: toda la evidencia empírica disponible muestra que la guerra contra las drogas en los Andes ha empeorado las cosas, y que la presencia militar directa de los Estados Unidos en las bases colombianas no hará la diferencia. De todos modos, el creciente peso de la voz militar en la política exterior –especialmente del Comando Sur de los Estados Unidos vis-à-vis América Latina - ha suprimido cualquier otra consideración u objetivo regional.
Le carencia de una normalización efectiva de la relación entre los Estados Unidos y Cuba tiene aún más que ver con la política del primero que con la de La Habana. Los cubanos-americanos y los anticastristas son menos significantes que las concepciones ideológicas de la Guerra Fría sostenidas por legisladores importantes y por policy-makers que dominan y bloquean cualquier forma innovadora de abordar toda posible agenda extensa y positiva entre Washington y La Habana.
La ambigüedad –por ser benévolos- de la posición de los Estados Unidos hacia el golpe militar en Honduras en junio de 2009 no puede ser explicada en términos de promoción de los valores de la democracia, o de la contención de un inexistente avance de la amenaza comunista en la región. Su razón principal fue doméstica: para facilitar la confirmación en su cargo del Subsecretario de Estado, Arturo Valenzuela, cuya nominación había sido boqueada por el senador Republicano, Jim DeMint. El hecho de que Washington fue, por default, instrumental en el primer golpe de Estado militar exitoso del siglo XXI en América será largamente recordado por mucho tiempo en la región.
En la misma sintonía, la decisión en enero de 2010 de cesar, en forma temporal, con el traslado aéreo de víctimas haitianas del terremoto debido a las disputas alegadas entre los estados – provincias- sobre dónde deberían ser llevados los heridos, es otro ejemplo del peso desproporcionado de la política doméstica, tanto en el nivel nacional como el estatal. Los resultados de esta sobre-primacía errónea de la política interna sobre la externa, es que los Estados Unidos – no sólo la Administración Obama- están perdiendo apalancamiento, confiabilidad y credibilidad a lo largo de América Latina. El peor escenario posible es que el sistema interamericano, como un todo, desgaste su legitimidad básica. La elección en marzo de 2010 del próximo Secretario General de la OEA será una puesta a prueba de esa legitimidad.

Publicado en: http://www.escenariosalternativos.org/default.asp?seccion=escenarios2&subseccion=escenarios2&nota=3783

vendredi 5 mars 2010

El Uruguay de Mujica y la renovación

por Osvaldo Torres, antropólogo y director de Chile 21.

José Mujica, el nuevo presidente uruguayo es la antítesis estética del político glamoroso, “metrosexual”, del barrio alto o autoritario. Tiene 74 años, es gordo, bigotudo, cultiva un campo a las afueras de Montevideo con su esposa presidenta del Senado; no tiene hijos. Es también la antítesis de la renovación generacional, tan de moda en nuestro país, pero tan poco practicada.
Mujica es tupamaro. Participó de las acciones armadas en los sesenta, lo metieron preso por más de una década, luego participó en la reconstrucción de su movimiento y pasó a jugar un rol clave en la renovación de la izquierda uruguaya. Esto ayudó al triunfo de la izquierda y el progresismo (Frente Amplio-Espacio Progresista) con Tabaré Vásquez el 2004 [...]

» Leer el artículo



jeudi 4 mars 2010

Preparatory Events and Dialogues leading up to the VIth EU/ALC Summit (Madrid 18 May 2010)

Preparatory Meetings in the run up to the VIth EU-LAC Summit Madrid

XXIX EU-LAC SOM
Venue: Brussels (Belgium) - Date: 2 December 2009

EU-LAC Senior Officials' Meeting on Science and Technology
Venue: Buenos Aires (Argentina) - Date: 25-26 February 2010
Organisation: Argentina

XXX EU-LAC SOM
Venue: Brussels (Belgium) - Date: 3 March 2010

EU-LAC Ministerial Forum on Information Society
Venue: La Granja de San Ildefonso (Spain) - Date: 14-15 March 2010
Organisation: Spain

