mardi 5 octobre 2010

And Now What, Chávez?

By Michael Shifter

Sunday’s important legislative elections injected some badly needed energy into Venezuela’s political situation. In politics, tendencies and psychology matter a great deal. So while Hugo Chavez’s Socialist Party of Venezuela retains majority control in the National Assembly, the fact that he lost the super-majority (two-thirds advantage) in Congress is significant. The combined opposition parties, under the umbrella Democratic Unity Table, performed well, particularly in the face of the government’s strong institutional control and manipulations. Come January, they will have over 60 seats in the Assembly. This is enough to prevent Chavez from pushing through measures aimed at deepening and extending his Socialism of the 21st Century.

Until now, Chavez has been able to do just that without resistance. Venezuela's political game is likely to change. The election results show that there is enormous and widespread dissatisfaction with the Chavez government in Venezuela. This should remove any doubt that Chavez's hold on power is vulnerable in the 2012 presidential elections. Venezuela's deteriorating security and economic situations have become too great to ignore and have hit Chavez's main constituency – the very poor – the hardest. In the end, governance is important, and Chavez’s governance has been dismal by any measure. Venezuelans seem eager for alternatives. The focus now shifts to Venezuela’s opposition forces, which have long been fractured and have occasionally had a misguided strategy (as when they boycotted the last National Assembly elections in 2005).

Now, however, they have a real opportunity to seriously challenge Chavez. They face two critical tasks. The first is to identify an appealing leader who can effectively convey a vision for a post-Chavez Venezuela. The second is to develop serious policy ideas to address a range of problems, particularly mounting crime and economic distress. Venezuelans are aware of Chavez’s deficiencies in governing, whatever his concern for social justice might be. Now they are ready for real answers. Some believe that Chavez will respond to this setback by becoming more pragmatic and moderate. But that is out of character and hard to imagine. It is unrealistic to expect that his representatives in the Assembly will seek to reach accommodation on key policy measures with opposition forces. Others think Chavez will resort to tricks to usurp authorities and undermine the elected members of Congress, just as he did to opposition mayors and governors who won elections in 2008.

These anti-democratic moves, however, are unlikely to work now. The mood of the country has changed. Venezuelans appear to be tired of endless confrontation and polarization. Chavez will probably look for ways to mobilize and firm up his increasingly disenchanted political base, particularly the rural poor. He cannot win again in 2012 unless he keeps a core group of committed supporters. He is likely to spend the oil income he has on greater services and benefits to those sectors. As in the past, Chavez could also be tempted to verbally attack Colombia and the United States to divert attention from domestic problems. But such tirades will have less and less effect. Economic pressures have led Venezuela to recover its commerce with Colombia, which under the Santos administration has wisely defused tensions by pursuing a more pragmatic course with Chavez. Chavez is resourceful and still has political options, but they are shrinking. And conditions in his country show no signs of improving.

Publicado en El Colombiano, 1/10/10 (versión original en español). "Tendiendo puentes" no se responsabiliza de la opiniones vertidas en el artículo.

