mardi 5 octobre 2010

And Now What, Chávez?

By Michael Shifter

Sunday’s important legislative elections injected some badly needed energy into Venezuela’s political situation. In politics, tendencies and psychology matter a great deal. So while Hugo Chavez’s Socialist Party of Venezuela retains majority control in the National Assembly, the fact that he lost the super-majority (two-thirds advantage) in Congress is significant. The combined opposition parties, under the umbrella Democratic Unity Table, performed well, particularly in the face of the government’s strong institutional control and manipulations. Come January, they will have over 60 seats in the Assembly. This is enough to prevent Chavez from pushing through measures aimed at deepening and extending his Socialism of the 21st Century.

Until now, Chavez has been able to do just that without resistance. Venezuela's political game is likely to change. The election results show that there is enormous and widespread dissatisfaction with the Chavez government in Venezuela. This should remove any doubt that Chavez's hold on power is vulnerable in the 2012 presidential elections. Venezuela's deteriorating security and economic situations have become too great to ignore and have hit Chavez's main constituency – the very poor – the hardest. In the end, governance is important, and Chavez’s governance has been dismal by any measure. Venezuelans seem eager for alternatives. The focus now shifts to Venezuela’s opposition forces, which have long been fractured and have occasionally had a misguided strategy (as when they boycotted the last National Assembly elections in 2005).

Now, however, they have a real opportunity to seriously challenge Chavez. They face two critical tasks. The first is to identify an appealing leader who can effectively convey a vision for a post-Chavez Venezuela. The second is to develop serious policy ideas to address a range of problems, particularly mounting crime and economic distress. Venezuelans are aware of Chavez’s deficiencies in governing, whatever his concern for social justice might be. Now they are ready for real answers. Some believe that Chavez will respond to this setback by becoming more pragmatic and moderate. But that is out of character and hard to imagine. It is unrealistic to expect that his representatives in the Assembly will seek to reach accommodation on key policy measures with opposition forces. Others think Chavez will resort to tricks to usurp authorities and undermine the elected members of Congress, just as he did to opposition mayors and governors who won elections in 2008.

These anti-democratic moves, however, are unlikely to work now. The mood of the country has changed. Venezuelans appear to be tired of endless confrontation and polarization. Chavez will probably look for ways to mobilize and firm up his increasingly disenchanted political base, particularly the rural poor. He cannot win again in 2012 unless he keeps a core group of committed supporters. He is likely to spend the oil income he has on greater services and benefits to those sectors. As in the past, Chavez could also be tempted to verbally attack Colombia and the United States to divert attention from domestic problems. But such tirades will have less and less effect. Economic pressures have led Venezuela to recover its commerce with Colombia, which under the Santos administration has wisely defused tensions by pursuing a more pragmatic course with Chavez. Chavez is resourceful and still has political options, but they are shrinking. And conditions in his country show no signs of improving.

Publicado en El Colombiano, 1/10/10 (versión original en español). "Tendiendo puentes" no se responsabiliza de la opiniones vertidas en el artículo.

lundi 4 octobre 2010

Entre o azul e o vermelho, o verde

Elecciones en Brasil. Opinión

por Eliane Cantanhêde

Pois é, deu segundo turno na eleição presidencial. Pode ser surpresa para os outros institutos, mas não para o Datafolha, que detectou os efeitos corrosivos do escândalo Erenice Guerra sobre a campanha de Dilma Rousseff, identificou uma "onda verde" pró-Marina Silva e apontou a tendência de segundo turno na semana decisiva da eleição. Parabéns Mauro Paulino!
Há uma comparação nítida entre as eleições de 2002 e 2006 com a de 2010, com o candidato e agora a candidata do PT atravessando boa parte da campanha como favorito e favorita, mas esbarrando no dia "D" com uma votação menor do que a prevista, contra uma votação também maior do que a prevista para o adversário tucano.
Em 2002 e 2006, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva deu uma fantástica volta por cima, não apenas consolidando a dianteira mas até comendo votos dos adversários. Nas eleições passadas, por exemplo, Lula teve 48,1% dos votos no primeiro turno e venceu o segundo com 60,83%. Já Geraldo Alckmin encolheu: teve 41,64% no primeiro e fechou em 39,17% no segundo. Daí porque Dilma, já na sua primeira manifestação, lembrou que o PT "não é bom de partida, mas é bom de chegada".
Os dois lados, o de Dilma e o de Serra, vão ter que analisar com muita atenção o que ocorreu nas duas eleições anteriores, os acertos de Lula e os erros tucanos no segundo turno. Mas há fatores muito diferentes agora.
O primeiro deles, contra os tucanos, é que o segundo turno de 2006, por exemplo, ocorreu porque Lula estremeceu com o mensalão e com os "aloprados do PT" e porque Alckmin ganhou gás na última hora e ficou a menos de sete pontos do adversário, enquanto agora Serra só chegou a cerca de 33% e deve o segundo turno principalmente ao fato novo - ou à terceira via - introduzido nesta eleição: Marina Silva e a "onda verde".
O segundo fator, contra os petistas, é que Lula é Lula, Dilma é Dilma. Ele tinha, além da ramificação e da organização do PT, toda uma biografia, uma história, um carisma que lhe garantiram a vitória. Dilma não tem nenhuma das três características na mesma dimensão.
É inegável a capacidade de transferência de Lula para sua candidata no primeiro turno, mas não custa lembrar que ele tem 80% de popularidade, enquanto Dilma não chegou a 50% dos votos. É improvável que apenas a força de Lula consiga sozinha reduzir essa diferença a ponto de garantir a vitória ao PT. É por isso que Lula, Dilma, Serra e a oposição vão disputar freneticamente o apoio de Marina, do PV e dos cerca de 20% do eleitorado que fizeram essa opção no primeiro turno.
Entre o azul de Serra e o vermelho de Dilma, o verde de Marina é quem pode definir o resultado neste segundo turno. Esperem-se grandes emoções e sobressaltos.


Publicado en A Folha de São Paulo, 4/10/10

vendredi 1 octobre 2010

AMLO no puede ganar

México. Opinión.

por León Krauze

Es una pregunta recurrente: ¿buscará Andrés Manuel López Obrador [AMLO] la candidatura perredista -y de los demás partidos de izquierda- en 2012?

Lea artículo completo en:
http://laizquierdaenmexico.blogspot.com

Publicado en Milenio.

jeudi 30 septembre 2010

CEPAL aborda problemática mapuche

La Comisión Económica para América Latina y el Caribe de las Naciones Unidas, guiada por los principios y propósitos de la Carta de las Naciones Unidas y la Declaración Universal de los Derechos Humanos, con el ánimo de contribuir al debate que la sociedad chilena está llevando adelante en relación a lo que se ha denominado el "conflicto mapuche" desea señalar lo siguiente:
1. En la actualidad existe un régimen jurídico internacional sobre los derechos de los pueblos indígenas cuyas principales normas son la Declaración de las Naciones Unidas sobre los derechos de los pueblos indígenas (2007) y los convenios de la Organización Internacional del Trabajo (OIT) en particular el Convenio 169 sobre pueblos indígenas tribales en países independientes. De estos instrumentos internacionales emanan un conjunto amplio de derechos a favor de los pueblos indígenas y la correlativa obligación de promoverlos y respetarlos por parte de los Estados signatarios.
2. Es parte de un reconocimiento universal el "hecho que los pueblos indígenas han sufrido injusticias históricas como resultado, entre otras cosas, de la colonización y de haber sido desposeídos de sus tierras, territorios y recursos, lo que les ha impedido ejercer, en particular, su derecho al desarrollo de conformidad con sus propias necesidades e intereses".(
1)
3. La realidad que afecta a los pueblos indígenas en los países de América Latina no está exenta de pobreza y exclusión, resultado de un proceso histórico de discriminación estructural, que en la actualidad se interpreta como una falta de reconocimiento, promoción, protección y garantía de los derechos humanos.
4. Pese a los avances jurídicos y legislativos en materia de derechos de pueblos indígenas que se han dado en las últimas décadas en América Latina, aún se observa una significativa brecha en la implementación de estos derechos, situación de la cual Chile no está exenta. Entre estos avances destaca el hecho que Chile es parte del Convenio 169 sobre pueblos indígenas tribales en países independientes y que dicho texto consagra la obligación para los gobiernos de "consultar a los pueblos interesados, mediante procedimientos apropiados y en particular a través de sus instituciones representativas, cada vez que se prevean medidas legislativas o administrativas susceptibles de afectarles directamente".
5. Es importante tomar en consideración los informes, recomendaciones y declaraciones del Relator Especial sobre los derechos humanos y libertades fundamentales de los indígenas James Anaya en particular su declaración del pasado 24 de septiembre de 2010 (
2), que se adjunta a esta declaración.
6. La CEPAL, que recientemente ha señalado que la igualdad debe estar en el centro de la agenda de desarrollo para la región (
3), pone a disposición de todas las partes su capacidad técnica para elaborar estudios o informes que desde el punto de vista, económico, social, demográfico, ambiental o de género pueda ayudar a una mejor comprensión de la situación del pueblo mapuche.
7. Por último, expresamos nuestra esperanza que las partes encuentren una pronta solución que evite la pérdida de vidas humanas.
Para consultas, contactar a la Unidad de Información Pública e Internet de la CEPAL. Correo electrónico:
dpisantiagocepal.org .
(1) Declaración de las Naciones Unidas sobre los derechos de los pueblos indígenas
(2) Declaración del Relator Especial sobre los derechos humanos y libertades fundamentales de los indígenas James Anaya
(3) Ver La Hora de la igualdad. Brechas por cerrar caminos por abrir.

mercredi 29 septembre 2010

Latin American Multilateralism: New Directions

By Michael Shifter

Despite the effervescence of new Latin American regional and sub-regional multilateral forums in recent years, and particularly bodies that exclude the United States and Canada, there has been surprisingly little systematic study of multilateralism in the region and almost none from a Latin American perspective. This compilation of articles paints the picture of a dynamic Latin American multilateralism with a number of distinctive characteristics, but one also fraught with challenges. It brings together influential academics to reflect on regional trends and provide insight into new directions of Latin American co-operation.