XXXI EU-LAC SOM
Venue: Brussels (Belgium) - Date: 14 April 2010

EU-LAC Ministerial Forum on Science and Technology
Venue: Madrid (Spain) - Date: 14 May 2010
Organisation: Spain

XXXII EU-LAC SOM
Date: 15-16 May 2010

Sectoral Fora in the run up to the VIth EU-LAC Summit

EU-LAC Forum on Fiscal Policies
Venue: Montevideo (Uruguay) - Date: 19-20 May 2009
Organisation: Uruguay, Germany

Fiscal Strategies in view of the crisis
Venue: Madrid (Spain) - Date: 16 October 2009
Organisation: Spain

EU-LAC Forum on Corporate Social Responsability
Venue: Buenos Aires (Argentina) - Date: 28-29 October 2009
Organisation: Argentina, Germany

EU-LAC Forum on Social Cohesion
Venue: Lima (Peru) - Date: 8-10 February 2010
Organisation: Peru

EU-LAC Forum of Civil Society (NGOs)
Venue: Madrid (Spain) - Date: 22-23 March 2010

EU-LAC Forum on Technological Cooperation, Renewable Energies and Energy Efficiency
Venue: Berlin (Germany) - Date: 29-30 April 2010
Organisation: Peru, Germany

EU-LAC Forum of Trade Unions
Venue: Madrid (Spain) - Date: 3-4 May 2010

EU-LAC Meeting of Organized Civil Society
Venue: Madrid (Spain) - Date: 5-7 May 2010

EU-LAC Business Forum
to be determined

EU LAC Dialogues in the run up to the VIth EU-LAC Summit

2nd EU-LAC High Level Meeting on Migration
Venue: Madrid (Spain) - Date: 17-18 February 2010

3rd EU-LAC High-Level Meeting on Migration
Venue: Madrid (Spain) - Date: 15-16 March 2010

EU-LAC High-Level Meeting of the Drugs Mechanism
Venue: Madrid (Spain) - Date: 26-27 April 2010

EU-LAC Sectoral Dialogue on Climate Change
Venue: Lima (Peru) - Date: 26-27 April 2010

In addition, an European-Latin American ParliamentaryAssembly Plenary (EUROLAT) will take place on 13-15 May in Seville, Spain.

mercredi 3 mars 2010

Elecciones presidenciales en Colombia

Campaña del Partido Liberal Colombiano (PLC, miembro de la Internacional Socialista)


Carta de RAFAEL PARDO, CANDIDATO PRESIDENCIAL DEL PLC, A LOS COLOMBIANOS EN EL EXTERIOR

Estas son mis iniciativas:
1. Sistema Nacional de Migraciones
2. Reforma Consular
3. Seguridad Social
4. Mujer y Migración
5. Remesas
6. Migración transfronteriza
7. Retorno.
Puede consultar el programa completo en:

mardi 2 mars 2010

Ganas de gritar

por Yoani Sánchez

La vida nunca vuelve a la normalidad. No retorna a ese momento antes de la tragedia que ahora –ilusoriamente- evocamos como un período de calma. Abro la agenda, intento reanudar mi vida, el blog, los mensajes en Twitter… pero nada me sale. Estos últimos días han sido demasiado intensos. Sólo tengo cabeza para repasar el rostro en penumbras de Reina Tamayo frente al necrocomio, donde preparó y vistió a su hijo para el viaje más largo. Después, se me apilan las imágenes del miércoles: detenciones, golpes, violencia, un calabozo con peste a orine que colindaba con otro donde Eugenio Leal y Ricardo Santiago exigían sus derechos. El resto del tiempo ha sido caminar como un maniquí, mirar sin ver, teclear con furia.

Así no hay quien escriba una línea coherente y moderada. Tengo tantas ganas de gritar, pero me quedé ronca el 24 de febrero.