lundi 4 octobre 2010

Entre o azul e o vermelho, o verde

Elecciones en Brasil. Opinión

por Eliane Cantanhêde

Pois é, deu segundo turno na eleição presidencial. Pode ser surpresa para os outros institutos, mas não para o Datafolha, que detectou os efeitos corrosivos do escândalo Erenice Guerra sobre a campanha de Dilma Rousseff, identificou uma "onda verde" pró-Marina Silva e apontou a tendência de segundo turno na semana decisiva da eleição. Parabéns Mauro Paulino!
Há uma comparação nítida entre as eleições de 2002 e 2006 com a de 2010, com o candidato e agora a candidata do PT atravessando boa parte da campanha como favorito e favorita, mas esbarrando no dia "D" com uma votação menor do que a prevista, contra uma votação também maior do que a prevista para o adversário tucano.
Em 2002 e 2006, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva deu uma fantástica volta por cima, não apenas consolidando a dianteira mas até comendo votos dos adversários. Nas eleições passadas, por exemplo, Lula teve 48,1% dos votos no primeiro turno e venceu o segundo com 60,83%. Já Geraldo Alckmin encolheu: teve 41,64% no primeiro e fechou em 39,17% no segundo. Daí porque Dilma, já na sua primeira manifestação, lembrou que o PT "não é bom de partida, mas é bom de chegada".
Os dois lados, o de Dilma e o de Serra, vão ter que analisar com muita atenção o que ocorreu nas duas eleições anteriores, os acertos de Lula e os erros tucanos no segundo turno. Mas há fatores muito diferentes agora.
O primeiro deles, contra os tucanos, é que o segundo turno de 2006, por exemplo, ocorreu porque Lula estremeceu com o mensalão e com os "aloprados do PT" e porque Alckmin ganhou gás na última hora e ficou a menos de sete pontos do adversário, enquanto agora Serra só chegou a cerca de 33% e deve o segundo turno principalmente ao fato novo - ou à terceira via - introduzido nesta eleição: Marina Silva e a "onda verde".
O segundo fator, contra os petistas, é que Lula é Lula, Dilma é Dilma. Ele tinha, além da ramificação e da organização do PT, toda uma biografia, uma história, um carisma que lhe garantiram a vitória. Dilma não tem nenhuma das três características na mesma dimensão.
É inegável a capacidade de transferência de Lula para sua candidata no primeiro turno, mas não custa lembrar que ele tem 80% de popularidade, enquanto Dilma não chegou a 50% dos votos. É improvável que apenas a força de Lula consiga sozinha reduzir essa diferença a ponto de garantir a vitória ao PT. É por isso que Lula, Dilma, Serra e a oposição vão disputar freneticamente o apoio de Marina, do PV e dos cerca de 20% do eleitorado que fizeram essa opção no primeiro turno.
Entre o azul de Serra e o vermelho de Dilma, o verde de Marina é quem pode definir o resultado neste segundo turno. Esperem-se grandes emoções e sobressaltos.


Publicado en A Folha de São Paulo, 4/10/10

vendredi 1 octobre 2010

AMLO no puede ganar

México. Opinión.

por León Krauze

Es una pregunta recurrente: ¿buscará Andrés Manuel López Obrador [AMLO] la candidatura perredista -y de los demás partidos de izquierda- en 2012?

Lea artículo completo en:
http://laizquierdaenmexico.blogspot.com

Publicado en Milenio.

jeudi 30 septembre 2010

CEPAL aborda problemática mapuche

La Comisión Económica para América Latina y el Caribe de las Naciones Unidas, guiada por los principios y propósitos de la Carta de las Naciones Unidas y la Declaración Universal de los Derechos Humanos, con el ánimo de contribuir al debate que la sociedad chilena está llevando adelante en relación a lo que se ha denominado el "conflicto mapuche" desea señalar lo siguiente:
1. En la actualidad existe un régimen jurídico internacional sobre los derechos de los pueblos indígenas cuyas principales normas son la Declaración de las Naciones Unidas sobre los derechos de los pueblos indígenas (2007) y los convenios de la Organización Internacional del Trabajo (OIT) en particular el Convenio 169 sobre pueblos indígenas tribales en países independientes. De estos instrumentos internacionales emanan un conjunto amplio de derechos a favor de los pueblos indígenas y la correlativa obligación de promoverlos y respetarlos por parte de los Estados signatarios.
2. Es parte de un reconocimiento universal el "hecho que los pueblos indígenas han sufrido injusticias históricas como resultado, entre otras cosas, de la colonización y de haber sido desposeídos de sus tierras, territorios y recursos, lo que les ha impedido ejercer, en particular, su derecho al desarrollo de conformidad con sus propias necesidades e intereses".(
1)
3. La realidad que afecta a los pueblos indígenas en los países de América Latina no está exenta de pobreza y exclusión, resultado de un proceso histórico de discriminación estructural, que en la actualidad se interpreta como una falta de reconocimiento, promoción, protección y garantía de los derechos humanos.
4. Pese a los avances jurídicos y legislativos en materia de derechos de pueblos indígenas que se han dado en las últimas décadas en América Latina, aún se observa una significativa brecha en la implementación de estos derechos, situación de la cual Chile no está exenta. Entre estos avances destaca el hecho que Chile es parte del Convenio 169 sobre pueblos indígenas tribales en países independientes y que dicho texto consagra la obligación para los gobiernos de "consultar a los pueblos interesados, mediante procedimientos apropiados y en particular a través de sus instituciones representativas, cada vez que se prevean medidas legislativas o administrativas susceptibles de afectarles directamente".
5. Es importante tomar en consideración los informes, recomendaciones y declaraciones del Relator Especial sobre los derechos humanos y libertades fundamentales de los indígenas James Anaya en particular su declaración del pasado 24 de septiembre de 2010 (
2), que se adjunta a esta declaración.
6. La CEPAL, que recientemente ha señalado que la igualdad debe estar en el centro de la agenda de desarrollo para la región (
3), pone a disposición de todas las partes su capacidad técnica para elaborar estudios o informes que desde el punto de vista, económico, social, demográfico, ambiental o de género pueda ayudar a una mejor comprensión de la situación del pueblo mapuche.
7. Por último, expresamos nuestra esperanza que las partes encuentren una pronta solución que evite la pérdida de vidas humanas.
Para consultas, contactar a la Unidad de Información Pública e Internet de la CEPAL. Correo electrónico:
dpisantiagocepal.org .
(1) Declaración de las Naciones Unidas sobre los derechos de los pueblos indígenas
(2) Declaración del Relator Especial sobre los derechos humanos y libertades fundamentales de los indígenas James Anaya
(3) Ver La Hora de la igualdad. Brechas por cerrar caminos por abrir.