The entire publication (PDF) can be accessed
here.

Link: http://www.thedialogue.org/page.cfm?pageID=32&pubID=2473

mardi 28 septembre 2010

Por qué ha ganado Chávez las elecciones?


Opinión

por Sonia Alda

Las opiniones dominantes en estos días sobre los resultados de las elecciones en Venezuela muy posiblemente se muevan en una gama de posiciones que irán desde aquellas que lo interpreten como una rotundo fracaso de Chávez, a aquellas que cuestionen si ésta es realmente una victoria y no el principio del fin del gobernante. Sin embargo, si nos atenemos a los datos, frente a estas opiniones, sólo puede decirse que ha sido una victoria.


Publicado en Infolatam, 28 de septiembre de 2010.

lundi 27 septembre 2010

Sin Jojoy, la desbandada

OPINIÓN

por Alfredo Rangel

"Vamos a presenciar una avalancha de deserciones, no solo de centenares de combatientes rasos, sino de mandos medios e, incluso, comandantes y jefes de frente".

Lea el artículo completo en: http://www.semana.com/wf_ImprimirArticulo.aspx?IdArt=145073

Publicado en Semana, 26 de septiembre de 2010

vendredi 24 septembre 2010

Brasil. Eleições 2010

A hora da virada

por Pedro Tierra

"...A elite conservadora brasileira, tendo à frente o predestinado José Serra, foi à disputa, em 2002, oferecendo à sociedade a agenda neoliberal quando a maioria dos brasileiros já havia se despedido dela. Foi derrotada pelo metalúrgico LuIa. Mas reuniu forças para impor, pelo terrorismo político exercitado ao paroxismo, algumas condições. Elas foram expressas na “Carta aos Brasileiros”. Em 2006, depois da tentativa de golpe do ano anterior, o metalúrgico e os setores sociais que lhe deram e hoje lhe dão sustentação impuseram uma nova e acachapante derrota, no segundo turno das eleições. Daquela vez, liderada pela figura inexpressiva de Geraldo Alckmin, que alguém um dia definiu como “o boticário dos filmes de Mazzaroppi”, sustentado à força e no grito pela mídia velha de guerra... "

Lea el artículo completo en: http://www.pt.org.br/portalpt/opinioes/"a-hora-da-virada"-21501.html

jeudi 23 septembre 2010

Crisis institucional en Nicaragua: entre un Estado privatizado y un Estado monarquizado

José Luis Rocha Gómez

Summary. In April 2010, President Daniel Ortega signed a decree to make the roles of 20 civil servants permanent, among them judges and members of the electoral tribunal whose mandates have ended. The institutional crisis is another chapter in a prolonged process of degradation of the State. The article argues that, in their return to power after 17 years in the wings, the Frente Sandinista needs a State that is small in certain areas and strong in others: a privatized State in its provision of social services; and one devoted to the regulation that controls foreign investment and to the continuity of a regime that is closer to a theocracy than to a democracy. Key Words: Politics, Crisis, Institutions, State, Nicaragua.

Lea artículo completo en Nueva Sociedad n° 228:
http://www.nuso.org/upload/articulos/3702_1.pdf

mercredi 22 septembre 2010

Parapolítica, el proceso continúa


por Corporación Nuevo Arco Iris

Con las decisiones judiciales que tomó la Corte Suprema de Justicia [de Colombia], se demuestra una vez más que la labor por esclarecer los oscuros tratos del paramilitarismo con la política local en nuestro país, no ha cesado, ni cesará, al menos por un buen tiempo. Cuando nadie se lo esperaba, el alto tribunal de la justicia emitió orden de captura contra el senador Javier Cáceres a quien la Corporación Nuevo Arco Iris en su publicación “Paramilitares y Políticos”, mencionó como uno de los legisladores que para las elecciones de 2006 -2010, había obtenido votaciones atípicas en lugares de dominio paramilitar en la costa atlántica.


Sonaba un poco extraño que la justicia no se pronunciara frente a este caso, luego de que ex jefes paramilitares en sus versiones de justicia y paz le señalaran como uno de los beneficiados por el proselitismo armado que hizo el grupo armado en el momento de expandir su dominio territorial:
Salvatore Mancuso: Reveló sus nexos con políticos locales. Dijo que controlaba 25 de 28 alcaldías de Córdoba y mencionó entre otros congresistas a Armando Benedetti, Mario Uribe y Zulema Jattin y Javier Cáceres. Salvatore Mancuso prometió hablar de las empresas que, según él, apoyaron a las Autodefensas.
http://www.eltiempo.com/, 17 de mayo de 2007.


Alexis Mancilla: Según la Fiscalía, Mancilla García, ratificó el apoyo que las autodefensas prestaron a las campañas políticas de Javier Cáceres Leal al Senado de la República y de Libardo Simancas Torres a la Gobernación de Bolívar en el año 2003. Ex jefe paramilitar salpicó a políticos bolivarenses de tener vínculos con las Auc. http://www.caracolradio.com/, 6 de marzo de 2009.
Juancho Dique: En el juicio contra el ex congresista Miguel Ángel Rangel el ex jefe paramilitar Uber Enrique Banquéz , alias ‘Juancho Dique’, relató ante los magistrados de la Corte Suprema de Justicia los detalles de una presunta reunión que tuvo con el senador Cáceres en Yanguma, un corregimiento al norte de Bolívar. Según ‘Dique’, que fue uno de los jefes del Bloque Héroes de los Montes de María, el senador de Cambio Radical presuntamente le pidió que respetara la actividad política de varios líderes de la región que estaba respaldando. ‘Dique’ aceptó y como contraprestación le ofreció al senador hacer parte del movimiento político impulsado por los paramilitares que operaban en Bolívar. 'Juancho Dique' salpica a Javier Cáceres,
http://www.verdadabierta.com/, 13 de julio de 2010.


Bajo estos antecedentes la justicia decidió indagar si era cierto que Cáceres había hecho tratos con los paramilitares, con el fin de beneficiarse políticamente de sus acciones. A este senador se le seguía un proceso judicial por posible tráfico de influencias en el manejo de la Empresa Territorial para la Salud – Etesa, en donde según denuncia de la Revista Cambio el congresista tenía injerencia en la entidad, noticia corroborada por grabaciones en las que funcionarios comprometidos en millonarios cobros ilegales a operadores clandestinos de casinos, máquinas tragamonedas y otros juegos, lo mencionaban como persona que influía en el manejo de la nómina.


De otro modo también resulta curioso el apoyo de Javier Cáceres a Daira de Jesús Gálvis, para obtener la curul para el actual senado por Cambio Radical, quien fue durante un tiempo abogada de Enilce López, alias la Gata, que por su oficio conoce con detalle el oscuro proceder de su ex defendida, quien de tiempo atrás maneja y conoce los negocios de juegos de azar, en varios departamentos de la Costa Atlántica, precisamente donde Javier Cáceres parece tener influencias en la nómina.


El otro llamamiento a la justicia que tiene que ver también con Enilce López, es a Miguel Ángel Rangel, Director de Apertura Liberal, en donde aterrizó López con toda su tropa política local en 2002 y del que se separó con la llegada en 2009 del movimiento conformado por Cristian Murcia, hermano de David Murcia, quien fue representante legal de la captadora de dineros DMG, para finalizar en el acuerdo político promovido desde una cárcel en Bogotá conocido con el nombre de Partido de Integración Nacional – PIN y en donde están la mayoría de herederos de ex congresistas condenados por parapolítica.


Otro político que entró a la cárcel en los últimos días por cuenta de la parapolítica es Mario Salomón Nader, señalado por Freddy Rendón Herrera, alias el Alemán, como uno de los 23 políticos beneficiados por las AUC del Bloque Élmer Cárdenas, quienes al parecer tenían la idea de crear proyectos políticos en Antioquía, Córdoba y Chocó con el fin de tener aliados en el Congreso, gobernaciones, alcaldías y asambleas. El ex jefe paramilitar se refirió a políticos de Córdoba entre quienes figuraban: Mario Salomón Nader, entonces senador del Partido Liberal; Reginaldo Montes, ex senador de Cambio Radical y quien ya fue condenado a 6 años de prisión por parapolítica; Mario Buendía, ex diputado; Mari Bechara, candidata a la Cámara que no salió elegida; Juan Manuel López, senador Liberal condenado a 7 años de cárcel por parapolítica; y José De los Santos Negrette, ex representante absuelto por la Corte Suprema de Justicia. Con la vinculación de Nader a la parapolítica, los grupos políticos en el departamento de Córdoba quedan todos con uno de sus miembros señalados de haber hecho tratos con las AUC, tratos que a futuro significarían desplazamiento masivo y masacres a los pueblos de la región.


mardi 21 septembre 2010

Argentina: TENSIONES ESTRUCTURALES

por Escenarios alternativos

Las últimas acciones del kirchnerismo aumentan su aislamiento político y el rechazo de la clase media. Las peleas con los otros poderes del Estado y la interna desatada en el PJ. La UCR refuerza su estrategia y consolida su posición, tanto en la labor parlamentaria como con los partidos del Acuerdo Cívico.

Publicado el 17/09/2010

Lea artículo completo en: http://www.escenariosalternativos.org/default.asp?seccion=coyuntura1&subseccion=coyuntura1&nota=3873

lundi 20 septembre 2010

A Conversation with Ollanta Humala

By Bridget O'Loughlin

The Peruvian presidential candidate Ollanta Humala, leader of Nationalist Party, presented a hopeful vision of Peru as a country on the rise. Humala spoke about the challenges facing Peru and his own proposed solutions, and emphasized that the country is ready to assert global influence on its own terms.

Read more: http://www.thedialogue.org/page.cfm?pageID=32&pubID=2465

vendredi 17 septembre 2010

México 2010: de la revolución a la democracia.

Héctor Aguilar Camín

El ensayo de Héctor Aguilar Camín ofrece una visión de las coordenadas simbólicas que forjaron el siglo XX mexicano.