Publicado en: http://www.desdecuba.com/generaciony/

lundi 1 mars 2010

Análisis

Clientelismo en democracia: lecciones del caso argentino.
por Mariela L. Szwarcberg


This article analyzes the consolidation of political clientelism, defined as the exchange of particular goods –such as social plans and public employment– for political support in new democracies. Contrary to what the first investigations into the democratic transition found, clientelism has not disappeared. Quite the opposite, it has been consolidated. Through extensive fieldwork in Argentine municipalities, the text shows the existence of a logic of perverse incentives which are rewarded with political promotions to candidates who use clientelist strategies to mobilize the voters.
Texto completo: PDF

vendredi 26 février 2010

FORO SOBRE AMÉRICA LATINA

Presidido por Martin Schulz, Presidente del Grupo de socialistas y demócratas en el Parlamento Europeo (S&D), y con la Vicepresidenta Primera del Gobierno de España, María Teresa Fernández de la Vega, como oradora principal, tuvo lugar recientemente la primera reunión del Foro sobre América latina del Grupo S&D en esta legislatura europea.

Para más información pueden contactarnos aquí: joseantonio.gildemuro@europarl.europa.eu

jeudi 25 février 2010

Elecciones legislativas en Colombia

Campaña de la izquierda
Amigas y amigos,Los invito a conocer en el siguiente video-clip, un resumen de mis propuestas como candidato del Polo Democrático a la Cámara de Representantes por los colombianos en el exterior:

Igualmente, los invito a conocer el video-clip de respaldo a mi candidatura, de Gustavo PETRO a los compatriotas en el exterior:

En la página http://www.mauriciotrujillo.net/ encontrarán información importante sobre nuestras propuestas, la campaña y el tarjetón electoral.
Los llamo a que redoblemos esfuerzos propios, y con familiares y allegados que vivan fuera del país, para que el próximo 14 de marzo votemos en los consulados y embajadas de Colombia y respaldemos nuestra candidatura, marcando POLO y 401 en el tarjetón electoral.
Pondremos este espacio parlamentario al servicio de los colombianos y colombianas en el exterior, de la lucha por la democracia, las transformaciones sociales y la paz, de la soberanía nacional y la integración latinoamericana.

Cordial saludo,
Mauricio Trujillo

mercredi 24 février 2010

4° Congresso do Partido dos Trabalhadores

RESOLUÇÃO SOBRE AS DIRETRIZES DE PROGRAMA 2011/2014

À sociedade brasileira, aos militantes do PT e aos partidos que integram a coligação que apóia a candidatura da companheira Dilma Rousseff à Presidência da República, o Partido dos Trabalhadores apresenta estas Diretrizes Programáticas para o debate sobre as grandes orientações do futuro Governo democrático e popular.

Leia resolução aprovada pelo 4º Congresso sobre Diretrizes do Programa de Governo:
http://http://www.pt.org.br/portalpt/noticias/eleicoes-2010-11/leia-resolucao-aprovada-pelo-4o-congresso-sobre-diretrizes-do-programa-de-governo-3264.html

mardi 23 février 2010

EuroLat EP Delegation meeting (Brussels, 22 February 2010)

Exchanges of views with Juan Pablo de Laiglesia, Spanish State Secretary for Latin America, on the Spanish Presidency's priorities for EU-LAC relations

The «strategic partnership» with Latin America and the Caribbean will be promoted. The 6th EULatin America/ Caribbean Summit (Madrid, 18 May 2010), as well as the simultaneous sub-regional EUCentral America, EU-Mercosur, EU-Cariforum and EU-Chile Summits, will enable a qualitative leap in the bi-regional relation to jointly address the challenges posed by the global agenda (economic and financial crisis, climate change, fight against poverty and social exclusion). We hope to conclude the negotiations for the EU Association Agreement with the Central America Integration System, as well as the Multipartite Trade Agreement with Colombia and Peru. Work will also be done to revitalise the negotiations for an EU-Mercosur Association Agreement. An Action Plan establishing the fundamental bi-regional cooperation objectives will be approved at the EU-Latin America/Caribbean Summit, together with the implementation of a finance facility for Latin America and the Caribbean, the adoption of a Work Programme stating the political dialogue priorities, and the promotion of the EU-Latin America/Caribbean Foundation to start its activities by 2010.