mercredi 29 septembre 2010

Latin American Multilateralism: New Directions

By Michael Shifter

Despite the effervescence of new Latin American regional and sub-regional multilateral forums in recent years, and particularly bodies that exclude the United States and Canada, there has been surprisingly little systematic study of multilateralism in the region and almost none from a Latin American perspective. This compilation of articles paints the picture of a dynamic Latin American multilateralism with a number of distinctive characteristics, but one also fraught with challenges. It brings together influential academics to reflect on regional trends and provide insight into new directions of Latin American co-operation.

The entire publication (PDF) can be accessed
here.

Link: http://www.thedialogue.org/page.cfm?pageID=32&pubID=2473

mardi 28 septembre 2010

Por qué ha ganado Chávez las elecciones?


Opinión

por Sonia Alda

Las opiniones dominantes en estos días sobre los resultados de las elecciones en Venezuela muy posiblemente se muevan en una gama de posiciones que irán desde aquellas que lo interpreten como una rotundo fracaso de Chávez, a aquellas que cuestionen si ésta es realmente una victoria y no el principio del fin del gobernante. Sin embargo, si nos atenemos a los datos, frente a estas opiniones, sólo puede decirse que ha sido una victoria.


Publicado en Infolatam, 28 de septiembre de 2010.

lundi 27 septembre 2010

Sin Jojoy, la desbandada

OPINIÓN

por Alfredo Rangel

"Vamos a presenciar una avalancha de deserciones, no solo de centenares de combatientes rasos, sino de mandos medios e, incluso, comandantes y jefes de frente".

Lea el artículo completo en: http://www.semana.com/wf_ImprimirArticulo.aspx?IdArt=145073

Publicado en Semana, 26 de septiembre de 2010

vendredi 24 septembre 2010

Brasil. Eleições 2010

A hora da virada

por Pedro Tierra

"...A elite conservadora brasileira, tendo à frente o predestinado José Serra, foi à disputa, em 2002, oferecendo à sociedade a agenda neoliberal quando a maioria dos brasileiros já havia se despedido dela. Foi derrotada pelo metalúrgico LuIa. Mas reuniu forças para impor, pelo terrorismo político exercitado ao paroxismo, algumas condições. Elas foram expressas na “Carta aos Brasileiros”. Em 2006, depois da tentativa de golpe do ano anterior, o metalúrgico e os setores sociais que lhe deram e hoje lhe dão sustentação impuseram uma nova e acachapante derrota, no segundo turno das eleições. Daquela vez, liderada pela figura inexpressiva de Geraldo Alckmin, que alguém um dia definiu como “o boticário dos filmes de Mazzaroppi”, sustentado à força e no grito pela mídia velha de guerra... "

Lea el artículo completo en: http://www.pt.org.br/portalpt/opinioes/"a-hora-da-virada"-21501.html

jeudi 23 septembre 2010

Crisis institucional en Nicaragua: entre un Estado privatizado y un Estado monarquizado

José Luis Rocha Gómez

Summary. In April 2010, President Daniel Ortega signed a decree to make the roles of 20 civil servants permanent, among them judges and members of the electoral tribunal whose mandates have ended. The institutional crisis is another chapter in a prolonged process of degradation of the State. The article argues that, in their return to power after 17 years in the wings, the Frente Sandinista needs a State that is small in certain areas and strong in others: a privatized State in its provision of social services; and one devoted to the regulation that controls foreign investment and to the continuity of a regime that is closer to a theocracy than to a democracy. Key Words: Politics, Crisis, Institutions, State, Nicaragua.