Lea el texto del ensayo en:
http://www.nexos.com.mx/?P=leerarticulo&Article=265408


Publicado en Nexos, septiembre de 2010

jeudi 16 septembre 2010

Eleições 2010 e a questão racial no Brasil

Opinião/ Brasil. Eleições 2010

Carlos Trindade*

Ainda é muito cedo para podermos afirmar com a tranqüilidade que as decisões no campo político exigem, mas está se desenhando no plano nacional das eleições 2010 um quadro onde a questão racial assumirá um outro status na agenda política brasileira.

Confirmando o retrato das pesquisas apresentadas até este primeiro decanato de setembro/10, teremos a Dilma Presidenta do Brasil e a maior bancada de parlamentares negros e negras no Congresso Nacional, oriundos de vários Partidos, seja da base do governo ou da oposição.
A primeira resultante deste quadro e a mais importante é que se multiplica por mil a possibilidade do Governo Federal consolidar a política de igualdade racial dando-lhe capilaridade nacional e fortalecendo o que lhe é mais caro: a sua natureza transversal. Com a Seppir transformando-se em Ministério, incorporando novos quadros técnicos e novos recursos financeiros em uma gestão caracterizada pelo aperfeiçoamento das políticas públicas implantadas pelo Presidente Lula, tal como será a da Dilma, faltará motivos para as ações afirmativas em benefício dos diversos grupos discriminados no país e especialmente da população negra não incorporar-se enquanto marca do novo governo.

Por outro lado, na Câmara e no Senado Federal as perspectivas também são alvissareiras em termos de manutenção das existentes e de ocupação de novas cadeiras. No primeiro, estão na disputa com chances de vitória: Edson Santos/RJ, Benedita/RJ, Edmilson Valentin/RJ, Valmir Assunção/BA, João Grandão/MS, Dalva Figueiredo/AP, Evandro Milhomens/AP, Paulo/AL, Domingos Dutra/MA, Janete Pietá/SP e Vicentinho/SP, entre tantos outros que certamente sairão vitoriosos das urnas. Coincidentemente, boa parte dos nomes citados acima são ou do PT ou do PCdoB.

Para o Senado, mesmo com as dificuldades que vem encontrando durante a campanha, é importante a reeleição do Senador Paulo Paim/RS. No entanto, a melhor noticia para o ativismo negro no Brasil é a provável eleição de Netinho de Paula, especialmente por seu compromisso com o projeto político que o está elegendo. A eleição de Netinho por um Estado como S. Paulo tem um significado importante não só para a companheirada paulista, mas para toda a população negra brasileira.

Cabe ao futuro Senador realizar a tarefa que lhe cabe com competência, ampliando seu espaço de atuação política dentro e fora do Senado Federal e fortalecendo os laços com os paulistas que lhe confiarem o voto e mesmo com aqueles que por enquanto ainda não o fizeram, no intuito de travar novos desafios nos anos que se avizinham. Apesar de momentaneamente incerto, seu futuro político não deixa de ser radiante.
Frente ao quadro acima, descrito de forma geral e ainda dependente dos resultados colhidos nas urnas no próximo 3 de outubro, não há porque não sermos otimistas, ou ao menos pessimistas ativos, em relação aos avanços que ocorrerão, seja na política nacional de promoção da igualdade racial, seja no combate diário que o movimento social negro trava contra o racismo no Brasil.
TEMPOS DE VITÓRIA HÃO DE VIR E VIRÃO.

*Carlos Trindade é economista, cientista político, petista e militante negro

Publicado en:
http:// www.pt.org.br/portalpt/opinioes/eleicoes-2010-e-a-questao-racial-no-brasil-20101.html

mercredi 15 septembre 2010

Venezuela. Elecciones legislativas









El candidato por la unidad al Parlamento Latinoamericano, Nicolás Sosa -coordinador nacional del Movimiento al Socialismo (MAS) venezolano, miembro de la IS-, expresó este lunes que más allá del triunfo electoral de la oposición, lo realmente importante es estar preparados para los retos que impone llegar a la Asamblea Nacional.
“La unidad expresada en más de 20 partidos nacionales y un número importante de partidos regionales tiene garantizado un éxito político de gran importancia el 26 de septiembre”. “A partir del 26 de septiembre tiene que producirse una etapa de reconciliación y reunificación del país. No creemos que ninguna fuerza política por si sola, así como tampoco ningún plan para acabar con el otro permitan resolver los grandes problemas que atraviesa el país”. El candidato al Parlatino estima que es necesario unir esfuerzos en la agenda que debe atender la nueva Asamblea Nacional.
“Problemas estructurales como la educación, la salud, la seguridad, el empleo, el desarrollo económico y agroindustrial y el tema de los presos políticos, son puntos que deben ser atendidos mediante una política de integración de la sociedad”. “Es importante que la gente sepa que el poder del voto puede permitir una reducción de la hegemonía oficialista. No le sirve al país ninguna hegemonía o grupos de dominación. Venezuela tiene que ser un país plural, al igual que la democracia para que pueda funcionar. Es lo único que puede permitir proyectar un país positivo".

mardi 14 septembre 2010

Olivia

Opinión

por Yoani Sánchez

Mi amigo Miguel se fue, cansado de esperar por una operación de cambio de sexo y a sabiendas de que nunca iba a conseguir un mejor empleo. Le dejó la peluca pelirroja a un amigo que trabajaba en el mismo hospital y vendió –de manera ilegal– el cuarto que tenía en Luyanó. El día que pidió el permiso de salida se puso un traje de cuello y corbata que le arrancó una carcajada cuando se miró al espejo. En la oficina de emigración trató de mantener las manos quietas sobre un pliegue del pantalón, no fuera a ser que el último coletazo de la homofobia le fastidiara la salida.
Escapó antes de que cerraran ese río de cubanos que desembocó por breve tiempo en Ecuador. El suyo fue uno de los 700 matrimonios que se concertaron entre ciudadanos de ambos países, muchos de ellos con el único objetivo de obtener la residencia en la nación sudamericana. Miguel entregó el equivalente a 6 mil dólares y a cambio tuvo una boda en La Habana con una quiteña a la que apenas vio un par de horas. Fingió las fotos de la luna de miel, le pagó a un funcionario del ministerio de Salud Pública para que le diera la “liberación” y hasta pasó un poco de efectivo para que la tarjeta blanca no demorara tanto. Simuló ser lo que no era y le resultó fácil, pues a los que nacimos en esta Isla se nos da bien llevar una máscara.


Ahora le esperan momentos difíciles, porque la policía ecuatoriana ha comenzado a investigar a los 37 mil cubanos que ingresaron en ese país en los últimos años. Sin embargo, no parece asustado. Él es gay de los que fueron subidos a golpes en los camiones de policía y desde hace años también estaba vigilado por sus opiniones críticas. Después de experimentar ambos filos de la cuchilla de la censura, ya nada le espanta. Cuando lo llamen a declarar –si es que lo llaman– irá con el vestido rojo que siempre quiso ponerse aquí. Nadie va a impedir que gesticule mientras lo interrogan, porque ya Miguel se libró de aquel Miguel que algún día fue, para convertirse –felizmente– en Olivia.

Publicado en: http://www.desdecuba.com/generaciony/

lundi 13 septembre 2010

Seminario sobre la política laboral de Sebastián Piñera.

“La política laboral del gobierno de Sebastián Piñera: el compromiso empresarial, sindical y del Estado” fue el nombre del seminario organizado por las fundaciones Chile 21 y Friedrich Ebert y la Corporación Proyectámerica.

Leer más: http://www.chile21.cl/2010/09/11/seminario-sobre-politica-laboral-del-gobierno-de-sebastian-pinera/

vendredi 10 septembre 2010

China y América Latina: recursos, mercados y poder global

Romer Cornejo y Abraham Navarro García

Síntesis.
América Latina no es una prioridad para China, ya que se ubica en un lugar menos importante que Estados Unidos, Asia o Europa. Pese a ello, la relación se ha intensificado. Desde el punto de vista económico, y con algunas pocas excepciones, el vínculo se basa en el intercambio de bienes manufacturados chinos por materias primas (petróleo, alimentos y minerales) provenientes de América Latina. En otros términos, se trata de un intercambio entre trabajo y renta del suelo. Desde un punto de vista político, la región es importante en la disputa diplomática con Taiwán y como socia en la búsqueda de un mundo más multilateral.

Summary.
Latin America is not a priority for China, it can be found lower down the ladder after the us, Asia or Europe. Despite this, the relationship has intensified. With a few exceptions, the economic link is based on the exchange of goods manufactured in China by primary materials (oil, food, minerals) coming from Latin America. In other words, the relationship is an exchange between labour and rent for the land. From a political point of view, the region is important in the diplomatic dispute with Taiwan and as a partner in the search for a more ultilateral world. Key Words: Trade, Markets, Politics, Latin America, China.

Texto completo: PDF
Publicado por Nueva Sociedad 228

jeudi 9 septembre 2010

La crisis europea y posibles impactos en América Latina y el Caribe

Notas de la CEPAL, n° 65

La crisis en Europa podría afectar a las economías de América Latina y el Caribe tanto a través del canal comercial como por el financiero. El alcance e intensidad de estos efectos dependerá de la duración y magnitud de la crisis de la deuda europea.

Lea más: http:www.eclac.cl/notas/65/Titulares1.html

mercredi 8 septembre 2010

¿Podrá ganar la oposición?

Venezuela. Análisis

Juan Carlos Zapata

No cantan victoria pero observan con cierto júbilo que los números comienzan a marcar una tendencia. Como un imposible. Como un espejismo. Lo ven y no se lo creen. Y por tal, se guardan el comentario. Se guardan el triunfalismo.
Se trata de veteranos de la política. De la política y los partidos. Que vienen de comerse todas las verdes en todos estos años de chavismo rojo. Tan rojo que se pudrió de maduro, como la comida de PDVAL.


Estos viejos dirigentes, que ya fueron parlamentarios, que ya inclusive fueron gobernadores, poseen herramientas para el análisis desde la posición brindada por la experiencia.
En 1998 la clase media hizo la diferencia entre Chávez y Salas Römer y 12 años después va a marcar la pauta. Una de las conclusiones concretas es que la clase media se les ha volteado completamente a Chávez y al gobierno. La clase media que se le volteó a AD y Copei en los años 90 y que llevó a Chávez al poder en 1998.