Special attention will be given to the start-up and development of political dialogue mechanisms derived from granting Mexico and Brazil the condition of «EU strategic partners». The first EU-Mexican Summit, which will be held in Spain, will evidence the new strategic character Mexico has acquired for the EU. On Cuba the Spanish Precidency wants to open a reflection.

lundi 22 février 2010

Empresarios a la Presidencia

por Francisco Durand

The start of the neoliberal cycle brought with it a new role for businessmen in politics: managerial revolts occurred in defense of private property, as in Mexico in 1982 and Peru in 1987; and a range of businessmen became popular leaders, as in the case of Carlos Menem and Alberto Fujimori. But the big news was the emergence of businessman-candidates, such as Gonzalo Sánchez de Lozada in Bolivia and Vicente Fox in Mexico. The recent candidacies of Mauricio Macri in Argentina and Sebastián Piñera in Chile show that democratic business-activism has not disappeared. In fact: emergencies in both the social democratic and radical nationalists’camps have allowed businessmen to compete with them. In summary, it exists a diverse Latin America in terms of regimes and doctrinarian orientations, which show the vitality of its political actors.

Texto completodel artículo: PDF

vendredi 19 février 2010

La influencia de los poderes ilegales en la política colombiana

por Alejo Vargas Velásquez

El artículo analiza la influencia de los poderes ilegales en la política colombiana y asegura que, para consolidar la democracia, es necesario resolver el problema del narcotráfico, pero también avanzar en los derechos sociales de la población. El dinero que vuelcan en la política las organizaciones guerrilleras y paramilitares producen distorsiones e inequidades de la democracia en Colombia.

Texto completo del artículo publicado en la revista Nueva Sociedad, n° 225: PDF

jeudi 18 février 2010

Nuevo informe regional de Naciones Unidas

América latina y Caribe avanza en metas ambientales, pero aumentan la deforestación y las emisiones de dióxido de carbono

La región ha progresado en la extensión de áreas protegidas, la reducción de consumo de sustancias que agotan la capa de ozono y la cobertura de servicios de agua y saneamiento.

Texto completo del informe clique en:
http://www.eclac.cl/cgi-bin/getprod.asp?xml=/publicaciones/xml/6/38496/P38496.xml&xsl=/dmaah/tpl/p9f.xsl&base=/dmaah/tpl/top-bottom.xsl

mercredi 17 février 2010

Opinión

Los olvidados

por Alejandro Encinas Rodríguez*

La masacre de jóvenes en Juárez, ha puesto al descubierto, de manera descarnada, una de las manifestaciones más lacerantes de la crisis económica, de la descomposición de las instituciones públicas y de la ruptura del tejido social en nuestro país: jóvenes estudiantes, deportistas, hijos de trabajadores son ultimados por otros jóvenes, sicarios, que no estudian, sirven a la delincuencia organizada y asumen la violencia como forma de vida.

La exclusión social de la que han sido objeto varias generaciones de jóvenes alcanza, como nunca antes, indicadores que ponen en entredicho, más allá de la delicada situación de inseguridad pública, la gobernabilidad.

Texto completo del artículo en: http://http//www.eluniversal.com.mx/editoriales/47403.html

* Coordinador de los Diputados Federales del PRD

mardi 16 février 2010

Opinión

La crisis de Chávez

por Luis Aznar*

"El único partido que no aceptó reunirse con la misión especial [de la Internacional Socialista] fue el Partido Socialista Unido de Venezuela"

Un repaso de la historia política de Venezuela, de la ineficacia decisoria al populismo de confrontación

Casi dos décadas atrás, el régimen político venezolano sufrió un sismo sociopolítico. Se detuvo el funcionamiento pendular casi perfecto del modelo bipartidista que permitía que Acción Democrática y COPEI (versiones creoles de la Socialdemocracia y de la Democracia Cristiana) bajo la mirada algo crítica pero abiertamente entrista del Movimiento al Socialismo (ex comunistas en una versión gramsciana caribeña) alternaran en el control del Estado en cada elección.