Lea artículo completo en Nueva Sociedad n° 228:
http://www.nuso.org/upload/articulos/3702_1.pdf

mercredi 22 septembre 2010

Parapolítica, el proceso continúa


por Corporación Nuevo Arco Iris

Con las decisiones judiciales que tomó la Corte Suprema de Justicia [de Colombia], se demuestra una vez más que la labor por esclarecer los oscuros tratos del paramilitarismo con la política local en nuestro país, no ha cesado, ni cesará, al menos por un buen tiempo. Cuando nadie se lo esperaba, el alto tribunal de la justicia emitió orden de captura contra el senador Javier Cáceres a quien la Corporación Nuevo Arco Iris en su publicación “Paramilitares y Políticos”, mencionó como uno de los legisladores que para las elecciones de 2006 -2010, había obtenido votaciones atípicas en lugares de dominio paramilitar en la costa atlántica.


Sonaba un poco extraño que la justicia no se pronunciara frente a este caso, luego de que ex jefes paramilitares en sus versiones de justicia y paz le señalaran como uno de los beneficiados por el proselitismo armado que hizo el grupo armado en el momento de expandir su dominio territorial:
Salvatore Mancuso: Reveló sus nexos con políticos locales. Dijo que controlaba 25 de 28 alcaldías de Córdoba y mencionó entre otros congresistas a Armando Benedetti, Mario Uribe y Zulema Jattin y Javier Cáceres. Salvatore Mancuso prometió hablar de las empresas que, según él, apoyaron a las Autodefensas.
http://www.eltiempo.com/, 17 de mayo de 2007.


Alexis Mancilla: Según la Fiscalía, Mancilla García, ratificó el apoyo que las autodefensas prestaron a las campañas políticas de Javier Cáceres Leal al Senado de la República y de Libardo Simancas Torres a la Gobernación de Bolívar en el año 2003. Ex jefe paramilitar salpicó a políticos bolivarenses de tener vínculos con las Auc. http://www.caracolradio.com/, 6 de marzo de 2009.
Juancho Dique: En el juicio contra el ex congresista Miguel Ángel Rangel el ex jefe paramilitar Uber Enrique Banquéz , alias ‘Juancho Dique’, relató ante los magistrados de la Corte Suprema de Justicia los detalles de una presunta reunión que tuvo con el senador Cáceres en Yanguma, un corregimiento al norte de Bolívar. Según ‘Dique’, que fue uno de los jefes del Bloque Héroes de los Montes de María, el senador de Cambio Radical presuntamente le pidió que respetara la actividad política de varios líderes de la región que estaba respaldando. ‘Dique’ aceptó y como contraprestación le ofreció al senador hacer parte del movimiento político impulsado por los paramilitares que operaban en Bolívar. 'Juancho Dique' salpica a Javier Cáceres,
http://www.verdadabierta.com/, 13 de julio de 2010.


Bajo estos antecedentes la justicia decidió indagar si era cierto que Cáceres había hecho tratos con los paramilitares, con el fin de beneficiarse políticamente de sus acciones. A este senador se le seguía un proceso judicial por posible tráfico de influencias en el manejo de la Empresa Territorial para la Salud – Etesa, en donde según denuncia de la Revista Cambio el congresista tenía injerencia en la entidad, noticia corroborada por grabaciones en las que funcionarios comprometidos en millonarios cobros ilegales a operadores clandestinos de casinos, máquinas tragamonedas y otros juegos, lo mencionaban como persona que influía en el manejo de la nómina.


De otro modo también resulta curioso el apoyo de Javier Cáceres a Daira de Jesús Gálvis, para obtener la curul para el actual senado por Cambio Radical, quien fue durante un tiempo abogada de Enilce López, alias la Gata, que por su oficio conoce con detalle el oscuro proceder de su ex defendida, quien de tiempo atrás maneja y conoce los negocios de juegos de azar, en varios departamentos de la Costa Atlántica, precisamente donde Javier Cáceres parece tener influencias en la nómina.


El otro llamamiento a la justicia que tiene que ver también con Enilce López, es a Miguel Ángel Rangel, Director de Apertura Liberal, en donde aterrizó López con toda su tropa política local en 2002 y del que se separó con la llegada en 2009 del movimiento conformado por Cristian Murcia, hermano de David Murcia, quien fue representante legal de la captadora de dineros DMG, para finalizar en el acuerdo político promovido desde una cárcel en Bogotá conocido con el nombre de Partido de Integración Nacional – PIN y en donde están la mayoría de herederos de ex congresistas condenados por parapolítica.