La clase media ha medido los riesgos de la propiedad, las limitaciones en el consumo, el acceso al trabajo de calidad, el problema de la inseguridad.

Esa clase media este año de 2010 se ha tomado su tiempo. Ha reflexionado. Y va a votar contra el gobierno. Y no hay tarjeta Buen Vivir que la haga volver. No hay promesa de vivienda que la haga dudar, ni un préstamo en el Banco de Venezuela que la haga votar rojo otra vez.
La última encuesta de Keller revela que el 53% de los encuestados dice que hace falta un cambio de gobierno. Y el 47% se inclina por creer que la oposición es mayoría, frente al 37% que todavía no lo cree. ¿Se pueden creer estos datos?


Pues lo dicen otras encuestadoras. El mismo Seijas ha dicho que el voto nacional es de la oposición. El ex-ministro Jesse Chacón, vocero de la oficialista GIS XXI, acaba de revelar que entre el voto opositor y el voto del PSUV apenas hay una diferencia de entre 4 y 6 puntos, a favor de los rojos, claro, lo cual luce curioso, pues Chacón nunca va a reconocer que van perdiendo.
Y Julio Borges como Teodoro Petkoff han dicho que en efecto, la oposición va a sacar más votos que el gobierno. Que eso se traduzca en parlamentarios es otra cosa.
Pero no sólo es el cambio, sino la naturaleza de ese cambio. Pues en 1998, la clase media se inclinaba por su gobierno fuerte, de corte militar. A Caldera lo instaban a irse por la vía del Fujimorazo. Y en el Chávez golpista, observaron un redentor. En 2010, esa clase media quiere un gobierno civil. Más civil. Y menos centralizado.


Los viejos dirigentes son los primeros convencidos de los datos de las encuestadoras y de las opiniones políticas. Lo técnico lo corroboran con lo empírico. Con lo viajes. Las giras. Los encuentros con la militancia de antes y la militancia de hoy.
Porque el fenómeno parece ser el siguiente: que la clase media está arrastrando al sector popular, al sector más pobre de la población, que es donde hay la mayor cantidad de votantes. La está contagiando del cambio. Y a un mes de las elecciones, estos veteranos aseguran que la tendencia es irreversible.


Y lo que la hace más irreversible es que el mensaje electoral, la propaganda del gobierno, no está llegando, no está impactando. Es pobre en su concepto. Es pobre en lo que quiere transmitir. “El pueblo pa’ la Asamblea”. Entonces, ¿no había llegado al pueblo a la Asamblea?
La burbuja de los afiches del referendo parece que se desinfló. Y Chávez en campaña, repitiendo aquello de “A la victoria, pues”, ya es repetitivo. De modo que los anuncios gubernamentales no van a cambiar la tendencia.
Que eso se nota en la baja de popularidad de Chávez. Que en estas elecciones él concurre con un 40% en las encuestas, cuando en comicios anteriores se mantenía sobre 50%. Son casi 12 años de gobierno.
En los primeros 6 años gobernó sin oposición. Y en los últimos 2, luego de las elecciones de gobernadores y alcaldes, en que la oposición salió fortalecida, otro cuadro político se ha conformado.


Además, como ha dicho Teodoro Petkoff, las grandes crisis nacionales y simultáneas deterioran el voto rojo, mostrando a un gobierno ineficaz. La economía (inflación, desempleo, caída del PIB), la crisis eléctrica y la inseguridad, y Pudreval, tienen al gobierno sin respuestas.
Por el contrario, la oposición se ha fortalecido. Y se fortalece porque el pueblo, señalan los expertos, ya se le volteó al gobierno. Se siente en los barrios. Se siente en las ciudades del interior. Se siente en Caracas.


Esto no se palpaba antes. No hay región del país en la que la oposición no esté alcanzando un alto nivel de votos. Hasta hace poco se hablaba de 41 diputados duros para la oposición. Hoy se habla de 50 y hasta 60.
Lo peor es que Chávez ha salido a confrontar. Aristóbulo Istúriz ha señalado que la elección tiene rango de presidencia. Y todo el PSUV dice que lo que está en juego es la revolución. Este mensaje lo compran los rojos-rojitos. Pero más allá, se pierde en el éter. Eso afirman los veteranos.

mardi 7 septembre 2010

Seguridad y Gobernabilidad Democrática en Mesoamérica

Publicación

Autor: Raúl Benítez Manaut

Contenido:
Entre las guerras de la globalización, una de ellas corresponde a los fenómenos que se desprendieron de la caída del Muro de Berlín, cuando los países que habían sido socialistas abren muy rápidamente sus fronteras con occidente, comienzan a darse flujos desregulados de comercio, personas, dinero e inversiones. También se abrieron las puertas a elementos inmateriales, como fueron nuevas ideas políticas en favor de la democracia y emergieron actores con capacidades de acción trasnacional. Los Estados no tuvieron capacidad para regular, procesar en sus sistemas políticos, o incorporar a las estructuras formales y legales muchas expresiones inéditas. La globalización también tuvo sus efectos perversos, que se perfilaban en el horizonte. El crimen organizado como actor de la política global es uno de ellos. Este fenómeno apareció en Mesoamérica por ser región de tránsito de cocaína en el corredor Colombia-Estados Unidos.

Lea el documento en: http://www.flacso.org/uploads/media/Seguridad_y_Gobernabilidad_Democratica_en_Mesoamerica.pdf


lundi 6 septembre 2010

Colombia - La guerra en 2010, ¿qué caminos tomará el conflicto?

El presidente Santos recibió el legado más importante del gobierno Uribe: la Seguridad Democrática. Iniciado el segundo semestre del 2010 el panorama de la guerra parece no cambiar mucho respecto al último año, la actividad de las Farc y el ELN se concentra en departamentos como Caquetá, Meta, Cauca, Putumayo y Chocó, mientras que las bandas emergentes tienen presencia en cerca de 310 municipios del país. Las Fuerzas Militares tienen cada vez mayores dificultades para acceder a los territorios de retaguardia estratégica de los grupos armados ilegales, con el fin de aumentar los dividendos de la Seguridad Democrática como en años anteriores.
Leer más:
http://www.nuevoarcoiris.org.co/sac/?q=node/908

Publicado por Corporación Nuevo Arco Iris.

vendredi 3 septembre 2010

Las negociaciones entre la Unión Europea y el Mercosur, eclipsadas por Brasil

Opinión

Por Gastón Fulquet

Luego de años de parálisis en las negociaciones de un Acuerdo de Asociación entre la UE y el Mercosur, la cumbre de Madrid, realizada en mayo [de 2010], propuso el relanzamiento de las tratativas. A partir de ese encuentro, se han sucedido una serie de eventos que abren un nuevo capítulo en la historia del relacionamiento entre ambos bloques.

Leer: http://www.nuso.org/userView/verOpinion.php?id=81

jeudi 2 septembre 2010

Revisionismo a la carta

Opinión

por Ricardo Kirschbaum

La reinvención de la historia por parte del oficialismo hace que cambien los papeles que muchos personajes jugaron en la tragedia argentina. Lo que antes era negro, ahora es blanco. Y viceversa. El “revisionismo permanente” cambiará la versión tantas veces como haga falta.

Artículo completo en Clarín:

http://www.clarin.com/opinion/Revisionismo-carta_0_327567249.html

mercredi 1 septembre 2010

Elecciones presidenciales de 2012 en México

Entrevistas a seis aspirantes a la candidatura presidencial.

La revista Nexos publicó recientemente las entrevistas a seis aspirantes a la candidatura presidencial por sus respectivos partidos: Manlio Fabio Beltrones, Santiago Creel, Marcelo Ebrard,Fernando Gómez Mont, Carlos Navarrete y Enrique Peña Nieto. Las entrevistas fueron realizadas por Jorge Castañeda y Héctor Aguilar Camín.

Lea las entrevistas en este enlace: http://www.nexos.com.mx/?P=leerarticulo&Article=248551

mardi 31 août 2010

PUBLICACIÓN

O governo Lula e a construção de um Brasil mais justo, de Aloizio Mercadante, é o mais novo lançamento da coleção "Brasil em Debate", da Editora Fundação Perseu Abramo. O livro, quarto volume da série, trata de forma sucinta das políticas do atual governo, explicando suas implicações para o desenvolvimento do país.
Levantando dados e informações diversas, o autor aborda temas como a retomada do crescimento, o protagonismo no cenário internacional, a redução da pobreza e a inclusão social, transparência, o desafio do crescimento com distribuição de renda e justiça social, as lições da crise de 2008-2009, e programas sociais.



Economista e professor licenciado da Unicamp e da PUC-SP, Aloizio Mercadante é senador pelo PT e vice-presidente do Parlamento do Mercosul. A coleção "Brasil em Debate" foi criada para subsidiar a reflexão sobre o Brasil de 2003 a 2010, nos dois governos de Luiz Inácio Lula da Silva e do Partido dos Trabalhadores, por meio da avaliação das transformações vividas pelo país. As obras apontam também as principais áreas nas quais um novo mandato deve investir.
[O livro pode ser adquirido em livrarias e estará à venda na loja virtual da Editora]

vendredi 23 juillet 2010

América Latina y el Caribe avanza hacia los Objetivos del Milenio, pero persiste incertidumbre sobre su cumplimiento

Informe de las Naciones Unidas sobre la región:

América Latina y el Caribe ha logrado avances importantes hacia la consecución de las metas contempladas en los Objetivos de Desarrollo del Milenio (ODM), pero la reciente crisis global interrumpió ese progreso y creó algún grado de incertidumbre sobre la posibilidad de alcanzarlas en 2015, según el informe El progreso de América Latina y el Caribe hacia los Objetivos de Desarrollo del Milenio. Desafíos para lograrlos con igualdad.

jeudi 22 juillet 2010

Un país en proceso de destrucción

Opinión.

por José Guerra

Quienes intentan hacer revoluciones con ideas viejas suelen querer cambiarlo todo y reescribir la historia.Nada de lo que se hizo antes sirve y todo es un incesante comenzar. En el caso de Venezuela, Hugo Chávez piensa que hay que destruir todo lo existente para con ello rehacerlo sobre nuevas bases, donde el Estado sea el gran monopolista y propietario de los medios de producción.