Es así que los dos partidos tradicionales fundadores de la lógica democrática moderna en Venezuela y, sobre todo, las burocracias tecnocráticas como las de PDVSA -un Estado dentro del Estado- se aseguraban el control de las decisiones sobre la asignación y redistribución de los enormes excedentes generados por la exportación de petróleo, fundamentalmente hacia Estados Unidos.

Esto no era óbice para que los dos partidos trataran por todos los medios de hacerse mutuamente la vida imposible, en términos políticos.

Para la dirigencia de Copei, en parte con razón, el accionar de Acción Democrática sólo mostraba altísimos índices de corrupción. Por supuesto “olvidando” que el spoil system funcionaba también durante las administraciones "copeyanas" [el entrecomillado es nuestro].

Acción Democrática no entraba en esa discusión. A esa altura de los acontecimientos, ya bien entrado el siglo XX, y más pragmático que su adversario utilizaba su control político sobre los sindicatos más importantes y arremetía abiertamente contra las administraciones socialcristianas generando huelga tras huelga, debilitando así su capacidad de implementar políticas públicas medianamente eficaces.

Para dar una idea de la estrecha relación entre Acción Democrática y la Confederación de Trabajadores de Venezuela sólo hay que recordar que durante un largo período la misma persona fue al mismo tiempo el secretario general de ese partido y el presidente de la CTV.

Las estadísticas independientes muestran que, en esos años, durante el primer gobierno de Carlos Andrés Pérez (1974-1978) la conflictividad laboral se expresó mediante siete huelgas legales y 741 ilegales, involucrando a 169.774 trabajadores con 3.999.315 horas de trabajo perdidas. Durante la siguiente administración de Luis Herrera Campins (Copei, 1979-1983) se produjeron 11 huelgas legales y 759 ilegales, participando 187.013 trabajadores y perdiéndose 10.595.268 horas de trabajo, lo que demuestra que las huelgas durante la administración de Acción Democrática no sólo fueron menos sino también de menor duración.

Consecuentemente, la comparación entre lo hecho en términos de expansión de oportunidades vitales (aun admitiendo abiertamente las mejoras producidas entre 1958 y 1978 por ejemplo en educación, salud y sostenimiento del orden político democrático) y lo que podría haberse hecho con los montos extraordinarios de los excedentes petroleros disponibles sólo puede ser explicado por una ineficacia decisoria rayana en la inmoralidad.

El gran viraje, durante la segunda presidencia de Carlos Andrés Pérez, hacia una economía de libre mercado mediante el intento de aplicar sin control los axiomas de la teoría económica neoclásica promovió, por un lado, una situación de desigualdad social sistemáticamente consolidada que fue generando una población marginal excedente y disfuncional, ante la mirada -con algunas pocas excepciones- casi ciega de las dirigencias políticas, sociales y económicas. Y parió, por otro lado, el denominado Caracazo, la primera reacción -inorgánica pero eficiente- de sectores medios y populares en América Latina contra la aplicación de un plan de ajuste inconsulto.

Coalición estratégica

Analizando la situación que se estructuró hacia fines del siglo XX resalta el progreso de lo que el italiano Leonardo Morlino define como “una crisis en” la democracia, indicada por el mal funcionamiento de los poderes del Estado y por la ruptura de la relación de representación política entre sectores específicos de la población y sus partidos tradicionales.

Luego de fracasar sin atenuantes (1992) en términos tanto militares como políticos en su intento de golpista “progre” (lo que dice mucho acerca de la cultura política democrática del pueblo venezolano) Hugo Chávez Frías, devenido en dirigente político de un movimiento policlasista sui generis, obtuvo en 1998 y mayoritariamente, su primer triunfo político democrático. Comenzó así a construir lo que Juan Gabriel Tokatlian ha denominado una coalición estratégica, aquella que intenta no sólo alcanzar el poder sino transformar las lógicas vigentes en el accionar político.