Otro político que entró a la cárcel en los últimos días por cuenta de la parapolítica es Mario Salomón Nader, señalado por Freddy Rendón Herrera, alias el Alemán, como uno de los 23 políticos beneficiados por las AUC del Bloque Élmer Cárdenas, quienes al parecer tenían la idea de crear proyectos políticos en Antioquía, Córdoba y Chocó con el fin de tener aliados en el Congreso, gobernaciones, alcaldías y asambleas. El ex jefe paramilitar se refirió a políticos de Córdoba entre quienes figuraban: Mario Salomón Nader, entonces senador del Partido Liberal; Reginaldo Montes, ex senador de Cambio Radical y quien ya fue condenado a 6 años de prisión por parapolítica; Mario Buendía, ex diputado; Mari Bechara, candidata a la Cámara que no salió elegida; Juan Manuel López, senador Liberal condenado a 7 años de cárcel por parapolítica; y José De los Santos Negrette, ex representante absuelto por la Corte Suprema de Justicia. Con la vinculación de Nader a la parapolítica, los grupos políticos en el departamento de Córdoba quedan todos con uno de sus miembros señalados de haber hecho tratos con las AUC, tratos que a futuro significarían desplazamiento masivo y masacres a los pueblos de la región.


mardi 21 septembre 2010

Argentina: TENSIONES ESTRUCTURALES

por Escenarios alternativos

Las últimas acciones del kirchnerismo aumentan su aislamiento político y el rechazo de la clase media. Las peleas con los otros poderes del Estado y la interna desatada en el PJ. La UCR refuerza su estrategia y consolida su posición, tanto en la labor parlamentaria como con los partidos del Acuerdo Cívico.

Publicado el 17/09/2010

Lea artículo completo en: http://www.escenariosalternativos.org/default.asp?seccion=coyuntura1&subseccion=coyuntura1&nota=3873

lundi 20 septembre 2010

A Conversation with Ollanta Humala

By Bridget O'Loughlin

The Peruvian presidential candidate Ollanta Humala, leader of Nationalist Party, presented a hopeful vision of Peru as a country on the rise. Humala spoke about the challenges facing Peru and his own proposed solutions, and emphasized that the country is ready to assert global influence on its own terms.

Read more: http://www.thedialogue.org/page.cfm?pageID=32&pubID=2465

vendredi 17 septembre 2010

México 2010: de la revolución a la democracia.

Héctor Aguilar Camín

El ensayo de Héctor Aguilar Camín ofrece una visión de las coordenadas simbólicas que forjaron el siglo XX mexicano.

Lea el texto del ensayo en:
http://www.nexos.com.mx/?P=leerarticulo&Article=265408


Publicado en Nexos, septiembre de 2010

jeudi 16 septembre 2010

Eleições 2010 e a questão racial no Brasil

Opinião/ Brasil. Eleições 2010

Carlos Trindade*

Ainda é muito cedo para podermos afirmar com a tranqüilidade que as decisões no campo político exigem, mas está se desenhando no plano nacional das eleições 2010 um quadro onde a questão racial assumirá um outro status na agenda política brasileira.

Confirmando o retrato das pesquisas apresentadas até este primeiro decanato de setembro/10, teremos a Dilma Presidenta do Brasil e a maior bancada de parlamentares negros e negras no Congresso Nacional, oriundos de vários Partidos, seja da base do governo ou da oposição.
A primeira resultante deste quadro e a mais importante é que se multiplica por mil a possibilidade do Governo Federal consolidar a política de igualdade racial dando-lhe capilaridade nacional e fortalecendo o que lhe é mais caro: a sua natureza transversal. Com a Seppir transformando-se em Ministério, incorporando novos quadros técnicos e novos recursos financeiros em uma gestão caracterizada pelo aperfeiçoamento das políticas públicas implantadas pelo Presidente Lula, tal como será a da Dilma, faltará motivos para as ações afirmativas em benefício dos diversos grupos discriminados no país e especialmente da população negra não incorporar-se enquanto marca do novo governo.