Artículo completo en:
http://www.talcualdigital.com/Blogs/Viewer.aspx?id=37638&b=34

mardi 20 juillet 2010

México Después del 4 de julio: ¿Adiós a las reformas?


por Víctor Alarcón Olguín



Al margen de los números finales arrojados por la contienda electoral del presente año, el nivel de confianza en el sistema de partidos sale con un saldo muy negativo y el cual nos perjudica a los ciudadanos en su conjunto: asesinatos y desapariciones, campañas negativas, uso discrecional de la ley para sembrar delitos o sacarlos a relucir en plena contienda en caso de que los opositores se pongan incómodos; espionaje, pelea y desconocimiento entre las propias instituciones. Y a lo anterior cabe sumar la descomposición del entorno social con el ascenso del crimen organizado, lo que ciertamente ha venido a convertirse en un problema toral y cuya consecuencia más inmediata sea provocar la caída de los esfuerzos de reforma política abiertos en esta segunda parte del sexenio.
Pero esta no es la única explicación a la que se le pueda achacar todo lo malo que nos pasa. La clase política no ha sabido ni ha querido modificar sus hábitos. El clientelismo no se fue y por el contrario, se mostró renovado y sin disimulo en estas elecciones estatales. Panistas, perredistas y priístas desplegaron lo mejor del repertorio de artilugios y acusaciones mutuas en el uso indebido de los recursos públicos. Las autoridades electorales y penales han acumularon un volumen de trabajo y presiones que incluso provocaron la renuncia de la titular de la FEPADE.



Por qué nos conviene adherir en plenitud

por Gabriel Gaspar, ex embajador y director del Programa de Coyuntura de la Fundación Chile 21

"... Unasur, justo es reconocerlo, correspondió en gran medida a un esfuerzo desplegado por Brasil, que convencido de la necesidad de la concertación sudamericana para entrar en mejores condiciones a las convulsas aguas de la globalización, promovió su constitución. Su tratado fue fruto de largas negociaciones de todas las cancillerías y surgió como un organismo que expresaba la pluralidad de nuestra Sudamérica.
¿Nos conviene a los chilenos adherir en plenitud a este nuevo proyecto? En mi opinión, sí. La historia demuestra que hablando se entiende la gente, y para ello necesitamos foros donde todos podamos concurrir en igualdad de condiciones. Unasur lo garantiza..."


Lea el artículo completo en:
http://www.chile21.cl/2010/07/12/por-que-nos-conviene-adherir-en-plenitud/

lundi 19 juillet 2010

¿Cuáles son las implicaciones del terremoto en las relaciones entre Haití y la República Dominicana?

por Carlos J. Fernández García y Rita Mena Peguero


Haití, el país más pobre de América Latina, fue afectado por un terremoto que ha sido considerado como una de las catástrofes más graves de la historia reciente, concitando la atención de la comunidad internacional. La crisis derivada de la catástrofe está teniendo, y tendrá, efectos sobre las relaciones políticas, económicas y sociales entre Haití y la República Dominicana: ambos Estados comparten frontera y conviven en una misma isla. Tras la tragedia del terremoto surge un escenario con incertidumbre pero con oportunidades para superar los obstáculos que han caracterizado las relaciones entre los dos países en el pasado: ambos han profundizado sus diferencias políticas, sociales y económicas por razones históricas desde el nacimiento moderno de la República Dominicana en 1844 tras su guerra de independencia contra Haití. Para contribuir a que estas oportunidades se realicen, es importante desarrollar un enfoque regional e insular que afronte desafíos comunes en las áreas de gobernabilidad democrática, sostenibilidad ambiental, mercados y economía, y políticas sociales que son esenciales para promover el desarrollo humano y el avance de los derechos humanos de la población de ambos Estados.

Texto completo del documento:
http://www.realinstitutoelcano.org/wps/portal/rielcano/contenido?WCM_GLOBAL_CONTEXT=/elcano/elcano_es/zonas_es/america+latina/ari103-2010

vendredi 16 juillet 2010

Relaciones Uruguay-Argentina Una idea que no ha progresado

Por Ricardo Kirschbaum - Editor General de Clarín

La idea de la participación brasileña en el monitoreo de las aguas del río Uruguay corre peligro de morir no nata. Había surgido de una conversación entre Cristina y Pepe Mujica, en Colonia, por iniciativa uruguaya y buscaba una fórmula digerible, regional, para una cuestión controvertida: la calidad de las aguas del río.
Pero ni la diplomacia oriental, que lanzó la idea, ni la argentina, que la digirió a medias, le comunicaron de manera oficial al gobierno brasileño esa propuesta. La cuestión no estuvo en la breve conversación y temprana cena de Héctor Timerman con el jefe de Itamaraty, Celso Amorim, y hay dudas que vuelva al tapete en las reuniones argentino-brasileñas que se harán el 20 aquí.
Quizá, si Uruguay vuelve de nuevo a la carga, Cristina pueda conversar el tema con Lula, en una cumbre que tendría lugar en Buenos Aires el 3 de agosto, luego de una reunión de presidentes del Mercosur, a la que asistirá Mujica.
Puede haber reticencia brasileña para participar del monitoreo. Como país ribereño aguas arriba, Brasil solo accedería una vez que se corporice la represa binacional de Guarabí con Argentina, una obra que duerme el sueño de los justos.
Los cambios en Cancillería, luego de la eyección de Taiana, han provocado crujidos y reacomodamientos, a los que se agregan algunos desplazamientos al exterior y retornos al país. Por ejemplo, Vitorio Tacheti, que era segundo de Taiana, finalmente se irá a Berlín en reemplazo de Guillermo Nielsen, radical, ex de Lavagna y Telerman.
Hay expectativa sobre el nuevo embajador argentino en Israel, luego de la jubilación con agitadas secuelas de Atilio Molteni, un diplomático de larga trayectoria. Un profesional, Guillermo González sería el candidato para Tel Aviv.


Publicado en Clarín, 14/07/10

jeudi 15 juillet 2010

What Next for Lula?


By Peter Hakim



What does President Luiz Inacio Lula da Silva do next? After nearly eight years in power, he is viewed across the globe as one of the world most successful presidents. He can andshould aim high when he leaves office on January 1—and rumors have been increasing that he may even be interested in becoming UN Secretary-General, arguably the most prestigious of all international jobs. Few presidents worldwide have accomplished more. During his two terms, Brazil had its best economic performance in a generation, and is now emerging full steam from the global recession. Although the economy remains deficicient on many fronts, the foundations have been set for a robust period of expansion. The poorest segments of Brazil’s population are gaining ground, while the middle class continues to grow. Although hardly perfect, the country’s democracy appears firmly rooted, and Brazil is wielding unprecedented influence in regional and world affairs. To be sure, Lula’s immediate predecessor, Fernando Henrique Cardoso deserves some credit for setting the course, and a favorable global context also contributed to Brazil’s progress. Still, Lula’s performance—as reflected in his 75 percent approval among Brazilian voters—is beyond question.


The political talents and personal skills that have made Lula an effective, commanding leader in Brazil should be welcomed by the UN—or any other international institution. It is hard not to like and trust him. His deep personal warmth inspires confidence and optimism. Last year, Obama affectionately called him the world’s most popular president. This year, he led Time Magazine’s annual list of the world’s most influential leader. His commitment to the poor and oppressed emerged from his own life of grinding poverty. His highly respected negotiating skills came from his years as a labor leader, and his instincts for governing were honed by navigating Brazil’s labrynthine political order.


Still, it will not be easy for Lula to get the job. Secretary General Ban Ki Moon is on track to be reelected for five more years in 2012. Although his performance has been considered mediocre, Ban Ki Moon has not generated the controversy or opposition that would keep him from a second term. And, if he were somehow ousted, the vacancy would likely be filled by another Asian, since UN leadership is rotated from region to region. Under the best of circumstances, a Lula candidacy would need Washington’s strong support—which may be hard to come by given recent US-Brazilian disputes over Iran, non-proliferation, Honduras, and other issues. Whether Lula could be a serious candidate for international leadership is not the first question to ask, however. More important is whether leading a multilateral organization would be right for him. Would that best use his prodigious talents? Would it fit his temperament? As President of Brazil, Lula exercises enormous power and authority. True, he has to cope with Brazil’s balky legislature and unwieldy bureaucracy, and deal with rifts in his party, but he is the country’s ultimate decision-maker—the decider, in President Bush’s words. His job has been clear: to advance his agenda for the country. As Secretary-General, he would have to defer to the UN Security Council, dominated by its five permanent members—all major powers pursuing their own interests, and each with a veto over UN decisions. Given Brazil’s rapidly expanding global profile, Lula, more than most heads of state, has been deeply engaged with many of the contentious issues that confront the UN, including non-proliferation, climate change, and humanitarian interventions. He has developed strong convictions about them, and in some cases, has committed himself and Brazil to act on those convictions. At the UN, his task will not be to promote his views or his nation’s agenda, but to find common ground among diverse, often antagonistic governments—and carry out their instructions. Is this what Lula wants to do? Is that what he is best suited for? How comfortable will be in imposing sanctions on Iran? In intervening in Africa’s multiple conflicts? In demanding Brazil accept more intrusive inspections of its nuclear facilities that, as president, he vehemently resisted? Lula is stepping down at a time when other exceptionally successful democratic presidents are also completing their terms. In the past few months, Michelle Bachelet of Chile and Oscar Arias of Costa Rica have left office; next month Colombian President Uribe leaves power. They join a growing number of other highly regarded former Latin American leaders, including, for example, Ricardo Lagos, Ernesto Zedillo, and Fernando Henrique Cardoso. Working together, freed from the need to court voters or satisfy legislatures, they could surely have a profound influence on the future of the region. In the past year, ex-presidents Cardoso, Zedillo, and Cesar Gaviria have formulated a new, more promising approach to addressing the region’s drug problems. A range of other formidable challenges require attention—for example, setting a new path for stalled economic integration and energy cooperation in the region, solving bilateral disputes in South America that have frustrated the OAS and other regional organizations, or shaping a more assertive stance for Latin American nations in global institutions. Lula might find these initiatives more appealing then more constricted, formal leadership role at the UN or other international agencies. O Estado de S. Paulo, July 11, 2010


mercredi 14 juillet 2010

AMLO y su Numancia de 2012

Juan P. Becerra-Acosta

Andrés Manuel López Obrador [AMLO] confirmó que aspira a ser presidente [de México] en 2012. Y expresó que podría competir como candidato del PRD, de Convergencia o del PT. Está en su derecho constitucional, como cualquier mexicano. Pero de ahí, del deseo —de su sueño, de su ambición— a la realidad, a que tenga alguna posibilidad de ganar, hay la misma distancia que existe entre la fe y la ciencia.