Lo que siguió es tema de coyuntura, de historia cuasi cotidiana, rica y tensionada:

a) el intento de constitución y desarrollo en Venezuela de una nueva hegemonía, de una nueva capacidad de dirección sin ruptura, al menos hasta ahora, del régimen político democrático. Del surgimiento de “un accionar político complejo y contradictorio que nosotros denominamos populismo de confrontación”, mediante el cual Chávez ha incorporado (y de ahí en parte su carácter populista) a millones de personas de las clases subalternas a la ciudadanía activa, al demos, mediante el sencillo mecanismo de la cedulación masiva.

b) también las respuestas por un lado de los sectores de centroderecha y por otro de algunos de centroizquierda (ahora desilusionados por las políticas públicas diseñadas y aplicadas por las administraciones de Hugo Chávez).

El intento de golpe de abril de 2002, acompañado por algunos sectores democráticos de la oposición que rápidamente se despegaron del mismo al darse cuenta de sus componentes fascistas y el “paro general” cuyo verdadero centro y motivo fue el control de Petróleos de Venezuela Sociedad Anónima (PDVSA) desataron una contraofensiva activa y confrontacionista por parte del gobierno de Hugo Chávez. Ésta incluyó el referéndum presidencial (2004), mediante el cual Chávez continuó en el poder; las elecciones legislativas que consolidaron su control sobre la Asamblea Nacional (única cámara de accountability horizontal sobre el Ejecutivo, luego de la Reforma de la Constitución de 1961) y las últimas elecciones presidenciales de 2006, ganadas nuevamente en condiciones competitivas por Hugo Chávez.

Tensión actual

Las últimas semanas han sido en Venezuela particularmente activas en los planos socio-político y económico. El golpe en Honduras, aceptado rápidamente por la administración Obama y el triunfo electoral en comicios competitivos del candidato liberal de derecha Sebastián Piñera en Chile son, entre otros, hechos que han contribuido a un contexto tensionante.

Es así que el nombramiento de un nuevo vicepresidente por parte de Chávez no es un dato menor, como tampoco lo son las características del elegido. Es que Elías Jaua, quien seguirá también a cargo como hasta ahora del Ministerio de Agricultura y Tierras, no sólo forma parte de los sectores más jóvenes de la administración de Hugo Chávez, sino que es parte importante de uno de los principales proyectos de nuevas políticas públicas: la de producción alimentaria que permitirá a Venezuela llegar, éste es el objetivo primero, al autoabastecimiento de alimentos básicos. En ese nivel ya ha habido fuertes enfrentamientos con los propietarios de tierras y con los que venían ocupando desde hace años -ante la inacción de los gobiernos anteriores- enormes extensiones de tierras fiscales convirtiéndolas de hecho en “privadas”.

Por otro lado, es innegable que el gobierno de Hugo Chávez está inmerso en problemas internos y externos de aislamiento dinámico y complicado. La interacción con Estados Unidos es un ejemplo claro de esto: ambos polos de la conflictiva relación saben que es poco probable una ruptura definitiva y sin embargo están embarcados en sostener activa una polémica casi cotidiana y sobre cualquier motivo.

Por otra parte, como lo ha mencionado en un reporte inicial como miembro de una misión especial de la Internacional Socialista a Venezuela, Jesús Rodríguez, secretario general de la Unión Cívica Radical, el único partido que no aceptó reunirse con la misión especial fue el Partido Socialista Unido de Venezuela, perdiendo de esta manera, desde nuestra perspectiva, la posibilidad de entrar en contacto con enviados de partidos que tienen una perspectiva más bien crítica sobre la situación venezolana actual.

La combinación del populismo de confrontación interno e internacional y el aislamiento relativo no es la más productiva para generar condiciones para una mínima estabilidad, que permita producir cambios estructurales y sostener una capacidad de dirección que no se esterilice rápidamente.

*Profesor-Investigador de las Universides de Buenos Aires y San Andrés
Publicado el 12/02/2010 en Escenarios Alternativos : http://http://www.escenariosalternativos.org/default.asp?seccion=escenarios2&subseccion=escenarios2&nota=3767

lundi 15 février 2010

Os 30 anos do Partido dos Trabalhadores

A 86ª edição de Teoria e Debate é totalmente dedicada aos 30 anos do Partido dos Trabalhadores. O processo de construção partidária é resgatado através de suas principais vertentes, e o futuro, debatido a partir da provocação: "Como serão os próximos 30 anos do PT?" A revista traz a opinião de mais de trinta intelectuais, militantes, dirigentes e personalidades de dentro e fora do PT.