Por outro lado, na Câmara e no Senado Federal as perspectivas também são alvissareiras em termos de manutenção das existentes e de ocupação de novas cadeiras. No primeiro, estão na disputa com chances de vitória: Edson Santos/RJ, Benedita/RJ, Edmilson Valentin/RJ, Valmir Assunção/BA, João Grandão/MS, Dalva Figueiredo/AP, Evandro Milhomens/AP, Paulo/AL, Domingos Dutra/MA, Janete Pietá/SP e Vicentinho/SP, entre tantos outros que certamente sairão vitoriosos das urnas. Coincidentemente, boa parte dos nomes citados acima são ou do PT ou do PCdoB.

Para o Senado, mesmo com as dificuldades que vem encontrando durante a campanha, é importante a reeleição do Senador Paulo Paim/RS. No entanto, a melhor noticia para o ativismo negro no Brasil é a provável eleição de Netinho de Paula, especialmente por seu compromisso com o projeto político que o está elegendo. A eleição de Netinho por um Estado como S. Paulo tem um significado importante não só para a companheirada paulista, mas para toda a população negra brasileira.

Cabe ao futuro Senador realizar a tarefa que lhe cabe com competência, ampliando seu espaço de atuação política dentro e fora do Senado Federal e fortalecendo os laços com os paulistas que lhe confiarem o voto e mesmo com aqueles que por enquanto ainda não o fizeram, no intuito de travar novos desafios nos anos que se avizinham. Apesar de momentaneamente incerto, seu futuro político não deixa de ser radiante.
Frente ao quadro acima, descrito de forma geral e ainda dependente dos resultados colhidos nas urnas no próximo 3 de outubro, não há porque não sermos otimistas, ou ao menos pessimistas ativos, em relação aos avanços que ocorrerão, seja na política nacional de promoção da igualdade racial, seja no combate diário que o movimento social negro trava contra o racismo no Brasil.
TEMPOS DE VITÓRIA HÃO DE VIR E VIRÃO.

*Carlos Trindade é economista, cientista político, petista e militante negro

Publicado en:
http:// www.pt.org.br/portalpt/opinioes/eleicoes-2010-e-a-questao-racial-no-brasil-20101.html

mercredi 15 septembre 2010

Venezuela. Elecciones legislativas









El candidato por la unidad al Parlamento Latinoamericano, Nicolás Sosa -coordinador nacional del Movimiento al Socialismo (MAS) venezolano, miembro de la IS-, expresó este lunes que más allá del triunfo electoral de la oposición, lo realmente importante es estar preparados para los retos que impone llegar a la Asamblea Nacional.
“La unidad expresada en más de 20 partidos nacionales y un número importante de partidos regionales tiene garantizado un éxito político de gran importancia el 26 de septiembre”. “A partir del 26 de septiembre tiene que producirse una etapa de reconciliación y reunificación del país. No creemos que ninguna fuerza política por si sola, así como tampoco ningún plan para acabar con el otro permitan resolver los grandes problemas que atraviesa el país”. El candidato al Parlatino estima que es necesario unir esfuerzos en la agenda que debe atender la nueva Asamblea Nacional.
“Problemas estructurales como la educación, la salud, la seguridad, el empleo, el desarrollo económico y agroindustrial y el tema de los presos políticos, son puntos que deben ser atendidos mediante una política de integración de la sociedad”. “Es importante que la gente sepa que el poder del voto puede permitir una reducción de la hegemonía oficialista. No le sirve al país ninguna hegemonía o grupos de dominación. Venezuela tiene que ser un país plural, al igual que la democracia para que pueda funcionar. Es lo único que puede permitir proyectar un país positivo".

mardi 14 septembre 2010

Olivia

Opinión

por Yoani Sánchez

Mi amigo Miguel se fue, cansado de esperar por una operación de cambio de sexo y a sabiendas de que nunca iba a conseguir un mejor empleo. Le dejó la peluca pelirroja a un amigo que trabajaba en el mismo hospital y vendió –de manera ilegal– el cuarto que tenía en Luyanó. El día que pidió el permiso de salida se puso un traje de cuello y corbata que le arrancó una carcajada cuando se miró al espejo. En la oficina de emigración trató de mantener las manos quietas sobre un pliegue del pantalón, no fuera a ser que el último coletazo de la homofobia le fastidiara la salida.
Escapó antes de que cerraran ese río de cubanos que desembocó por breve tiempo en Ecuador. El suyo fue uno de los 700 matrimonios que se concertaron entre ciudadanos de ambos países, muchos de ellos con el único objetivo de obtener la residencia en la nación sudamericana. Miguel entregó el equivalente a 6 mil dólares y a cambio tuvo una boda en La Habana con una quiteña a la que apenas vio un par de horas. Fingió las fotos de la luna de miel, le pagó a un funcionario del ministerio de Salud Pública para que le diera la “liberación” y hasta pasó un poco de efectivo para que la tarjeta blanca no demorara tanto. Simuló ser lo que no era y le resultó fácil, pues a los que nacimos en esta Isla se nos da bien llevar una máscara.