Las elecciones no se ganan con creencias y peroratas místicas, con invocaciones y azuzamientos etéreos; se ganan con números comprobables, con dígitos alcanzables, con sumas y restas asibles. Él dice que tiene 15 millones de simpatizantes que ha cultivado durante los recorridos que ha realizado por todo el país desde hace tres años. Quince millones de votos cautivos. Si fuere así, enhorabuena para él, sus adherentes, y quien lo postule: López Obrador sería un candidato muy competitivo, casi ganador.

Sin embargo, las estadísticas duras de hoy dicen otra cosa. En ninguna de las ecuaciones visibles a la fecha López Obrador tiene posibilidad de triunfar: si los candidatos en 2012 fueran estos: él por PT y Convergencia, Marcelo Ebrard por el PRD, Enrique Peña Nieto por el PRI, y Santiago Creel por el PAN, el priista obtendría 40 por ciento (%) de los votos, López Obrador y Creel 14% cada uno y Ebrard 9%. Aun cuando Ebrard declinara a favor de él para evitar una dispersión del voto de la izquierda, AMLO sólo obtendría un lejanísimo 23%. Diecisiete puntos menos que Peña. Una paliza. Los datos son de la encuesta nacional en vivienda de Reforma de mayo pasado.
Pero el problema no sólo es ése: es la mala imagen que tiene López Obrador entre la mayoría de la población: tiene 27% de opinión desfavorable contra sólo 10% de Peña, 11% de Ebrard y 17% de Creel. La opinión positiva con la que cuenta está lejana a la de Peña: 43% del priista contra 30% del tabasqueño. Ebrard tiene 31% y Creel 20%.
El balance de opiniones positivas menos opiniones negativas para AMLO es de más 3 puntos, lejanísimo del de Peña Nieto, que es de más 33 puntos, del de Ebrard, que es de más 20 puntos, e idéntico al de Creel, que es de más 3.


Si lo que importa es que a la Presidencia llegue un proyecto progresista, liberal, socialdemócrata, un proyecto transformador que contraste con las formas de gobernar de priistas, panistas y perredistas, AMLO debería tener la grandeza de hacerse a un lado: es demasiada la gente que nunca votará por él. Pero eso no ocurrirá: él está dispuesto no sólo a inmolarse en su intransigente e intolerante concepto de la política, sino a arrastrar a toda la izquierda a su personalísima, innecesaria, y masoquista Numancia electoral de 2012…

Publicado en Milenio, 12/07/10

mardi 13 juillet 2010

Latinoamérica sin liderazgo, profundiza diferencias entre sus países

por Nelson Fernández Salvidio

Sudamérica no tiene liderazgo ni potenciales aliados; la región como conjunto está a la deriva. Pero los países que la conforman no están necesariamente sin dirección y eso deriva en generar mayor desigualdad en el desarrollo de las naciones sudamericanas.¿Estrategia de desarrollo común? ¿Acumulación de fuerzas para mejorar la inserción internacional? ¿Asociación para combinar ventajas comparativas? ¿Buscar común denominador para economías de escala? No. Nada de eso. ¿Una política exterior que pueda maximizar su peso en el resto del mundo? No hay chance de que ocurra.

Publicado en Infolatam, Montevideo, 12 de julio de 2010

Lea el artículo completo en:http://www.infolatam.com/entrada/latinoamerica_sin_liderazgo_profundiza_d-21915.html

lundi 12 juillet 2010

Casi 63% de los niños, niñas y adolescentes de Latinoamérica sufre algún tipo de pobreza

Investigación de CEPAL y UNICEF

Las realidades de los niños difieren mucho de un país a otro . En los países con mayor pobreza infantil total (Bolivia, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicaragua y Perú), en el año 2007, cerca del 41% de los niños se encontraba en situación de pobreza extrema; en los de pobreza infantil intermedia (Brasil, Colombia, Ecuador, México, Panamá, Paraguay, República Dominicana y Venezuela), la pobreza extrema afectaba a algo menos del 14% de los niños; en los de menor pobreza infantil total (Argentina, Chile, Costa Rica y Uruguay), solo un 8% de los niños se encontraba en dicha situación.

Lea documento completo en:
http://www.cepal.org/dds/noticias/desafios/1/39871/Boletin-Desafios10-CEPAL-UNICEF.pdf

vendredi 9 juillet 2010

El avión de Moratinos

OPINION

Mucho se especula en estos días sobre las posibles excarcelaciones de presos políticos. La prensa oficial –como siempre- adormilada entre cifras de crecimiento y viejos discursos sacados de los archivos, no confirma ni desmiente esos rumores. Una meticulosa lectura de Granma arroja que el canciller español ha venido para condenar el bloqueo, hablar del cambio climático e intentar quitar la posición común de la Unión Europea hacia el gobierno de Cuba. Si nos dejáramos llevar por lo que dicen los locutores de voz engolada y corbatas a rayas, aquí no está pasando nada… o casi nada. Pero todos sabemos que algo se mueve en la oscura zona de la diplomacia, en ese terreno de la alta política que se teje de espaldas al pueblo.
Los murmullos vienen y van. En ellos, a la palabra “liberación” se le ha ido pegando un término de connotaciones infames: “deportación”. “Saldrán directo de las prisiones hacia los aviones” me dijo un señor que se la pasa con la oreja pegada al radio, escuchando la emisora prohibida que llega desde el Norte. La expatriación forzosa, la expulsión, el exilio, han sido prácticas habituales para deshacerse de los inconformes. “Si no te gusta te vas”, te repiten desde chiquito; “arranca y lárgate”, vuelven a espetarte si insistes en quejarte; “¿para qué volviste?”, recibes como saludo si osas regresar y seguir señalando lo que no te gusta. Habilidad en librarse de los incómodos, pericia para empujar fuera de la plataforma insular a quienes se le oponen, en eso sí que son diestros nuestros gobernantes.
Tendría que ser muy grande el avión de Moratinos para poder llevarse en él a todos los que les estorban a los autoritarios del patio. Ni un Jumbo alcanzaría para trasladar a aquellos que potencialmente tienen el riesgo de ir a prisión por sus ideas y por su accionar cívico. Una verdadera línea área con vuelos semanales se necesitaría para sacar a quienes no están de acuerdo con la gestión de Raúl Castro. Pero resulta que muchos no queremos irnos. Porque la decisión de vivir aquí o allá es algo tan personal como seleccionar pareja o ponerle nombre a un hijo, no se puede permitir que tantos cubanos se encuentren entre la pared de la prisión y la espada del destierro. Es inmoral forzar a la emigración a quienes sean liberados –posiblemente- en los próximos días.
Una simple y lógica pregunta salta cuando pensamos en este tema: ¿No sería mejor que se los llevarán en ese avión a “ellos”?


Yoani Sánchez

Publicado en:http://www.desdecuba.com/generaciony/

jeudi 8 juillet 2010

Hambre en abundancia

OPINIÓN

Por Marino J. González R.

El gobierno [venezolano] puede convertirse en una evidencia contundente de que es posible producir desabastecimientos masivos en presencia de una lluvia de petrodólares y con cientos de miles de toneladas de alimentos descompuestos.
(...)
En 1998 Amartya Sen obtuvo el Premio Nobel de Economía, entre otras cosas, por analizar con precisión la relación entre democracia y hambrunas. A través del examen de varios ejemplos de hambrunas, Sen concluyó que los gobiernos democráticos tienen capacidades para evitar tales calamidades. Los gobiernos no democráticos tienen más probabilidades de sufrir crisis en sus políticas de alimentación.

Texto completo del artículo de opinión en:

http://www.talcualdigital.com/Avances/Viewer.aspx?id=37427&secid=44

mercredi 7 juillet 2010

Alianzas, acertadas; pacto nacional, imprescindible

México. Opinión

Manuel Camacho Solís*


Mucho se criticó la estrategia de las alianzas amplias que impulsamos. Las elecciones probaron que fue una estrategia acertada. Lo que iba a ser un día de campo para el PRI, resultó en la demostración de que la teoría de la bola de nieve tiene severas fragilidades: el PRI no es tan fuerte como se pretendía; tiene adelante la prueba del Edomex. No podrá ganar el 2012 por medio de la “cargada” que hasta hace unos meses le favorecía.
El PRI es una fuerza fundamental, como lo es el PAN y lo son los partidos de las izquierdas que integran el DIA. Todos somos parte de la pluralidad, y ninguno puede pretender convertirse en una fuerza hegemónica. Eso ya lo decidió el electorado. Una vez aceptada esta realidad, será conveniente que entre todos, con los poderes públicos, lleguemos al diálogo nacional que urge a nuestro país para fortalecer la gobernabilidad de aquí a las presidenciales, disminuir la violencia, consolidar la recuperación y crear condiciones y garantías de pluralidad y equidad para una competencia efectiva en 2012.


Las elecciones de gobernador tienen un fuerte ingrediente local. Las preocupaciones varían de estado a estado: cuentan las tradiciones partidistas y desde luego los candidatos. Se gana o pierde por el control del territorio, recursos y el entramado institucional de cada estado. Sin embargo, las elecciones que acabamos de vivir tienen también un significado nacional. Desde fuera de México se les ve como un plebiscito sobre el gobierno federal, sobre todo por la economía y la inseguridad. Desde dentro, como un plebiscito que hacia 2011 y 2012.