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Uma história, um partido, por Dr. Rosinha*

Os fatos podem ser mais ou menos relevantes. Podem entrar ou não para a história de um país. Mas, de alguma forma, entram sempre na história de vida das pessoas que deles participaram.
Muitos participam dos fatos e, depois, sequer são citados quando a história é contada. São anónimos perante a história, mas o fato não é anónimo para as suas vidas. Todos têm uma história para contar, uma parte da história, às vezes mínima, sobre sua participação.
Contam, assim, "uma história". E aqui vai uma breve história de um fato que entrou para a história do Brasil.
Até 1980, eu não militava em nenhum partido político. Militava no movimento em defesa da saúde pública e pelos direitos dos médicos residentes. Militava junto aos movimentos sociais de Curitiba. Fazia palestras sobre saúde e direitos de cidadania.
Final da década de 1970. Surge o Centro Brasileiro de Estudos da Saúde (Cebes) e o Reme (Movimento de Renovação Médica). Participo de ambos e, como resultado, sou escolhido presidente do Cebes, núcleo de Curitiba, e eleito como suplente para a diretoria do Sindicato dos Médicos do Paraná.
Na mesma época, há grande agitação política e social no Brasil, contra a ditadura militar. No seio dessa mesma agitação, começa o debate sobre a criação de um partido político de esquerda. Participo desse debate entre os militantes do movimento da saúde pública, que já na época discutia a implantação de um sistema único de saúde.
Cria-se em Curitiba e no país um movimento "pró-PT". Tomo ciência da reunião que estava sendo preparada para São Paulo, no dia 10 de fevereiro de 1980. Um dos critérios para participar era ser dirigente de alguma entidade de caráter social, e eu presidia o Cebes. Após algum debate e reflexão, candidatei-me a ir para a reunião.
De Curitiba saiu um ônibus, com pouco mais de 30 pessoas, além de alguns automóveis. Fui de carro, com o advogado Luiz Salvador. Se não me falha a memória, era uma Brasília azul. Para não cometer injustiça e omissões, não citarei o nome dos paranaenses que conhecia ou que conheci depois e que lá também estavam.
No dia 10 de fevereiro de 1980, há 30 anos, o PT ganhava vida e começava a entrar e a criar a história do nosso país. E eu comecei a vida política partidária e a ter uma história para contar.
Não há espaço aqui para relatar tudo o que carrego daquele dia. Mas posso registrar que havia, no olhar de todos os presentes no Colégio Sion, líderes ou não, o brilho da esperança de construir um novo país. Com a participação efetiva dos trabalhadores, sob o marco do socialismo, palavra que, naquele momento, de ditadura, não poderia estar escrita. Construir uma força política organizada e autónoma, com a participação de trabalhadores e trabalhadoras. Enfim, um partido de massas.
Participei de todas as fases de construção do PT, que, aliás, não foram fáceis: filiar pessoas para legalizar o partido; eleição de 1982, com o voto vinculado, cujo resultado gerou uma crise no partido; perseguição a militantes com demissões ou não contratação para trabalhar. Superamos os obstáculos com muita solidariedade.
Ao comemorar 30 anos de PT, posso dizer que me orgulho por ter participado dessa história, e de ter uma história para contar. Posso afirmar que, em parte, o Brasil é o que é hoje graças ao Partido dos Trabalhadores. Não nego a história dos outros, mas foi o PT o principal partido a sair às ruas para exigir a democratização do país, e o primeiro a levantar a bandeira da eleição direta para presidente.
O PT conseguiu dar voz e vez aos explorados e oprimidos. E é do PT o presidente que faz hoje o melhor governo da nossa história. E este é apenas um fragmento de uma grande história, ainda em curso.

*Dr. Rosinha, médico pediatra, é deputado federal (PT-PR)

Publicado no Portal PT, em 10/02/2010