Ahora le esperan momentos difíciles, porque la policía ecuatoriana ha comenzado a investigar a los 37 mil cubanos que ingresaron en ese país en los últimos años. Sin embargo, no parece asustado. Él es gay de los que fueron subidos a golpes en los camiones de policía y desde hace años también estaba vigilado por sus opiniones críticas. Después de experimentar ambos filos de la cuchilla de la censura, ya nada le espanta. Cuando lo llamen a declarar –si es que lo llaman– irá con el vestido rojo que siempre quiso ponerse aquí. Nadie va a impedir que gesticule mientras lo interrogan, porque ya Miguel se libró de aquel Miguel que algún día fue, para convertirse –felizmente– en Olivia.

Publicado en: http://www.desdecuba.com/generaciony/

lundi 13 septembre 2010

Seminario sobre la política laboral de Sebastián Piñera.

“La política laboral del gobierno de Sebastián Piñera: el compromiso empresarial, sindical y del Estado” fue el nombre del seminario organizado por las fundaciones Chile 21 y Friedrich Ebert y la Corporación Proyectámerica.

Leer más: http://www.chile21.cl/2010/09/11/seminario-sobre-politica-laboral-del-gobierno-de-sebastian-pinera/

vendredi 10 septembre 2010

China y América Latina: recursos, mercados y poder global

Romer Cornejo y Abraham Navarro García

Síntesis.
América Latina no es una prioridad para China, ya que se ubica en un lugar menos importante que Estados Unidos, Asia o Europa. Pese a ello, la relación se ha intensificado. Desde el punto de vista económico, y con algunas pocas excepciones, el vínculo se basa en el intercambio de bienes manufacturados chinos por materias primas (petróleo, alimentos y minerales) provenientes de América Latina. En otros términos, se trata de un intercambio entre trabajo y renta del suelo. Desde un punto de vista político, la región es importante en la disputa diplomática con Taiwán y como socia en la búsqueda de un mundo más multilateral.

Summary.
Latin America is not a priority for China, it can be found lower down the ladder after the us, Asia or Europe. Despite this, the relationship has intensified. With a few exceptions, the economic link is based on the exchange of goods manufactured in China by primary materials (oil, food, minerals) coming from Latin America. In other words, the relationship is an exchange between labour and rent for the land. From a political point of view, the region is important in the diplomatic dispute with Taiwan and as a partner in the search for a more ultilateral world. Key Words: Trade, Markets, Politics, Latin America, China.

Texto completo: PDF
Publicado por Nueva Sociedad 228

jeudi 9 septembre 2010

La crisis europea y posibles impactos en América Latina y el Caribe

Notas de la CEPAL, n° 65

La crisis en Europa podría afectar a las economías de América Latina y el Caribe tanto a través del canal comercial como por el financiero. El alcance e intensidad de estos efectos dependerá de la duración y magnitud de la crisis de la deuda europea.

Lea más: http:www.eclac.cl/notas/65/Titulares1.html

mercredi 8 septembre 2010

¿Podrá ganar la oposición?

Venezuela. Análisis

Juan Carlos Zapata

No cantan victoria pero observan con cierto júbilo que los números comienzan a marcar una tendencia. Como un imposible. Como un espejismo. Lo ven y no se lo creen. Y por tal, se guardan el comentario. Se guardan el triunfalismo.
Se trata de veteranos de la política. De la política y los partidos. Que vienen de comerse todas las verdes en todos estos años de chavismo rojo. Tan rojo que se pudrió de maduro, como la comida de PDVAL.


Estos viejos dirigentes, que ya fueron parlamentarios, que ya inclusive fueron gobernadores, poseen herramientas para el análisis desde la posición brindada por la experiencia.
En 1998 la clase media hizo la diferencia entre Chávez y Salas Römer y 12 años después va a marcar la pauta. Una de las conclusiones concretas es que la clase media se les ha volteado completamente a Chávez y al gobierno. La clase media que se le volteó a AD y Copei en los años 90 y que llevó a Chávez al poder en 1998.