El proceso que se ha vivido ha puesto de manifiesto la fragilidad del modelo sucesorio donde el gobernador en turno impone a su candidato. La selección de sucesores que no eran los mejores candidatos ha traído graves problemas a quienes los impulsaron. Cuando queden plenamente establecidos los resultados, se verá que la elección, lo que hizo, fue mostrar que el PRI puede ser vencido. Su talón de Aquiles está en la elección de gobernador del Estado de México. La teoría de la bola de nieve tendrá que revisar algunos de sus enunciados.
En términos de gobernabilidad, la elección confirma que no es posible volver a construir una hegemonía, son altos los riesgos de que se desborde la gobernabilidad y, por lo tanto, lo mejor sería responder con mesura. Para avanzar habrá que dialogar. El balance ha sido positivo para las alianzas —los resultados fueron invariablemente mejores— pero este no es el momento de echar las campanas a vuelo. El PAN tiene que hacer su propio balance. En las izquierdas está por delante consolidar su unidad y relanzar su proyecto. Hay que empezar de nuevo. La elección nos dio el tiempo que necesitábamos. Gracias a los resultados obtenidos el día de ayer, el pueblo de México podrá escoger en 2012 entre la alternativa de la conservación del statu quo o la del cambio progresista.


*Coordinador del Diálogo para la Reconstrucción de México (DIA) [Iniciativa de diálogo para la unificación de las izquierdas y las fuerzas progresistas mexicana]

Publicado en:http://www.eluniversal.com.mx/editoriales/48937.html

mardi 6 juillet 2010

“Los éxitos de Brasil también son mi obra” . Entrevista a Fernando Henrique Cardoso



Dos veces presidente de Brasil (entre 1995 y 2003), Fernando Henrique Cardoso es una figura política clave para entender ese país que hoy ha adquirido un lugar destacado a nivel mundial.
Intelectual, antes que político, Cardoso se hizo conocido entre los círculos de izquierda durante los años sesenta por su obra "Dependencia y Desarrollo en América Latina". En aquel libro, escrito junto a Enzo Faletto, el sociólogo planteaba que existía una relación de dependencia de los países periféricos frente a las economías centrales y proponía una agenda para revertirla.Aquella obra no sólo le dio fama universal, también lo convirtió en un referente para la izquierda latinoamericana. Sus viejas posiciones cambiaron con el paso de la academia a las altas esferas del poder. En 1995 Cardoso fue electo presidente de Brasil luego de una exitosa gestión como ministro de Hacienda. Se abocó entonces a la tarea de emprender una apertura gradual, un programa de ajuste estructural y la más numerosa serie de privatizaciones que conozca la historia de ese país. A los pocos días de asumir, y al ser cuestionado por la congruencia de su programa “neoliberal” frente a sus viejas ideas desarrollistas, declaró a un periodista: “olviden todo lo que escribí”. Aunque a la fecha niega haber hecho esa afirmación, las inconsistencias entre el intelectual y el político han sido señaladas por más de uno.Cardoso y Lula han tenido una historia de encuentros y desencuentros políticos, pero también de envidias personales. A finales de los ochenta discutieron formar juntos un partido político de izquierda. Con el tiempo sus caminos se separaron. Mientras Lula se abocó a la formación de una organización más radical, el PT, Cardoso creó unos años después una organización más moderada, y abiertamente socialdemócrata: el PSDB. En esta entrevista ofrecida durante una visita a la Universidad de Cornell (Nueva York), el ex presidente habla de los éxitos de Brasil y reclama un lugar en la historia. Por momentos, el gran profesor, brillante y acucioso, domina al político y hasta cierto punto lo ciega (...)

lundi 5 juillet 2010

"Es hora de que gobierno y partido tengan mayor acercamiento"

El Salvador.


La derecha mediática se ha encargado de, no solo alen-tar la separación del Presidente de la República, Mauricio Funes, con el partido FMLN; sino que se ha encargado de desnaturalizar las posiciones independientes del uno y el otro. Esto, por supuesto, es parte de la estrategia de la derecha política y empresarial para hacer fracasar el programa de gobierno del cambio.Hasta hoy, la independencia del gobierno, o mejor dicho del Presidente de la República Mauricio Funes con su partido, el FMLN, ha sido bien vista por la mayoría de salvadoreños, incluyendo a amplios sectores de la militancia del principal partido de izquierda.

Obviamente, hay otros sectores que se han dejado impresionar por la derecha mediática, y han criticado que el Presidente Funes haya abandonado los colores partidarios para vestirse de azul y blanco, como debe ser. No obstante, en momentos críticos como el que estamos viviendo, el gobierno del cambio y el partido, deben mostrar, no solo coincidencia y preocupación, sino unirse para buscarle respuesta.Y es que el hecho de que existan sospechas, si no es que evidencias, de que sectores oscuros de la nación estén detrás del incremento de la delincuencia, hasta con características de terrorismo, como lo ocurrido el domingo 20 en Mejicanos, debe acercar más al partido y al gobierno del Presidente Funes, así como a otras fuerzas progresistas y democráticas, para analizar ese tema y enfrentarlo.

El partido FMLN debe poner toda su fuerza activa (militancia) a la defensa de este gobierno, así como las instituciones del Estado y las fuerzas democráticas, pues hay que dejar una clara señal que las conquistas democráticas serán defendidas hasta las últimas consecuencias.El gobierno ha hecho hasta hoy todo lo posible por combatir a la delincuencia, no obstante, los homicidios no han cesado ni cesarán, mientras fuerzas oscuras sigan promoviendo este clima de violencia y no se le ataque frontalmente. La derecha mediática, mientras tanto, oculta los logros del aparato de seguridad.

El Presidente Funes ha anunciado medidas extraordinarias que, esperamos, den mejores resultados, pero no dudamos que tratarán de boicotearlo, pues, al crimen organizado le interesa demostrar que está sobre el gobierno, que está sobre la nación, y que las y los salvadoreños estamos dominados por el crimen.Por lo anterior, el partido FMLN y las fuerzas democráticas y progresistas deben acercarse al Presidente Funes no solo para demostrarle su apoyo decidido, sino, para demostrar unidad en la acción."

Editorial de DiarioColatino (San Salvador), 29/06/10.

A mais nova falência da Internacional Socialista

Opinión.

Breno Altman*

O Conselho da Internacional Socialista, entidade que coordena os partidos de inspiração social-democrata, reuniu-se nos dias 22 e 23 de junho, em Nova Iorque. A imprensa não deu muito bola para o evento, mas trata-se de um momento importante para entender o que pensa e como age essa família política. A organização foi fundada, em 1951, com o intuito de agrupar a esquerda não-comunista, então ensanduichada pela guerra fria. Estão entre seus principais membros o Partido Socialista Francês, o Partido Social-Democrata Alemão, o Partido Socialista Operário Espanhol e o Partido Trabalhista Inglês. Os filiados alinhavam-se ao campo capitalista, aceitavam a hegemonia norte-americana e majoritariamente renunciavam ao marxismo. Mas defendiam a ampliação do bem-estar social e adotavam circunstancialmente posturas antiimperialistas. Esse programa permitiu aos social-democratas uma posição forte enquanto a expansão dos direitos trabalhistas se constituía em uma das estratégias contra a influência do campo socialista. Revelava-se funcional a existência de uma corrente política pró-ocidental que disputasse, com os comunistas, a direção do movimento operário.


Sua trajetória, contudo, sofreu um cavalo-de-pau a partir dos anos oitenta. As demandas da reestruturação produtiva e o enfraquecimento do bloco soviético tornaram obsoletos os paradigmas da social-democracia. Dispensadas de seu papel de contenção política, as conquistas sociais viraram estorvo para os grandes monopólios. Os partidos da Internacional Socialista se viram diante de uma escolha: caso preservassem o velho programa, romperiam com as elites de seus próprios países e assumiriam uma política de confrontação; se preferissem salvaguardar o pacto de conciliação firmado na guerra fria, teriam que abandonar antigas bandeiras e aderir aos cânones do neoliberalismo. Seus dirigentes preferiram o segundo caminho.
A reunião em Nova Iorque, porém, ignorou solenemente esses acontecimentos. Como se os social-democratas nada tivessem que ver com as políticas de privatização, desregulamentação do Estado e liberdade ao capital financeiro que conduziram o capitalismo a presente crise. Ou com as guerras de agressão levadas a cabo para defender os interesses das grandes potências. Sintomático, aliás, que a IS seja atualmente presidida pelo grego George Papandreou, o primeiro-ministro à testa do colapso econômico de seu país e da ofensiva contra os direitos dos trabalhadores helênicos. Sob sua batuta foram aprovados, no encontro realizado na sede da ONU, quatro documentos principais, versando sobre economia global, situação no Oriente Médio, mudanças climáticas e regras para desarmamento nuclear. Uma versão em espanhol está disponível no sítio
www.internacionalsocialista.org .

O malabarismo do palavreado apresenta-se como curiosa pantomima. A sacada: ocultar o que se passou com promessas sobre o que se passará. Critica-se a “ideologia neoliberal” e fala-se em “nova regulação financeira”, por exemplo, mas não há palavra sobre a política desenvolvida pelos governos social-democratas nos últimos vinte anos. Menos ainda se fala nas atuais medidas contra a crise adotadas pelas administrações da Grécia, Espanha e Portugal, as três comandadas por partidos da Internacional Socialista. Cúmplices econômicos e militares do Consenso de Washington, Papandreou e seus amigos apelam para cortes nos gastos sociais, passando aos pobres a conta da fortuna angariada pelos ricos.
Outro ato falho da cúpula socialista está em relatório paralelo aos documentos principais, acerca da situação venezuelana. A moção acusa o presidente Chávez de “autoritário”, assumindo o discurso fabricado por Washington e a oposição de direita. A resolução demonstra, além da submissão de seus líderes a Casa Branca, inconformismo com a esquerda que preserva uma política contra-hegemônica. Deixa poucas duvidas de que lado estará a Internacional Socialista nos momentos das definições a sério.
E quando uma organização que se reivindica de tradições progressistas aceita ser linha auxiliar do conservadorismo, é porque perdeu sentido histórico e sobreveio a falência do projeto que representa. No caso da Internacional Socialista, a bem da verdade, trata-se da terceira bancarrota. Herdeira da Segunda Internacional, foi à lona pela primeira vez quando votou os créditos militares exigidos pelas burguesias nacionais européias às vésperas do conflito mundial de 1914. Reconstruída, bateu outra vez na lona em 1940 por incapacidade de organizar a resistência contra o nazismo.
O novo colapso da IS é determinado pela associação com governos e políticas de direita que levaram o capitalismo a sua pior crise desde 1929. Ao contrário das ocasiões anteriores, nas quais simplesmente fecharam as portas, dessa feita os social-democratas parecem fazer de conta que ainda respiram, ainda que por aparelhos.


* Breno Altman é jornalista e diretor editorial do sítio Opera Mundi
Publicado en : http://www.pt.org.br/portalpt/opinioes/breno-altman:-a-mais-nova-falencia-da-internacional-socialista-8891.html

mercredi 30 juin 2010

Qué piensan en Washington de los países de América Latina

Entrevista con Michael Shifter, presidente de Inter-American Dialogue, considerado el laboratorio de ideas sobre asuntos latinoamericanos más influyente de Estados Unidos.

Infobae ¿Cómo evalúan en Washington la creación de organismos regionales que cuestionan la participación de EEUU (una OEA sin EEUU, Unasur)?


Michael Shifter. En general, Washington recibe bien estos nuevos mecanismos que están surgiendo en la región, porque son vistos como complementarios con la OEA y otros foros de los que participan los Estados Unidos. Es preferible tener instituciones débiles que no tener ningún tipo de instituciones. Hay cierto escepticismo sobre cuán sólidos y coherentes pueden llegar a ser estos nuevos organismos regionales, especialmente ante las divisiones políticas entre los diferentes gobiernos. Incluso dejando de lado a los EEUU, hay una gran desconfianza entre varios países de América Latina. Hasta ahora Unasur jugó un rol positivo en algunos casos, como en la reducción de las tensiones entre Colombia y Venezuela, pero los desafíos institucionales son considerables. Washington sigue de cerca cómo evoluciona esto; es claro que la región cambió y que la influencia de los Estados Unidos declinó notablemente. Algunos podrán extrañar los viejos tiempos de hegemonía estadounidense, pero la mayoría está de acuerdo en que Washington tiene que entender y relacionarse mejor con estas nuevas realidades.

Entrevista completa en: http://www.thedialogue.org/page.cfm?pageID=32&pubID=2410

mardi 29 juin 2010

Consejo de la IS en Naciones Unidas, Nueva York


21-22 de junio de 20

Informe sobre Venezuela.

Renée Fregosi del PS de Francia y Jesús Rodríguez, Secretario General de la UCR de Argentina presentaron el
Informe de la Misión de la IS que visitó Venezuela a comienzos de 2010.

Texto completo del informe:
http://www.socialistinternational.org/images/dynamicImages/File/InformeMisi_nVenezuela.pdf

lundi 28 juin 2010

Razones

Opinión.

por Serrano Ribarroya

En editoriales, análisis y comentarios, algunos agudos y brillantes, se aborda el reciente proceso electoral colombiano. El núcleo de esas opiniones, vertidas en medios tanto latinoamericanos -por supuesto, colombianos- como europeos, nos ilustran sobre las razones que han llevado a Juan Manuel Santos a la Presidencia de la República, así como sobre las causas de la derrota de Antanas Mockus.

Decimos de entrada que esas razones y causas contempladas por los analistas no nos convencen. Y adelantamos una hipótesis seguramente incómoda. Santos ganó porque tenía que ganar. Tenía que ganar porque las clases dominantes de Colombia -el establecimiento- no contemplaban otra posibilidad, y ello, sin recurrir al fraude masivo y mediante un proceso electoral limpio, democrático. También porque la izquierda -a la que no le sirve el argumento de la alta abstención, alrededor del 60%- se muestra por el momento incapaz de presentar una alternativa creíble, viable y coherente a los ciudadanos.

Santos ganó porque tenía que ganar. Prometió, y cumplirá, continuidad. No sólo en las políticas de seguridad respecto a las FARC y otras formas de criminalidad. Continuidad también en la ausencia de políticas redistributivas, en la ausencia de políticas de lucha contra la desigualdad social, en la ausencia de políticas de erradicación de la pobreza y la indigencia. Continuidad asimismo en la "timidez" de la lucha contra los paramilitares. Continuidad en la política de protección de los intereses de los más ricos, y, de paso, de amplios sectores de la clase media colombiana. Un programa, podemos convenir sin esfuerzo, triunfador. Los partidos del establecimiento -el ganador de la U, el Conservador y el llamado del Cambio Radical, pero también el supuesto opositor, el Liberal, que no se sabe por qué razón es miembro de pleno derecho de la Internacional Socialista,- todos, detrás del Presidente electo, para que nada cambie. Algún sesudo analista apunta que cambiará el talante. Curiosa forma de cambiar la repugnante desigualdad e injusticia que corrompen la sociedad colombiana, una de las más injustas y desiguales del mundo.

Precisamente en esa corrupción apabullante que recorre los rincones, no todos, de Colombia, encontramos una de las razones por las cuales el doctor Mockus no podía ganar las elecciones. Qué gran desconocimiento de su país de nacimiento, quizá, en realidad, no de origen. La corrupción en Colombia como en casi todas partes, se combate ante todo aniquilando las causas de la desigualdad social. Pero el doctor Mockus se remite a un combate moral, de legalidad. En una versión benevolente podríamos afirmar que el candidato derrotado se comporta de forma ingenua. En otra versión más política afirmaríamos que estamos ante un representante larvado de la derecha, con tintes apolíticos, "apartidistas" y populistas de guante blanco. Y para candidato de la derecha los colombianos han tenido la posibilidad de votar por el representante más genuino de esa opción, el presidente electo.

Santos ganó porque prometió, y cumplirá, que nada cambiaría. Mockus perdió porque no convenció de que, en el fondo, el tampoco quería cambiar el estado de cosas, a pesar de que lanzó un mensaje claro: rechazó una alianza con el Polo, es decir, negó cualquier compromiso con el progreso social.

La izquierda colombiana, para vencer en las elecciones, precisa, no sólo el fin de la violencia política -volveremos en otra ocasión sobre este asunto-, y, por tanto, de un incremento de la participación electoral, sino también un programa que integre políticas claras de seguridad y combate contra el crimen y el terrorismo, así como políticas redistributivas de crecimiento.

vendredi 25 juin 2010

Cambio histórico

por Margarita Carrera

Sin duda la renuncia de Carlos Castresana como jefe de la Comisión Internacional contra la Impunidad en Guatemala (Cicig) provocó una revolución en el ambiente jurídico y político de nuestro país. Al mismo tiempo, al tener el valor de desnudar la corrupción que nos gobierna.
Las mafias reaccionaron de inmediato y, para intimidar al pueblo guatemalteco, el 10 de junio utilizaron “la táctica de Shock”: el aparecimiento de tres cabezas humanas en lugares distintos de la capital. Así, la respuesta de los grupos de terror no se hizo esperar.
El mensaje era sin duda este que señala Carlos Sánchez Alfaro —tomado de Internet—: “Tenemos carta blanca para seguir con el clima de violencia sin que nadie con agudeza detectivesca nos descubra”.


O, como diría monseñor Romero: “Le pedimos a las organizaciones de derechos humanos, le suplicamos a las organizaciones de derechos humanos, le ordenamos a las organizaciones de derechos humanos que tomen cartas en el asunto, porque Guatemala va rumbo a la mano dura, a la mano dura de camisas blancas, de golpes de militares encubiertos…”

De manera que la renuncia de Castresana ha causado una especie de terremoto. No solo despertó el asombro de todos, sino logró su cometido: que la Corte de Constitucionalidad ordenara repetir el proceso de elección de Fiscal General, ordenando a Conrado Arnulfo Reyes dejar el cargo.
Asimismo, el presidente de la Corte Suprema de Justicia debe volver a reintegrar a la Comisión Postuladora. Pero, según Gustavo Porras (elPeriódico, 10 de junio), “ahora estamos peor que cuando comenzamos; estas estructuras demostraron que mueven muchos recursos y no se puede confrontarlas”.
En otras palabras, estamos en manos de unos cuantos poderosos capaces de enviar estos temibles mensajes.

En cambio, según Mario Antonio Sandoval (Prensa Libre, 11 de junio): “Con esta decisión la CC demuestra una vez más su importancia como ente cuyo oficio principal es la interpretación del texto de la Carta Magna, cuyos primeros 25 años de vigencia se cumplieron hace pocos días…” .
Lo cierto es que los señalamientos de Castresana provocaron un histórico cambio en Guatemala. Favorable si tenemos en cuenta que ahora se tendrá cuidado en no nombrar a ningún hombre o mujer señalados de corruptos para cualquier puesto público, sobre todo para ser miembros de la Corte de Constitucionalidad y el Tribunal Supremo Electoral.
Mi opinión es que aún vivimos la época del conflicto armado, solo que ahora se ha hecho más sofisticado. De todas formas los poderosos que siempre han gobernado tienen que demostrar que no cualquiera puede conmover sus estructuras. Que estas son sólidas y hechas para durar por mucho tiempo.


Sin embargo, la lección ha sido transmitida, a ver si aprendemos algo. El riesgo que enfrenta cualquiera que quiera investigar la verdad de los crímenes hace pensar dos veces qué se dice y, sobre todo, a quién se denuncia.
Uno de los señalamientos que hizo Castresana antes de presentar su dimisión en el puesto fue el de apuntar cómo el Fiscal General estaba vinculado con grupos ligados al crimen organizado.
Claro que esto condujo a Conrado Arnulfo Reyes a dejar el cargo. La opinión favorable a Castresana es que debe a toda costa preservarse la cooperación y entendimiento entre el Estado y la Cicig.
Todo esto sucede en las alturas; aparentemente el pueblo no interviene para nada. Declaro que soy fiel admiradora de personas con el valor, el talento y la ética de Carlos Castresana.

Publicado en Prensa libre (Guatemala), 24/06/10