La clase media ha medido los riesgos de la propiedad, las limitaciones en el consumo, el acceso al trabajo de calidad, el problema de la inseguridad.

Esa clase media este año de 2010 se ha tomado su tiempo. Ha reflexionado. Y va a votar contra el gobierno. Y no hay tarjeta Buen Vivir que la haga volver. No hay promesa de vivienda que la haga dudar, ni un préstamo en el Banco de Venezuela que la haga votar rojo otra vez.
La última encuesta de Keller revela que el 53% de los encuestados dice que hace falta un cambio de gobierno. Y el 47% se inclina por creer que la oposición es mayoría, frente al 37% que todavía no lo cree. ¿Se pueden creer estos datos?


Pues lo dicen otras encuestadoras. El mismo Seijas ha dicho que el voto nacional es de la oposición. El ex-ministro Jesse Chacón, vocero de la oficialista GIS XXI, acaba de revelar que entre el voto opositor y el voto del PSUV apenas hay una diferencia de entre 4 y 6 puntos, a favor de los rojos, claro, lo cual luce curioso, pues Chacón nunca va a reconocer que van perdiendo.
Y Julio Borges como Teodoro Petkoff han dicho que en efecto, la oposición va a sacar más votos que el gobierno. Que eso se traduzca en parlamentarios es otra cosa.
Pero no sólo es el cambio, sino la naturaleza de ese cambio. Pues en 1998, la clase media se inclinaba por su gobierno fuerte, de corte militar. A Caldera lo instaban a irse por la vía del Fujimorazo. Y en el Chávez golpista, observaron un redentor. En 2010, esa clase media quiere un gobierno civil. Más civil. Y menos centralizado.


Los viejos dirigentes son los primeros convencidos de los datos de las encuestadoras y de las opiniones políticas. Lo técnico lo corroboran con lo empírico. Con lo viajes. Las giras. Los encuentros con la militancia de antes y la militancia de hoy.
Porque el fenómeno parece ser el siguiente: que la clase media está arrastrando al sector popular, al sector más pobre de la población, que es donde hay la mayor cantidad de votantes. La está contagiando del cambio. Y a un mes de las elecciones, estos veteranos aseguran que la tendencia es irreversible.


Y lo que la hace más irreversible es que el mensaje electoral, la propaganda del gobierno, no está llegando, no está impactando. Es pobre en su concepto. Es pobre en lo que quiere transmitir. “El pueblo pa’ la Asamblea”. Entonces, ¿no había llegado al pueblo a la Asamblea?
La burbuja de los afiches del referendo parece que se desinfló. Y Chávez en campaña, repitiendo aquello de “A la victoria, pues”, ya es repetitivo. De modo que los anuncios gubernamentales no van a cambiar la tendencia.
Que eso se nota en la baja de popularidad de Chávez. Que en estas elecciones él concurre con un 40% en las encuestas, cuando en comicios anteriores se mantenía sobre 50%. Son casi 12 años de gobierno.
En los primeros 6 años gobernó sin oposición. Y en los últimos 2, luego de las elecciones de gobernadores y alcaldes, en que la oposición salió fortalecida, otro cuadro político se ha conformado.


Además, como ha dicho Teodoro Petkoff, las grandes crisis nacionales y simultáneas deterioran el voto rojo, mostrando a un gobierno ineficaz. La economía (inflación, desempleo, caída del PIB), la crisis eléctrica y la inseguridad, y Pudreval, tienen al gobierno sin respuestas.
Por el contrario, la oposición se ha fortalecido. Y se fortalece porque el pueblo, señalan los expertos, ya se le volteó al gobierno. Se siente en los barrios. Se siente en las ciudades del interior. Se siente en Caracas.


Esto no se palpaba antes. No hay región del país en la que la oposición no esté alcanzando un alto nivel de votos. Hasta hace poco se hablaba de 41 diputados duros para la oposición. Hoy se habla de 50 y hasta 60.
Lo peor es que Chávez ha salido a confrontar. Aristóbulo Istúriz ha señalado que la elección tiene rango de presidencia. Y todo el PSUV dice que lo que está en juego es la revolución. Este mensaje lo compran los rojos-rojitos. Pero más allá, se pierde en el éter. Eso afirman los veteranos.